sábado, 30 de abril de 2011

Klitoris Freakshow - HAPPY BIRTHDAY TO YOU!!! 3 OLD YEARS!!!! & The Beards

Bom, drugies... perdão por tanta demora... hoje é o último dia de abril e eu tinha que postar alguma coisa pra sobre nosso terceiro aninho de blog. Pois é, neste mês, mais uma vez ficamos de parabéns... E mais uma vez também eu gostaria de agradecer a força de todas as pessoas, conhecidas de perto ou de longe, seguidores e não seguidores, que tem ajudado o blog a ficar por aqui de alguma forma. Mais uma vez eu falo, são vocês que me incentivam a continuar com isso aqui, porque é muito enriquecedor e gratificante pra mim saber que tem pessoas por aqui que encontram o que procuram. Então, muitíssimo obrigado mais uma vez, pessoas, por tudo!!! E... HAPPY BIRTHDAY TO KLITORIS FREAKSHOW! E que estes três anos dobrem pra 6, depois pra 12 e assim por diante... quero muito continuar com vocês por aqui ainda... por um booooooooooom tempo!

Agora, deixe ver como explicar... este post é uma espécie de despedida... Calma!! Não estou indo embora, nem vou me matar, e nem é uma depedida definitiva. É só por um curto perído de tempo. Mas desta vez, drugies, é por um motivo muitíssimo especial... =) Minha filha, Maria Clara, irá nascer nesses dias, e eu vou dedicar meu tempo integralmente a esse serzinho que está vindo ao mundo agora por um tempo. Mas eu desejo voltar o mais breve possível, não só para o blog, como para todas as minhas atividades cotidianas. Tenho certeza que vocês compreederão isso. O blog ficará parado por um tempo, mas só por um tempo, que passará rápido, e logo eu voltarei aqui pra postar coisas novas, legais e femininas pra vocês. Um abraço bem grande pra todos os camaradas que passam e acompanham isso aqui. Xêro no coração de todo mundo, e me desejem boa sorte!!! Pois agora eu estou precisando... hahahahaha


This post is a sort of farewell ... Calm down! I'm not going away, I'll not kill me, and this is not a definitive farewell. It's only for a short time period prescribed. But this time, drugies, it is a very special reason ... =) My daughter, Maria Clara, will be born in these days, and I will dedicate my time fully to this little girl that is coming to life now. But I wish to return as soon as possible, not only for the blog but also for all my daily activities. I'm sure you'll understand. The blog will be stopped, but only for a while, passing fast, and soon I will return here to post new things of rocker girls. A big hug to all the friends who accompany this blog. Kiss in the heart of everyone and can wish me good luck! For now I'm in need ... (Excuse the bad English writing. I'm not fluent ... )



Beijumiliguem e...


Rock On, Baby!!!


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The Beards


The Beards
é uma espécie de "projeto" composto por Kim Shattuck (guitarra/vocal), Lisa Marr (vocal/baixo) e Sherri Solinger (bateria). As três vem de outras bandas já conhecidas, como The Muffs, e Lisa Marr Experience. Elas se "inscrevem" como indie rock, mas pra mim The Beards trata-se de uma mistura de pop e punk, powerpop, passagens melódicas e letras, digamos, "humorísticas". É bem bonitinho, e eu acredito q quem gosta de The Muffs vai gostar também de The Beards. Acredito que este álbum aqui, intitulado FUNTOWN, ainda seja o único álbum da carreira deste projeto, se eu não me engano, lançado em 1992. Não encontrei outro, nem ouvi falar de mais nada a respeito. Mas, o fato é que tanto Shattuck quanto Liza Marr são excelentes compositoras do estilo. Então, pra quem curte pop punk, powerpop, e coisas do tipo, divirtam-se com The Beards. (Perdão pelo post curtíssimo, caros drugies... Gostaria de escrever mais, mas realmente no momento meu psicológico anda inteiramente ocupado com outras coisas grandes e pequenas que não me deixam fluir mais...)









Mais uma vez... Obrigado a todos e até a volta!!!!

Again... Thanks for all and take care!!! Bye... until soon!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Wanda Jackson


Você deve ter ouvido "Let's Have a Party" várias vezes na sua vida, cantada por vários artistas, mas na minha opinião, apesar da versão original ter sido gravada por Elvis (Salve! Salve!), foi com ela que a música ganhou ainda mais cara de rock n' roll. Você ouviu várias vezes na sua vida, eu tenho certeza, Celly Campelo (Salve! Salve!) cantando "Estúpido Cupido", mas alguém já lhe disse que a versão original se chama "Stupid Cupid" e sua porta voz se chamava Wanda Jackson??
Wanda Lavonne Jackson nasceu em 1937 no estado de Oklahoma (EUA), e foi um sucesso na "rock n' roll music" dos anos 50 e 60. Conhecida como "Rockabilly Queen", Wanda foi inclusa no Rock and Roll Hall of Fame como nome de peso no ano de 99. A moça começou a tocar em 1942, quando ganhou um violão de seu pai, e em 1956 ganhou um concuros de talentos que lhe rendeu um programa de rádio. Quando o produtor Hank Thompson a ouviu no rádio convidou a moça para se apresentar com sua banda The Brazos Valley Boys. Foi quando ela gravou o single "You Can't Have My Love", que alcançou o 8º lugar nas paradas. Nesta mesma época, Wanda pediu a gravadora Capitol Records que a assinasse, e a resposta do produtor Ken Nelson foi "No, girls don't sell records". Nelson teve que engolir o que disse em 1959 quando Wanda ficou no Top 40 com o hit "Let's Have a Party". Passou a dividir o palco com Elvis, Jerry Lee Lewis, e montou sua própria banda, que ela mesma apelidou de "The Party Timers", e no inicio da década de 60, a moça já ganhava o Grammy de melhor performance de vocal feminino da música country. Très chic!!! É ou não é?

Wanda foi namorada de Elvis Presley, e desde 1961 é casada com Wendell Goodman, com quem está até hoje e é seu manager. Ela voltou a morar em Oklahoma, e está lá até hoje também. Um de seus últimos trabalhos foi produzido pelo excentrico Jack White (The White Stripes). Agora, façam como eu e se deliciem com as canções de Wanda. Um presente para os adoradores do bom e original rockabilly...







Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Loretta Lynn

Loretta Lynn Official Website

Caros drugies, mais uma vez, mil desculpas... O blog anda realmente meio deixado de lado ultimamente, i know. Eu nem vou prometer mais que vou ser mais assídua ultimamente, até porque realmente não dá. Embora não pareça, mas gravidez é algo que realmente toma nosso tempo. Já tou na reta final (nos últimos três meses), e queria realmente está aproveitando mais a minha vida com as coisas que eu gosto, já que daqui a pouquíssimo tempo eu não terei mais tanta disponibilidade assim pra essas coisas, pelo menos por um bom time, maaaaas... realmente não dá, minha vida tem sido trabalho-obstetra-cama-trabalho-obstetra-cama... Ando ainda mais cansada, e minha disposição pra tudo tá lá "na chon". Porém, todavia e no entanto, eu acho que já afirmei aqui várias vezes: eu não vivo sem música! Música é algo que me acompanha em todos os momentos da vida, todos mesmo! De verdade! E minha gravidez está sendo sonoramente trilhada por muito folk, country e rockabilly, todos feitos por mulheres maravilhosas que estão cada vez mais e mais dentro do meu coração. Se depender de escutar pra minha filha gostar desse tipo de música, já sabe que ela vai ser uma das maiores fãs de country e rockabilly, porque é só o que ela tem escutado dentro da minha barriga (que por sinal está cada vez mais maior!!!).

Esta diva encantadora, mulher maravilhosa, que vos trago agora caros drugies, tem sido uma das minhas maiores amigas nesses períodos de barrigona. Minha companhia musical constante. Trata-se nada menos do que a senhora Loretta Webb, popularmente conhecida como Loretta Lynn. Ela, que nasceu em 1935, em Butcher Hollow, nos Estados Unidos, é uma das maiores expressões femininas do folk/country americano. Ela é cantora e letrista (ignorem, caso não curtam muito, a parte gospel de Loretta), e suas canções são mais ou menos a história de suas experiências de vida. Ela nasceu no interior, e seu pai era mineiro. Loretta casou aos 13 anos de idade, e logo teve filhos. Quando tinha 24 anos, ela ganhou seu primeiro violão (presente do marido), e gravou seu primeiro disco no ano seguinte, isto por volta do final da década de 50. Mas o interessante mesmo de Loretta, além de sua voz maravilhosa, e sua música linda, foi o fato dela ter rompido um pouco com aqueles padrões conservadores da música country. Ela cantava sobre traições, controle de natalidade, sobre a guerra do Vietnã, e muitas vezes, algumas rádios se recusaram a tocar suas músicas. Desde 1963 até o ano passado, Loretta Lynn possui uma discografia vastíssima. Ela está ainda na ativa, e inclusive, em 2010, ela foi homenageada no aniversário de 50 anos da música country, recebendo o Grammy Lifetime Achievement Award. E em 2010 ainda, foi lançado um tributo a ela chamado "Coal Miner's Daughter: A Tribute to Loretta Lynn", que conta com a participação de nomes como Paramore, Sheryl Crow (com quem Loretta canta junto uma música) e The White Stripes (Jack White, como sempre, se garantindo!!).

E por está me embalando muito ultimamente, que trago a música de Loretta até vocês, drugies... Mais precisamente o álbum Van Lear Rose, de 2004.

Loretta e Jack White arrasando!!



Rock On, Baby!!!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Bangs

Bangs in the Kill Rock Stars
A banda foi formada em 1997, em Olympia (Washington DC). Não é THE Bangs, como muita gente pensa, mas apenas Bangs, e outro equívoco sobre a banda é ter sido associada ao movimento Riot Grrrl (talvez pelo fato da vocalista ser irmã de Tobi Vail do Bikini Kill). Tudo começou com a guitarrista Sarah Utter, que recrutou Jesse Fox e Maggie Vail para bateria e baixo, respectivamente. Maggie teve que aprender a tocar baixo na banda, pois até então só tocava guitarra, um pouco de bateria, clarinete e cello. Depois de passar por várias mudanças na formação, a coisa ficou assim: Maggie Vail (baixo/vocal), Sarah Utter (guitarra), e Peter David Connelly (bateria). Tocando ao lado de nomes como The Gossip, The Donnas e Blondie, a banda gravou 3 álbuns e um 7", todos pela conceituada Kill Rock Stars, e durou até setembro de 2004, quando Sarah se mudou para Los Angeles.

Musicalmente, eu diria que Bangs é a pedida certa para pessoas agitadas e que estão de certa forma levanda a vida numa boa. É rock n' roll pra cima, com fortes características do punk, o que acaba sendo o casamento perfeito. Os três integrantes tocam bem até demais. Sarah é A guitarrista, calando a boca de muitos idiotas que até hoje acham que mulher não sabe tocar. Enfim, punk rock e rock n' roll são a cara de Bangs. Um xuxu de banda!!!! Uma das minhas preferidas, na verdade.





Rock On, Baby!!!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

The Runaways - Garotas no Rock


Bom... eu sei que não é novo e tal, mas achei que valeria a pena comentar aqui, por razões óbvias que eu julgo desnecessário citar, mas, eu assisti finalmente o filme The Runaways. (É! Eu não tinha assistido ainda... sorry!!). Assisti este final de semana, e sou sincera em dizer a vocês, caros drugies: não empolguei! Primeiro porque, pelo menos na minha opinião o filme ainda se prendeu aquela coisa clichê de "rockeiro-drogado-muitodoido-quetrepacomtodomundo"... Desculpem os que discordam de mim, mas como diria o personagem de um filme, isso é a "cópia da cópia da cópia...". Tudo bem se esse lifestyle fazia parte da época, mas a impressão que ficou pra mim é que essa foi a parte mais enfocada. Elas eram um produto daquilo. Segundo, sabendo que as Runaways NÃO foram a primeira girl band da história do rock (quem acompanha este blog, sabe disso, porque já postei aqui várias bandas anteriores a elas... beeeeeem anteriores, por sinal... e independentes, ainda por cima. Sem a intromissão de algum grande produtor musical), não gosto e nem posso concordar que elas levem esse título. Acho injusto e mal informado da parte dos responsáveis pelo roteiro, porque a própria Suzy Quatro, citada no filme em algum momento, veio de uma girl band da década de 60, quando as Runaways só começaram em 1975.

Outra coisa: acho injusto o que fizeram com as outras integrantes. A banda era formada por 5 garotas, como todo mundo sabe: Joan Jett, Cherie Currie, Lita Ford, Jackie Fox e Sandy West. O filme só enfoca Joan e Cherrie, como se as outras não tivessem tido importância. Assim, o filme não deveria se chamar The Runaways, e sim "Joan & Cherrie", ou "Cherrie & Joan", enfim, como queiram... só não deveria ter levado o nome da banda, quando não trata realmente da banda toda. Quem conhece o som das Runaways sabe que aqueles solos de guitarra não muito virtuosos, mas nem por isso menos bem elaborados não são feitos por Joan Jett, e sim por Lita Ford, que era realmente quem sabia (e sabe até hoje...) tocar guitarra na banda. Joan Jett tocava o básico, as bases. A banda toda tocava bem, mas o que seria das Runaways se elas não tivessem uma boa baterista como Sandy West? È disso que falo. The Runaways eram elas 5, e não apenas Joan e Cherrie. As 5 meninas davam corpo e espírito à banda. Espero que estejam entendendo o que estou querendo dizer, porque não estou aqui desmerecendo ninguém... musicalmente falando eu adooooro Joan Jett de todo coração, e gosto muito mais dela do que da Lita Ford. Apenas achei injusto pelo fato de que se as Runaways tivessem tido unicamente Joan Jett como guitarrista a coisa teria sido bem diferente, a alma, a música teria sido outra, mas a banda tinha a cara que tinha porque tinha a contribuição individual de cada uma das integrantes. A junção das influências delas resultava naquilo, naquela música bonita que influencia girl bands mundo à fora até hoje. Achei também estranho porque o filme conta a história das Runaways um pouco diferente da que eu conhecia. Até onde eu sabia, foi Kim Fowley que incentivou Joan a tocar guitarra, e Micki (baixista) e Sandy entraram na banda porque viram um anúcio no jornal colocado também por Fowley, que aliás foi dele a idéia de montar uma girl band, e não de Joan, como mostra no filme. E também até onde eu sabia, teria sido Fowley que havia abandonado a banda, e não o contrário, como o filme também mostra. Bom, agora eu já não sei mais.


Enfim, drugies... quero enfatizar uma coisa (importantíssima): eu tenho profunda admiração pelas Runaways. E elas são sim um ícone na história das mulheres no rock, mas não são o único. Antes delas, e mesmo depois, muitas mulheres provaram que mulher também toca. E, assim como elas, outras bandas são de grande influência até hoje. Finalmente, eu adoro as Runaways, mas não virei fã do filme. E eu espero que fique claro aqui que essas foram só a minha impressão pessoal do movie. É só e unicamente o que senti e achei do que vi. Não passam de opiniões parciais, ok?! Também não quis enfatizar aqui a performance e interpretação das atrizes (e atores também), que por sinal estão muito boas (Admito que não botava fé em Kristen Stewart como Joan Jett, mas dou minha cara à tapa... ela se garantiu no papel!!). Nunca fui, não sou e até hoje ainda não tive a pretenção de ser crítica de cinema... Amanhã, quem sabe... ;-) Então, é isso...

PS.: Não postei nenhuma banda no mês de janeiro ainda, eu sei... =/ É que estou muito ocupada com outras coisas. De verdade. Mas prometo que esses dias estarei trazendo novas bandas pra cá, drugies.


Beijuliguem.



Rock On, Baby!!!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Festival VULVA LA VIDA



FESTIVAL VULVA LA VIDA
DE 19 À 23 DE JANEIRO/SALVADOR
Orgulhosamente feministas, necessariamente inconvenientes




Estamos nós, que vivemos no presente, condenados a nunca

experimentar a autonomia, nunca pisarmos, nem que seja por um momento

sequer, num pedaço de terra governado apenas pela liberdade? Estamos

reduzidos a sentir nostalgia pelo passado, ou pelo futuro? Devemos esperar

até que o mundo inteiro esteja livre do controle político para que pelo menos

um de nós possa afirmar que sabe o que é ser livre?

(Hakin Bey - TAZ)





Esse festival é fruto da I Convocatória Riot Grrrl Salvador, organizada pelo Coletivo Na Lâmina da Faca, que ocorreu de 20/08 a 20/10/2010, tendo por objetivo aglutinar mulheres inseridas na contra-cultura feminista da cidade. Pra nossa surpresa, a convocatória – que começou como uma esperança de romper o ativismo individual ou de grupos pequenos e isolados – acabou tendo uma repercussão enorme (pra estrutura Faça-você-mesm@), acarretando num evento que foi construído não só pelo Coletivo, mas por uma rede de garotas.

Esse evento não deve ser confundido com eventos que acontecem sob o título de “Rock de Batom”, “Rock de calcinha”, etc. O Festival Vulva La Vida não é um evento que busca valorizar o “rock feminino”, pois não temos nenhum compromisso em manter o que nossa sociedade chama de “feminino”. Mas ao mesmo tempo também não temos nenhum compromisso com a masculinidade. Acreditamos no potencial do rock/hardcore e da música em geral enquanto possível destruidor da feminilidade tradicional, isso é, acreditamos na criação de outras formas de vivenciar o feminino que não estejam sufocadas pela imposição de características como doçura, servidão, passividade, permissibilidade, castidade. Daí vem a nossa identificação com o feminismo, pois o encaramos como uma visão de mundo que não diz respeito apenas à “questão da mulher” mas a todos os tipos de relação sociais, resultando numa aliança entre diversas lutas. Nos posicionamos, assim, desde um feminismo autônomo, anti-racista e anti-capitalista.

Trata-se de um festival de contra-cultura feminista: através da ética do faça-você-mesma, acreditamos que a mudança não depende da iniciativa dos partidos e instituições políticas; devemos pratica-la no dia-a-dia, desenvolvendo novos valores para as relações travadas no cotidiano. Isso implica em repensar nossos hábitos mais “íntimos”, fazendo a revolução das ruas à cama. Política também é diversão!

Enquanto o padrão do que é ser “mulher de verdade” for reproduzido, irão permanecer os obstáculos para a união entre nós. Pois, se ser “mulher de verdade” como Amélia, é viver alienada de si própria, renunciamos então à ideologia que nos quer inimigas. É essa solidariedade que queremos celebrar no festival; não se trata, no entanto, de uma união que se dá às custas das nossas diferenças. Somos mulheres, mas somos negras, brancas, de classes sociais e orientações sexuais distintas, provindas de diversos contextos sociais. No entanto, estas diferenças internas são abraçadas com entusiasmo, pois nos levam a riqueza e heterogeneidade deste evento.

Nesses cinco dias de festival, esperamos que você se divirta, conheça novas pessoas, troque experiências, e saia com uma bagagem capaz de subverter o cotidiano (ainda mais!). Esperamos também estar fomentando um cenário feminista subversivo e independente, que não espera pelos outr@s mas que faz por si próprio; que constrói aqui e agora o mundo novo que desejamos.

Coletivo Na Lâmina da Faca

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O quê: Festival [de contra-cultura feminista] Vulva La Vida ( Debates + Oficinas + Vídeos + Show)
Quando: de 19 a 23 de Janeiro
Aonde: Salvador (veja os endereços aqui)
Acesse a programação completa aqui!
As inscrições pras oficinas, bem como pro alojamento, devem ser realizadas via e-mail (nalaminadafaca@gmail.com).
Divulgue, compareça e apoie!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

The Launderettes

The Launderettes MySpace
Este é meu presentinho de Natal pra vcs: garage rock from Noruega, com muita energia sessentista, farfisa e fuzz fuderoso.

The Launderettes são de Oslo, capital da Noruega, e segundo elas próprias, foram motivadas pela paixão ao garage do anos 60. Elas sao Ingvild Nordang cantando, Linda Kastbakken na guitarra, Johanne Hjorthol no baixo, Mona Helleland Varpe no órgão e Cecilie Asker na bateria. A discografia é bem sortida, e desde 2000 que essas moças lançam singles e álbuns.

Seguras do que fazem, elas são bem amparadas por influências como Billy Childish, Sonics, Kinks e tudo de bom do garage rock. Quem quiser comprovar, baixe agora!!! Para os amantes do bom garage é uma bela ceia de Natal.








Rock On, Baby!!!