Mostrando postagens com marcador vocalistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vocalistas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Lady Dottie and The Diamonds (+ Resultado do Sorteio)

Postando com muitos dias de atraso, mas tudo bem... o importante é q estou aqui. Passei vários (vários mesmo...!!!!) dias da semana passada tentando upar o vídeo do resultado do sorteio da latinha no VOCÊtube, mas infelismente eu não sei se é a conexão que tá muito ruim, ou se é o site q tá com problemas, não cosegui de jeito nenhum. Não passava de 17%. Quando chegava em 17, dava erro. Mas ontem à tarde, finalmente deu certo e eu consegui postar o vídeo... e pus logo abaixo pra vcs. Maaaaaaas. antes de ler sobre o resultado do sorteio... quero falar rapidamente sobre um assunto, e digo rapidamente pq esses dias este assunto está sendo a bola da vez. Porém, eu queria muito expor ainda que rapidamente a minha indignação. Independente de qualquer coisa, eu sou feminista demais pra não me indignar. Sendo assim, eu não poderia deixar de me revoltar com fatos como os ultimos acontecidos nesse tal BBB12. Além de mostrar o que a gente já tá morto de cansado de saber, mostrou ainda o tipo de crápula que eles selecionam pra pôr lá dentro daquela casa imoral, pra todo mundo assistir, e em horário nobre, diga-se de passagem... Lamento até mesmo o nome dessa bosta que chamam de reality show, inspirado num livro tão bom, tão conscientemente crítico e tão bem escrito do nosso genial Orwell, pra se popularizar numa merda tão sem sentido como esse tal BBB. Mas, o pior, o pior mesmo de tudo é escutar (e ler) comentários do tipo "Quem mandou beber demais!!!", "Aquilo é uma puta!!", "Tá ali pra aquilo mesmo..."... e mais uma vez a cópia da cópia da cópia: a velha história de culpar a vítima!!! E o crápula sai do programa totalmente ileso, são e salvo, sem ser, no mínimo,  arranhado, pelas consequências da situação monstruosa que ele criou. A mulher ficou na casa, e com certeza, sai do BBB (eeeeaaaaargh!!) direto pra PlayBoy, talvez levando consigo algum rótulo "engraçado" relacionado ao ocorrido, mas ele saiu. Saiu como uma forma de abafar o caso. Porque foi essa a forma que a Globo encontrou de "contornar" a situação: abafar o caso! "Tira o cara do programa, ninguém toca mais no assunto e tá tudo resolvido!" E assim será. Daqui a pouco ninguém lembra mais, porque no nosso país a "cultura da falta de memória" ou a "cultura da memória curta" é muito forte e a Rede Globo sabe disso muito bem. Isso sim é "reality show". Isto é, com certeza, a realidade: a vítima é a culpada pelo esturpro, pelo assédio, pela violêcia. Eles só estão mostrando a realidade, porque como eu disse... a Rede Globo sabe disso muito bem. Reality show.









Bom, eu li este artigo agora a pouco, está assinado na internet como sendo do Luís Fernando Veríssimo (contista brasileira do qual sou fã de todo coração), mas sendo realmente dele ou não, ele está muito bem escrito e descreve da forma como merece esse lixão que leva o nome de "Big Brother Brasil". Portanto, está aqui:

Artigo sobre o ''BBB''

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. [...] Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
[...] Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

Obs.: BBB* - Big Brother Brasil

( Luís Fernando Veríssimo )


================================================



Sobre o sorteio: gente o vídeo tá aí! Somente 3 drugies comentaram, então só fiz entre estes, lóóóógico, dããããã!!!!! Aí quem ganhou foi o Adjudant Cruchot, que me mandou mui generosamente um link pra um álbum dos Bristols, que por sinal eu já tinha, mas de toda forma valeu a intenção (Y). Sorteei depois o outro papelzinho, como viram no vídeo, e saiu o nome de Camarada R (que já disconfio quem seja, por mais q ele queira se ocultar ¬¬ ), e se for quem eu tou pensando não ganha a latinha, hahahahahah (brincadeirinha =P ), e o terceiro foi a minha colega-blogueira-rockeira-rockpride-666-muitodoida Daia Scarlet. Aí nós vamos fazer assim: vou dar o prazo até a semana que vem, mais precisamente terça (24/01), para Adjudant Cruchot aparecer e me passar o endereço. Se não aparecer a bola passa pro segundo, que seria Camarada R. E daí mais uma semana de prazo pra aparecer. Caso não apareça também, Daia Scarlet ganha a latinha, claro se me passar o endereço, que também terá uma semana de prazo. Então é isso. 




So... Adjudant Cruchot. You won a gift personalized blog, and you can contact me by email ltatilf@gmail.com to give me your address. I await your contact until tuesday, 01-24-2012.


Agoooooooora, eu tenho o prazer de trazer pra vocês, drugies, que gostem de um bom soul, essa negona maravilhosa.

My Space

Lady Dottie, ou Dorothy Mae Whitsett, de San Diego, começou a cantar ainda criançinha, no banheiro, na cozinha, na rua, na porta de casa, na igreja e na escola. Hoje, por volta dos seus 67 aninhos, dona Dottie arrasa!!! Soul fuderoso, arrepiador e turbulento, botando a finada barraqueira Amy Winehouse no chinelo! Have Love Will Travel, clássico de Richard Berry, regravado por Sonics, e mais N bandas e cantor@s, ficou pulsantemente furiosa nas mãos da negona. Como meu amigo Raphael Lixo Jovem afirmou uma vez, "parece ter saído de uma garagem dos anos 60". Também, dava pra esperar algo diferente de uma veterana da cena RandB dos States? As influências vão de garagistas sessentistas como Sonics até a "nata" da música negra americana: de Billie Holiday à Ike and Tina Turner, ela te leva ao mesmo tempo ao céu e ao inferno. E The Diamonds, a banda de apoio de Lady Dottie não mata, mas arrasa com qualquer cidadão empolgado... ôôô bandaarretadadamolésta!!!!!! Não pense em ficar parado com dona Dottie!! Ela manda você se agitar imediatamente!! Fãs de Bellrays, já devem (ou vão) adorar essa negona!!!! (SOUL is soul, gente!!!!)




(Link roubado do Guga, do blog Polimorfismo Perverso)

Rock On, Baby!!!
e NÃO assistam BBB, por favor!!!!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Vocalistas: Fabienne Delsol (+ Sorteio)


Fabienne Delsol é mais uma daquelas figuras inoxidáveis do garage ds anos 90. Totalmente fã e inegavelmente influenciada pelo anos 60, ela esbanja, exala, e canta com toda uma sensualidade que não fica devendo nada a uma Nancy Sinatra ou a uma France Gall.

A voz de Fabienne começou a se soltar quando ela entrou para o Bristols, um projeto de estudio de Liam Watson e Deegan Ed, dois produtores da Toerag Studio, e que também incluía membros dos Headcoats (Salve! Salve!). Ela se mudou pra Londres em 96, (Sim, porque ela é francesa, de Limoges...), atraída pela cena britância, e entrar para os Bristols foi quase que imediato. A banda chegou ao fim, depois de dois álbuns, alguns singles e várias turnês pela Europa. Mas a sede por cantar de nossa Fabienne era grande, e por este motivo mesmo ela passou a seguir carreira solo.



No começo com dificuldades, mas depois recebendo o apoio de produtores renomados, Fabienne tem músicas hoje até em comerciais de marcas de sapato. Ela também regravou Lasser Tomber Les Filles, sucesso pop dos anos 60 que também foi regravado por April March , também em francês, e numa versão em inglês que ficou chamada de Chick Habit (A música está na trilha sonora do filme Death-Proof, de Quentin Tarantino - Salve!Salve!). Seu último álbum foi lançado em 2010, e se chama "Oh My Mind", claro que com uma produção definitiva e sobrecarregada dos anos 60, com músicas em francês e inglês como é o seu costume. Um detalhe: Fabienne é do Damaged Goods, mesmo selo de grandes nomes como o mestre Billy Childish (Salve! Salve!) e suas bandas, Holly Golightly, Buzzcocks, The Revillos, e mais um monte de gente bacana.

O álbum aqui disponível é o primeiro: No Time For Sorrows, de 2004.

Agora eu deixo vocês viajando com Fabienne, e toda a sua áurea sessentista. Os amantes do pop 60's vão babar por ela.




PS.: Tentei muito upar pelo MediaFire, mas estes dias a conexão tá uma bostona e eu não consegui de jeito nenhum. Acho q o 4Shared tbm dá certo... ;-)
==========================================

E quanto ao sorteio da latinha... A parada é o seguinte:
CLIKA AQUI!!!


Beijumiliguem!!!

Rock On, baby!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vocalistas: Debbie Harry (Blondie)

A hitória de Debbie Harry se confunde, logicamente, com a história do Blondie, mas nem por isso ela teve menos brilho. Pelo contrário, credito que dona Debbie foi uma grande impulsionadora para que o Blondie desse um passo a mais e transcedesse aquela vertente mais rápida e furiosa da música punk. Era a sua voz que dava à banda aquela sonoridade mais calma e melódica... o punk estava ali, claro, presente nas guitarras aguçadas, mas aquela alma pop do new wave, essa sim, nossa Debbie trazia à flor da pele. Justamente por este motivo que ate hoje o Blondie ficou ali, no meio da balança... moderando entre o punk à la Ramones e o peso distante dos acordes de Mink DeVille. Propositalmente, Debbie Harry sabia muito bem disso.

Ela nasceu em 1945, em Miami... (Viiiiixe, a gata hoje está caminhando para os seus 72 aninhos...). Com a visibilidade que ganhou no Blondie, é claro que ela não iria deixar de investir numa carreira sólo. E assim, Debbie ainda gravou alguns álbuns e, tendo sido também atriz, estreou em alguns filminhos... Tudo começou com uma bandinha chamada Angel and The Snakes, que composta por Debbie, Chris stein, Clem Burke, Jimmy Destri e Gary Valentine, passou a se chmar posteriormente de Blondie. O Blondie teve um fim provisório em 82, depois do lançamento do álbum The Hunter. Gravaram dinovo em 99 o álbum No Exit. Mas como eu já disse, nada impediu de Debbie seguir com sua vida. Seu último album solo data de 2007, chamado "Necessary Evil". E segundo consta nos altos (ou seria 'aUtos'???), o Blondie continua na ativa, mesmo com todos esses aninhos da nossa camarada. Mas, vamo combinar, idade só atrapalha pra quem se deixa atrapalhar, nemêzzzz??!!! Bom, por outro lado, nossa Debbie não deixa de ter aquelas chaticezinhas da idade... Recentemente, numa entrevista ao site Bang Showbiz ela disse que "a indústria musical já está arruinada. Computadores, internet e downloads de músicas arruinaram completamente a indústria da música e tudo aquilo pelo qual os artistas trabalharam", complementando: "Me lembro quando o vinil foi corrompido pelas fitas K7 e toda a indústria pirou pensando que ninguém mais conseguiria vender discos, desde então isso vem acontecendo gradualmente". E agora eu dou uma de enxerida, e vou discordar dizendo que, ao meu ver a internet ajudou a muitos artistas, no sentido de divulgação e maior e mais fácil acesso às músicas. O período de ganhar grana vendendo música propriamente dita e de grana e mais grana pra conta bancária das grandes gravadoras está sim, felismente, vendo sua cova. Mas isso não siginifica que o artista esteja desvalorizado, pelo contrário... ele está mais valorizado, mais pessoas o conhecem, e escutam e apreciam sua música... o problema é que ganhar dinheiro vendendo disco agora já era. O negócio agora é ganhar dinheiro com shows, que no fim das contas foi sempre a melhor e mais lucrativa forma do artista ganhar o dinheirinho pelo qual trabalha, porque a gente sabe que na venda de discos a maior parte (e quando eu digo maior é a maioooooor mesmo...) dos lucros sempre foi pra gravadora. Eu acho q muita gente discorda de mim, mas sempre pensei o seguinte: não há nada mais mais gratificante para o artista do que ver aquele público cantando suas músicas junto com ele, alegre, feliz, por está ali vendo o seu ídolo. O artista ganha o seu cachê e ainda se diverte e é recompensado com o carinho do público. A internet possibilita o maior número de pessoas nos shows, porque mais pessoas passam a conhecê-lo. As grandes gravadoras que se virem pra explorar milhões dos artistas agora. As coisas estão mudando um pouco... É, amiga Debbie... é melhor se adequar as mudanças, e as novas formas de acesso à música... Eu te acho linda, maravilhosa, poderosa e très chic, mas nesse ponto, vamos discordar...


Upado pelo blog Rocktown Downloads




Essa música, do último álbum, lançado em 99 foi sucesso absoluto!!! E Debbie como sempre arrasando!!!
Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Vocalistas: Mary Weiss

Hellow, drugies... pegando o embalo da Kim Gordon, resolvi fazer aqui uma série de vocalistas, que nem eu fiz com as girl groups, e o riot grrrl... Já tinha isso em mente fazia um tempinho, agora vou pôr em prática, e começando por essa moça/mulher/senhora aqui... Bom, vocs devem lembrar das Shangri-Las, né? Pois é, então se liguem aqui...

Mary Weiss nasceu no Queens, bairro novaiorquino, aos 28 de dezembro de um ano que ela não revela. Mas, acredito eu que a Sra. Weiss já tenha por volta dos seus 65 à 70... Sim! Mary Weiss já é uma senhora! Mas quem disso que isso dimiui o talento de alguém??? Nas sua adolescencia, ela admirava Neil Sedaka, e cantou em coros de igreja e em peças teatrais na escola. Porém, não se enganem: o tempo não levou a essencia sessentista de Mary. Ela ainda cultiva aquele jeitinho encantador daquela mocinha que encantava a geração teen dos 60's com as Shangri-Las. Mary ainda tem uma voz maravilhosa e suas canções, mesmo que gravadas contemporaneamente, ainda nos envolve naquela alma vintage dos sixties. Claro que o sucesso estrondoso das Shangri-Las nem de longe se compara as aparições discretas de Mary na indústria musical atual, porém isso é o de menos porque os amantes do pop dos anos 70 e 60 vão curtir por demais as melodias da nossa diva que não deixou de lado tais influencias. Suas canções ainda trazem consigo o melodrama das Shangri-Las, e o clima jovial dos anos 60, quando ela ainda era aquela mocinha, em pleno auge dos seus ternos 16 aninhos. Parece que Mary nasceu pra isso, e na época certa.

Ela estorou nas paradas com as Shangri-Las por volta de 64. Em 68 o grupo se separa, e Mary vai embora para San Francisco. Elas ainda tentaram reatar as coisas umas duas vezes, mas não deu muito certo. E a Sra. Weiss desiste do show business, e volta para Nova York, dessa vez como vendedora de roupas (imaginem...)... depois disso, mudou de emprego para uma empresa de arquitetura, e segundo ela própria, levou esse trabalho muito a sério. Foi em 2006/2007 que Mary viu que seu negócio era mesmo a música... e fez o caminho contrário: largou tudo pra voltar a cantar. Grava e lança, pela Norton, o álbum Dangerous Game, que como eu já disse, apesar de ter sido gravado atualmente, as influências sessentistas de Mary são bem claras: órgãos, coros, melodias melodramáticas (redundante???!!!)... e todo o modus operandi de uma "one girl group" (gostaram do termo??????... Eu que inventei!!!! Sozinha, sozinha... sem a ajuda de ninguem...  =P   ahushaushuahsuahus). Se vocês gostam das Shangri-Las, não tenham a menor dúvida que também vão curtir de montão a nossa amiga Mary. Música para dançar agarradinho, ou escutar na roda gigante comendo maçã-do-amor (eu acho isso tão.. tão... vintage...)...

Eu vi por algum lugar que, depois deste álbum solo, ela iniciou o trabalho em um novo álbum, mas procurei, procurei e não achei nada sobre este outro. Acredito que ainda não tenha sido lançado. Mas fica ae, Dangerous Game, de 2007, pra vcs, caros drugies...


Mary arrasando com o clássico "Leader Of The Pack"



Beijumiliguem!!!


Rock On, Baby!!!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Wanda Jackson


Você deve ter ouvido "Let's Have a Party" várias vezes na sua vida, cantada por vários artistas, mas na minha opinião, apesar da versão original ter sido gravada por Elvis (Salve! Salve!), foi com ela que a música ganhou ainda mais cara de rock n' roll. Você ouviu várias vezes na sua vida, eu tenho certeza, Celly Campelo (Salve! Salve!) cantando "Estúpido Cupido", mas alguém já lhe disse que a versão original se chama "Stupid Cupid" e sua porta voz se chamava Wanda Jackson??
Wanda Lavonne Jackson nasceu em 1937 no estado de Oklahoma (EUA), e foi um sucesso na "rock n' roll music" dos anos 50 e 60. Conhecida como "Rockabilly Queen", Wanda foi inclusa no Rock and Roll Hall of Fame como nome de peso no ano de 99. A moça começou a tocar em 1942, quando ganhou um violão de seu pai, e em 1956 ganhou um concuros de talentos que lhe rendeu um programa de rádio. Quando o produtor Hank Thompson a ouviu no rádio convidou a moça para se apresentar com sua banda The Brazos Valley Boys. Foi quando ela gravou o single "You Can't Have My Love", que alcançou o 8º lugar nas paradas. Nesta mesma época, Wanda pediu a gravadora Capitol Records que a assinasse, e a resposta do produtor Ken Nelson foi "No, girls don't sell records". Nelson teve que engolir o que disse em 1959 quando Wanda ficou no Top 40 com o hit "Let's Have a Party". Passou a dividir o palco com Elvis, Jerry Lee Lewis, e montou sua própria banda, que ela mesma apelidou de "The Party Timers", e no inicio da década de 60, a moça já ganhava o Grammy de melhor performance de vocal feminino da música country. Très chic!!! É ou não é?

Wanda foi namorada de Elvis Presley, e desde 1961 é casada com Wendell Goodman, com quem está até hoje e é seu manager. Ela voltou a morar em Oklahoma, e está lá até hoje também. Um de seus últimos trabalhos foi produzido pelo excentrico Jack White (The White Stripes). Agora, façam como eu e se deliciem com as canções de Wanda. Um presente para os adoradores do bom e original rockabilly...







Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Loretta Lynn

Loretta Lynn Official Website

Caros drugies, mais uma vez, mil desculpas... O blog anda realmente meio deixado de lado ultimamente, i know. Eu nem vou prometer mais que vou ser mais assídua ultimamente, até porque realmente não dá. Embora não pareça, mas gravidez é algo que realmente toma nosso tempo. Já tou na reta final (nos últimos três meses), e queria realmente está aproveitando mais a minha vida com as coisas que eu gosto, já que daqui a pouquíssimo tempo eu não terei mais tanta disponibilidade assim pra essas coisas, pelo menos por um bom time, maaaaas... realmente não dá, minha vida tem sido trabalho-obstetra-cama-trabalho-obstetra-cama... Ando ainda mais cansada, e minha disposição pra tudo tá lá "na chon". Porém, todavia e no entanto, eu acho que já afirmei aqui várias vezes: eu não vivo sem música! Música é algo que me acompanha em todos os momentos da vida, todos mesmo! De verdade! E minha gravidez está sendo sonoramente trilhada por muito folk, country e rockabilly, todos feitos por mulheres maravilhosas que estão cada vez mais e mais dentro do meu coração. Se depender de escutar pra minha filha gostar desse tipo de música, já sabe que ela vai ser uma das maiores fãs de country e rockabilly, porque é só o que ela tem escutado dentro da minha barriga (que por sinal está cada vez mais maior!!!).

Esta diva encantadora, mulher maravilhosa, que vos trago agora caros drugies, tem sido uma das minhas maiores amigas nesses períodos de barrigona. Minha companhia musical constante. Trata-se nada menos do que a senhora Loretta Webb, popularmente conhecida como Loretta Lynn. Ela, que nasceu em 1935, em Butcher Hollow, nos Estados Unidos, é uma das maiores expressões femininas do folk/country americano. Ela é cantora e letrista (ignorem, caso não curtam muito, a parte gospel de Loretta), e suas canções são mais ou menos a história de suas experiências de vida. Ela nasceu no interior, e seu pai era mineiro. Loretta casou aos 13 anos de idade, e logo teve filhos. Quando tinha 24 anos, ela ganhou seu primeiro violão (presente do marido), e gravou seu primeiro disco no ano seguinte, isto por volta do final da década de 50. Mas o interessante mesmo de Loretta, além de sua voz maravilhosa, e sua música linda, foi o fato dela ter rompido um pouco com aqueles padrões conservadores da música country. Ela cantava sobre traições, controle de natalidade, sobre a guerra do Vietnã, e muitas vezes, algumas rádios se recusaram a tocar suas músicas. Desde 1963 até o ano passado, Loretta Lynn possui uma discografia vastíssima. Ela está ainda na ativa, e inclusive, em 2010, ela foi homenageada no aniversário de 50 anos da música country, recebendo o Grammy Lifetime Achievement Award. E em 2010 ainda, foi lançado um tributo a ela chamado "Coal Miner's Daughter: A Tribute to Loretta Lynn", que conta com a participação de nomes como Paramore, Sheryl Crow (com quem Loretta canta junto uma música) e The White Stripes (Jack White, como sempre, se garantindo!!).

E por está me embalando muito ultimamente, que trago a música de Loretta até vocês, drugies... Mais precisamente o álbum Van Lear Rose, de 2004.

Loretta e Jack White arrasando!!



Rock On, Baby!!!

sábado, 8 de novembro de 2008

Ronnie Spector (She Talks To Rainbows)

Bom, vcs lembram (lembrar de ouvir falar, não lembrar de lembraaaaar... heheh) das Ronettes?? Ééééé... Aquele girl group da década de 60! Pois é... uma das moças, linda e maravilhosa, a 60's bad girl, a saudosa Ronnie Spector, hoje em sua carreira sólo, nos deu de presente esse belezura de EP... EP este que foi produzido por quem??? Por quem??? Por queeeeeeeeeemm?? Por ninguém menos que Joey Ramone (Salve! Salve!)... Perfect!!!!!

O Ep traz 5 musicas liiindas, entre elas "She talks to Rainbows", que se com os Ramones já é linda, imagina na voz da Ronnie, e outra é o clássico das Ronettes "Bye, bye, baby", cantada por ela e por Joey... Então, é uma coisa que, quem ainda não teve o prazer de ouvir, vale a pena conferir...





Baixem aí, miguXos! Eu agarantchu!!! Ronnie Spector, très chic como ela só, num lance produzido pelo Joey, cananto com ela em uma faixa?? Putzz... é o tipo de coisa que não dá pra perder!!!... Vai lá!!! Baixa ae, sem medo de ser feliz!! Esse é EP está muuuito cútchi cútchi!!
"A vida é dura!"


Hasta el proximo post...
com mutcho doce de leite com chocolate, e bolo de banana...


Rock On, Baby!!!!!!!