quarta-feira, 18 de novembro de 2009

The Flips


Hellow, drugies... estou eu aqui, de volta ao garage, por um motivo muito simples, I Love Garage!!!... Então venho trazendo um "presentinho" bem lindo pra vocês. Principalmente pra quem não conhece essa maravilhosa pérola revivalista. Lá vai...

Tudo começou em um Helloween em outubro de 2007, a partir de uma feliz idéia de Natalie C. e Wendy Norton. A princípio era só um "projetinho", no qual as meninas queriam gravar rapidamente, só pra deixar registradas para a posteridade (???) algumas idéias de música... Mas aí a coisa foi crescendo, e cresecendo, e crescendo... As outras damas da banda foram recrutadas, e assim se fez The Flips. Algo, de primeira já se pode afirmar, elas não começaram do nada, pois a banda é formada por membros de bandas conhecidíssimas no meio 'garage', como Tuff Bananas, Sticks'n'Stones, Sugar Stems, The Riveters, Plexi 3... E a formação acabou sendo essa: Wendy Norton (Voz e guitarra - ela toca numa Vox très chic!!), Natalie C (Guitarra e voz), Feraim Albano (Batera), Betsy Hiebler (Voz), Stephanie Swinney (Baixo) e Francoise Switalsk (Piano and Voz). Essas meninas de Milwaukee, caros drugies, são excelentes no que fazem. Uma coisa márlinda de jezúiz!!!! Elas conseguem pegar o que os anos 60 tinha de melhor e traduzir tudo naquela áurea doce e adolescente das baladinhas empogantes sixteens. Um som extremamente honesto, claro, bem tocado, certeiro na proposta, e com excelentes influências: coisas como The Ronettes, Martha Reeves and the Vandellas, The Primettes, até Delmonas, Beatle-ettes, Jacqueline Taieb, Nancy Sinatra... The Flips consegue fazer tudo isso entrar nos seus ouvidos de uma vez só, sem perder a doce inocência dos anos 60.



Então, não deixem de baixar The Flips!! Que gosta dos anos 60, vai simplesmente ficar fall in love por elas...





The Flips MySpace


Beijumiliguem,

and...

Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Guachass

As influências citadas pelas próprias passam por AC/DC, Stooges, Sabbath, MC5, Chuck Berry... mas a verdade, pelo menos pra mim, é uma: essas meninas são o Motorhead de saia. Vindas da grande Montevidéu (primeira banda feminina q eu conheço de lá), elas arrasam com qualquer ouvido tradicionalista. O som trata-se de um rock n' roll sincero, honesto, mas nem por isso limpinho e comportado. Guachass é a personificação musical da agressividade feminina e da sensualidade ao mesmo tempo. A voz sexy da "cantante" Camila Jettar monta um par perfeito com a sonoridade agressiva e pulsante do restante da banda, que são Mariana G. Deus (guitarra) e Florencia B. Ungo (Baixo). Nas peles, elas contam com um nobre rapaz chamado Federico Mollinari.



Essas moçinhas tem por volta de seus tenros 20 aninhos, e tudo começou em 2004, quando, segundo elas, surgiu a necessidade de evoluir. Camila e Florencia vinheram de uma das primeiras bandas femininas de Uruguay, chamada Tom-Boy. Elas represetaram tão bem o que queriam que foram recebidas à aplausos de pé por praticamente toda cena underground latino-americana. O primeiro LP oficial foi lançado em 2007, produzido por Sergio Chotsourian, guitarrista da conhecida banda uruguaia Los Natas, que meio que "apadrinhou" as meninas.

Elas são realmente de surpreender, não há dúvidas. E se o seu lance, caro drugie, for um rock n' roll sincero, agressivo e sem frescuras, pode conferir Guachass, porque o caminho é esse aí.





Beijumiliguem!!!


Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Masshysteri

Soando na mesma linha dessas novas bandas européias de punkrock que vem surgindo do começo dos anos 2000 pra cá, o Masshysteri é mais uma dessas coisas lindas de se ouvir. Formada por ex-integrantes de bandas maravilhosas como The Vicious, Lost Patrol Band e Regulations, essas três pessoas vinheram da Suécia, mais precisamente de um lugar chamado Umeå. E eles estão aqui no blog pq contam com a presença (e a voz linda) de uma gatchenha chamada Sara Almgren (baixo/vocal). Além dela vem mais dois caras, que são Robert Pettersson (guitarra/vocal, ex-vocalista do Vicious), e Erik Viklund nas peles (Sempre aparece outra menina tocando guitarra nos vídeos e nas fotos da banda tocando ao vivo, só que ela não é citada como membro da banda). Além do pouco que falei aqui, eu não sei nada sobre eles, só sei q a banda é linda, merece ser conferida, e apreciada com carinho. Desculpem o post breve, e feito nas coxas, drugies, mas é que realmente eu ando sem tempo pra muita coisa... uma delas é pra postar aqui. Muitos problemas na cabeça, muita coisa pra resolver e muita correria na vida.
Mas é isso. C'est la vie, c'est la vie...









Beijumiliguem!!!

Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

GARAGE, GIRLS, ETC. A Garage Girls Copilation Vol.1 e 2

Drugies, essa é a nossa primeira coletânia... Não sei se tá muito cool, pq é a primeira vez q faço. Não tenho muita experiencia com tais coisas. Mas nunca é tarde pra aprender, né?! Ela foi feita com muito carinho, direto do meu coração pra vcs =P A copilação está dividida em dois volumes, somente garage girls bands e algumas com vocal feminino. Também não dividi por épocas, o tempo tá meio misturado. Mas em fim, eu espero de coração que vcs se divirtam de cum força!! Afinal, garage, antes de qualquer coisa, é música pra dançar... Segue aí o set list...


Garage, Girls, Etc. A Garage Girls Copilation Vol. 1


1. Supersnazz - Black Cat
2. DollSquad - Don't You Go Go
3. The Love Me Nots - You're Really Something
4. As Mercedes - Bloody Mary
5. Biônica - Bionissima
6. Las Curvettes - Shake It!
7. Dara Puspita - Believe Me
8. Delmonas - Your Love
9. The Ettes - To Arms
10. The Micragirls - White Devil Of The Yellowstone
11. The Boonaraaas - Bad Girl
12. Shonen Knife - Lazybone
13. Gore Gore Girls - No Big Things
14. Kelsom Hashin & Plastic Deers - Pemuda Pemudi Sekarang
15. Les Intrigantes - Hellow Goodbye





Garage, Girls, Etc. A Garage Girls Copilation Vol. 2



01. Les Terribles - Candides
02. Luv D'Ones - Dance Kiddance
03. Fabienne Del Sol - Lasser Tomber Les Filles
04. Diaboliks - He's Got Everything
05. Gore Gore Girls - Star Struck
06. Cherry Overdrive - Ventures
07. Delmonas - Tweest and Shout
08. The Micragirls - Lone Twister
09. The Headcoatees - Punk Boy
10. The Bristols - Baby, I Got News For You
11. Cecília Et Ses Ennuis - J'aime penser qu'un jour
12. The Cherrypops - Wolken Zulker Himmel
13. The Ultra Bimboos - Liar Liar!
14. The Shimmys - Go-Go Teen


Beijumiliguem!!!



Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Chrissie Hynde (The Pretenders)


O rock/pop tem um nome, e ele se chama Chrissie Hynde, uma respeitável senhora de Akron (EUA), conhecida hoje como o único membro permanente do famoso grupo The Pretenders. Ela se mudou pra Inglaterra desde 1973, e ficou conhecida primeiramente como repórter de uma revista especializada em bandas de rock. Formou o Pretenders em 1978, depois de ter participado de um projeto do famoso Malcolm McLaren, e ter chegado a tocar com Mick Jones do The Clash em 1975.

Uma curiosidade, que nem eu sabia: em 2004, ela se mudou pro Brasil, mais precisamente pra São Paulo, e ficou um tempo tocando com Moreno Veloso (eeeeca!!!!), e só por esse detalhe eu já quase dou uma brochada (hauhsuahs... tou exagerando, gente...), mas só pelo fato dela ser uma das poucas mulheres (tendo suas origens no punk, diga-se de passagem...) que permaneceram na liderança de uma banda depois de tanto tempo, e por lutar ativamente pela defesa dos direitos dos animais, ela já ganha meu total respeito.







Desculpem por tanto tempor sem postar, e pelo post tão pequeno. É apenas a falta de tempo, caros drugies... mas, mais uma vez, vou tentar atalizar pelo menos toda semana...


Beijumiliguem

and



Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Barulho No Beco - 04.10.2009

Só pra contar nos altos que esse foi um dos shows mais fodástico q eu fui esse ano. Gente, não tem pra ninguém, Nasdir Drinks, localizado no obscuro Beco das Frutas, na cidade de Mossoró/RN é o CBGB's do Nordeste... toda banda tem que passar por lá... hauhsu E o mais legal de tudo na noite, toda banda tinha mulher... Mahatma Gangue tinha minha amiga Ingrid na guitarra destruindo os corações, Cereal Killer tinha minha amiga Camila tocando baixo e fazendo os gato pirar (AGP! AGP!), na Skate Pirata, q foi um show destruidor diga-se de passagem (a banda tá cada vez melhor) tem a Mônica como frontwoman, e na Cão Nos Coro tem a AnGad tocando baixo... Em fim, estou postando isso aqui pra registrar mesmo! Pq, repetindo, foi um dos melhores shows do ano, tanto pelas bandas como pelos amigos. Energia da porra!!!! Continuemos assim!!! Bola pra frente!!! Um beijumiliguem bem gostoso pra todo mundo!!! E... uhúúúúúúúú!!!!!!!!!!!! \o/

terça-feira, 22 de setembro de 2009

As Mercenárias

Em meio a uma cena onde a música punk no Brasil era dominada por homens (vide Cólera, Inocentes, Olho Seco, Ratos do Porão), as universitárias da PUC e USP Sandra (baixo), Ana (guitarra) e Rosália (vocal) resolvem chamar a atenção como As Mercenárias.

Pois é, o Brasil também não nos deixou a desejar quanto a bandas femininas na década 80. Pois esta trata-se tão e somente de uma das melhores bandas de rock/punk que o Brasil já conheceu, principalmente em se tratando de criatividade, irreverência e autonomia. Tudo teve início em 1981, em São Paulo, quando as moças se conheceram num jogo de handball. As Mercenárias chegaram chutando tudo pra cima! Enquanto a galera do punk manchavam tudo com aquele visual preto sério e sisudo, elas preferiam tudo colorido. Enquanto os meninos (em sua maioria garotos de periferia) faziam as músicas da forma mais simples e "três acordes" que se possa imaginar, As Mercenárias "complicavam" suas músicas um pouco mais. Elas usavam vários arranjos, e apesar da predominância punk elas não despresavam a influência new wave, o que acabou deixando a música mais bem acabada. Elas possuíam a influência clara do punk "linha dura" dos Sex Pistols e Dead Boys, mas ao mesmo tempo havia uma carga pesada de influências como Siouxsie and the Banshees e Joy Division, fazendo com que elas brincassem livremente entre o pós-punk e o new wave. As letras, mesmo também com temáticas escrachadamente punk, eram escritas de forma muito mais lírica, o que já fazia um diferencial. Um detalhe importante: o primeiro baterista foi, o ainda desconhecido na época, Edgar Escandurra (pra quem não sabe, integrante do Ira! =P). Mas ele passou pouco tempo, e quem acabou assumindo o posto foi Lou, que tornou a banda então 100% feminina. Adeptas do "Do It Your Self" elas faziam as composições, tocavam os instrumentos e produziam os próprios shows sem a ajuda de ninguém.


O primeiro LP dessas moças, o conhecido "Cadê as Armas?", foi lançado por um selo independente chamado Baratos Afins, em 1986, que traz a famigerada faixa Polícia (que nem é a dos Titãs, apesar de alguns afirmarem (e outros negarem) que a "Polícia" dos Titãs era de fato influência delas), e outras como Me Perco Nesse Tempo e Pânico. O segundo LP, intitulado "Trashland", de 1988, já foi lançado pela grande gravadora EMI, que após o lançamento do disco e apesar do sucesso (o disco foi considerado o melhor do ano pela ShowBizz), a EMI deu "um pé na bunda" das meninas sem maiores explicações. E assim, mesmo com um certo sucesso e visibilidade, As Mercenárias, acabaram deixando para a posteridade apenas esses dois citados LPs. Elas deram um fim na banda logo após o lançamento de Trashland. Porém, todavia e no entanto, em 2005, foi lançada a coletânea "O Começo do Fim do Mundo - Beginning of the End of the World: Brasilian Post-Punk 1982-85", que reune exatamente as 10 faixas de "Cadê as Armas" e mais outras 6 faixas que fazem parte do "Trashland".





Um certo rapaz escreveu um texto interessante e bem escrito sobre elas, que eu , apesar de descordar de algumas coisas, achei bem legal. Caso se interessem, caros drugies, dêem uma olhada AQUI.



Beijumiliguem

&

Rock On, Baby!!!