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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Loretta Lynn

Loretta Lynn Official Website

Caros drugies, mais uma vez, mil desculpas... O blog anda realmente meio deixado de lado ultimamente, i know. Eu nem vou prometer mais que vou ser mais assídua ultimamente, até porque realmente não dá. Embora não pareça, mas gravidez é algo que realmente toma nosso tempo. Já tou na reta final (nos últimos três meses), e queria realmente está aproveitando mais a minha vida com as coisas que eu gosto, já que daqui a pouquíssimo tempo eu não terei mais tanta disponibilidade assim pra essas coisas, pelo menos por um bom time, maaaaas... realmente não dá, minha vida tem sido trabalho-obstetra-cama-trabalho-obstetra-cama... Ando ainda mais cansada, e minha disposição pra tudo tá lá "na chon". Porém, todavia e no entanto, eu acho que já afirmei aqui várias vezes: eu não vivo sem música! Música é algo que me acompanha em todos os momentos da vida, todos mesmo! De verdade! E minha gravidez está sendo sonoramente trilhada por muito folk, country e rockabilly, todos feitos por mulheres maravilhosas que estão cada vez mais e mais dentro do meu coração. Se depender de escutar pra minha filha gostar desse tipo de música, já sabe que ela vai ser uma das maiores fãs de country e rockabilly, porque é só o que ela tem escutado dentro da minha barriga (que por sinal está cada vez mais maior!!!).

Esta diva encantadora, mulher maravilhosa, que vos trago agora caros drugies, tem sido uma das minhas maiores amigas nesses períodos de barrigona. Minha companhia musical constante. Trata-se nada menos do que a senhora Loretta Webb, popularmente conhecida como Loretta Lynn. Ela, que nasceu em 1935, em Butcher Hollow, nos Estados Unidos, é uma das maiores expressões femininas do folk/country americano. Ela é cantora e letrista (ignorem, caso não curtam muito, a parte gospel de Loretta), e suas canções são mais ou menos a história de suas experiências de vida. Ela nasceu no interior, e seu pai era mineiro. Loretta casou aos 13 anos de idade, e logo teve filhos. Quando tinha 24 anos, ela ganhou seu primeiro violão (presente do marido), e gravou seu primeiro disco no ano seguinte, isto por volta do final da década de 50. Mas o interessante mesmo de Loretta, além de sua voz maravilhosa, e sua música linda, foi o fato dela ter rompido um pouco com aqueles padrões conservadores da música country. Ela cantava sobre traições, controle de natalidade, sobre a guerra do Vietnã, e muitas vezes, algumas rádios se recusaram a tocar suas músicas. Desde 1963 até o ano passado, Loretta Lynn possui uma discografia vastíssima. Ela está ainda na ativa, e inclusive, em 2010, ela foi homenageada no aniversário de 50 anos da música country, recebendo o Grammy Lifetime Achievement Award. E em 2010 ainda, foi lançado um tributo a ela chamado "Coal Miner's Daughter: A Tribute to Loretta Lynn", que conta com a participação de nomes como Paramore, Sheryl Crow (com quem Loretta canta junto uma música) e The White Stripes (Jack White, como sempre, se garantindo!!).

E por está me embalando muito ultimamente, que trago a música de Loretta até vocês, drugies... Mais precisamente o álbum Van Lear Rose, de 2004.

Loretta e Jack White arrasando!!



Rock On, Baby!!!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Cat Power


Ahhhh, sabe aqueles dias que vc acorda numa trilha sonora??? Aqueles dias melancólicos, mas não uma melancolia triste, eu estou falando de uma melancolia doce, que te deixa numa tristeza gostosa, sabe??? Com saudade de não-se-sabe-o-quê, entende???... Pois é isso mesmo. Diante desse clima que meu dia hoje está, lembrei dela. Dessa mulher sensacional, inteligente, e de um bom gosto musical raríssimo nos grandes nomes da música pop hoje em dia. Acho que todos já conhecem ela, mas caso alguém que não tenha ainda descoberto essa pérola passe por aqui, eu tenho todo prazer de apresentar: esta é Charlyn Marie Marshall, ou se preferir Chan Marshall, ou mais ainda, ela é a graciosa CAT POWER, banda de uma mulher só (ela mesma...), que teve início entre 1992/93. Eu acho ela très chic!!!!... fófis demaaaais da conta!!!!...

Então, conheci ela quando estava ainda no ensino médio. Quem me apresentou foi um amigo, o Raphael do blog Teen Trash, numa coletânea da Matador Recs. chamada "What's Up, Matador?". Desde então, meu coração bati-bati por Cat Power. Eu sou adepta daquela teoria de que a vida tem trilha sonora, sabe?? E pra mim, Chan e suas músicas são a trilha perfeita pra certos momentos... que o diga meu dia de hoje!! Não sei, mas a impressão que eu tenho é que as músicas dela vão lhe contando a história do que está acontecendo com você naquele momento, sabe?!! É como se vc estivesse ouvindo uma história sobre você mesma... e eu adoooro isso!! hehehe E este álbum dela que estou pondo aqui então... é de arrepiar até os cabelos do... deixa pra lá...hahahahha. Então, o álbum q eu estou pondo aqui é o "The Greatest". Excelente!! E por sinal, na época em que foi lançado (2006), recebeu ótimas críticas como por exemplo "O melhor trabalho da vida dela!"... mas, a verdade, é que "The Greatest" é um trabalho do cacete da Chan. A música "The Greatest", que abre o cd, já foi várias vezes, minha companheira de tardes melancólicas. Outra música liiinda é "Willie", perfeita para sentar sozinha no telhado da sua casa e ficar olhando a lua com uma cervejinha do lado (eu nunca fiz isso, mas imagino sempre q deve ser um momento sublime...), e essa música também sempre me lembra uma amiga minha, por quem eu nutria um grande carinho. Outra perfeita é "Lived In Bars", realmente apaixonante. E por aí, vai... Em fim, "The Greatest" é uma coisa linda de se ouvir, de cabeça pra baixo, de costas, de frente, de ladinho... deitada, em pé, ensaiando uns passinhos... da maneira q vc achar melhor... "The Greatest" é música pra tudo! Uma grande sacada de Chan. Um passeio pelo blues, pelo country, mas sempre com aquela marca do folk/rock... e da voz dela, claro, que é a melhor parte: aquela coisa tímida e, ao mesmo tempo, de um timbre encantador, daqueles que se vc estiver escutando o mundo pode desabar do teu lado, que vc não vai tá nem aí... é só uma questão de deixar a música passar ouvidos à dentro...

Mas para não passar batido, tbm vou pôr aqui um pouco da história dessa musa pra vcs...

"Filha de um pianista, desde muito cedo em contato com a música, largou e ensino médio e foi morar em Nova York. Lá, sob o nome de Cat Power, realizou seu primeiro show em um Pub no Brooklin, segundo ela uma apresentação de improvisações, entre 1992 e 1993.

Em 1994, abriu alguns shows da cantora Liz Phair e conheceu Steve Shelley (baterista do Sonic Youth) e Tim Foljahn (guitarrista do Two Dollar Guitar), que a encorajaram a gravar seus dois primeiros álbuns "Dear Sir" (1995) e "Myra Lee" (1996). Ambos foram gravados em Nova York no mesmo dia, em dezembro de 1994. Em 1996, assina com a gravadora Matador e grava seu terceiro álbum intitulado "What Would the Community Think", lançando o clipe do single "Nude as the News".

Após uma turnê de 3 meses em 1996, Chan abandona a cena musical para trabalhar como babá em Portland, no Oregon e depois se muda para uma fazenda em Prosperity na Carolina do Sul com seu namorado Bill Callahan (Smog). Chan Marshall planejava abandonar a música definitivamente, mas após uma noite de pesadelos surgem as letras que irão compor o álbum "Moon Pix", gravado no Sing Sing Studios em Melbourne na Austrália.
Com elogios da crítica, Cat Power passou a ser reconhecida pela cena do Indie Rock. A cantora é convidada a fazer o acompanhamento musical do filme mudo "A Paixão de Joana d´Arc", uma produção francesa de 1928. Nestes shows eram apresentados novos materiais e muitos covers, que deram origem ao álbum "The Covers Record" (2000), uma coletânea de versões tocadas por Chan entre 1998 e 1999.
Em 2003, Cat Power volta com canções novas no álbum "You are free", super elogiado e com a participação de músicos como Eddie Vedder e Dave Grohl. No ano de 2004, ela lança seu primeiro DVD chamado "Speaking for Trees", acompanhado de um CD de áudio. Em 2006, Chan interrompe sua turnê pelos EUA e pela Inglaterra por motivos de saúde. Mais tarde a própria cantora revelou ao The New York Times que estava em depressão profunda e com tendências suicidas devido ao uso de substâncias químicas e álcool, que passaram a fazer parte do cotidiano da cantora durante os ininterruptos shows e turnês desde 1998. Após tratamento psquiátrico no Miami's Mount Sinai Medical Center, Chan Marshall retorna recuperada e lança aquele que é considerado o seu mais bem elaborado álbum "The Greatest" em 2006, com a colaboração de Al Green e do guitarrista Teenie Hodges. Um flerte da musa indie com o soul."

Fonte: Wikipedia, very very thanks!!!!




Site Oficial de Cat Power



Então, é isso!!!
Que essa semana seja excelete pra vcs, e que a minha passe muuuuuito rápido!!!
Comam... ah, sei lá... não comam nada! Comer engorda!!!
Tomem cerveja pra caraio!!!!!!!!!
E façam muito sexo!!! Uhúúúúú!!!!!!!!

Beijomiliga!!!

Rock On, baby!!!!!!!!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Holly Golightly

Pois é... eis a musa Holly Golightly. Lindíssima. Très chic, e cool como ela só, essa moça começou como backing da banda Thee Headcoats, na qual tocava o seu então namorado, Billy Childish. Daí, surgiram as Headcoatees, da qual Holly fazia parte. Saindo das Headcoatees, ela segue uma carreira solo que, diga-se de passagem, vai pra lá de bem sucedida, deixando a Sra. Golightly na condição de "garage rock queen" (como já vi em algum lugar por aí... hehehe). Em carreira solo, ela já lançou 14 álbuns, e uma boa bagagem de singles. E em 2007, ela estreiou ao lado Lawyer Dave (o qual atende sozinho pela alcunha de The Brokeoffs), formando assim a parceria Holly Golightly and the Brokeoffs.


Mas, musicalmente falando, eu poderia dizer que 'tia' Holly não se prende apenas ao garage. Pelo contrário, ela vai passeando de estilo em estilo, saindo do garage, e contornando o rockabilly, o blues, e aquele rock n' roll bem estiloso, sabe?? Tudo isso carregado de uma sensualidade desprendida (se é que vcs me entendem... heheh) que só aquele rock n' roll que nos leva aos nossos instintos mais primitivos sabe trazer em forma de música. A música dela é simples, honesta, longe daquela coisa chata e babaca do "cult" universitário.

Holly é pra se ouvir quando se está na fossa, Holly é pra se ouvir quando se está de bem com a vida, Holly é pra se ouvir quando se está enchendo a cara naquele barzinho, com os amigos, ou sozinho também... Holly é pra se ouvir quando está namorando, Holly é pra se ouvir limpando o quarto, Holly é pra se ouvir cozinhando, Holly é pra se ouvir naquele momento pós-orgasmo... em fim... Holly G. é música pra tudo que você puder imaginar. É escutar e viajar com ela, na voz dela, nos acordes...

Então, eu acredito que pelo menos boa parte dos miguXos que passam por aqui já conhecem, mas, pra quem não conhece, eu aconselho... Escute 'tia' Holly! Vc não vai se arrepender, se você for um, no mínimo, apreciador de um bom garage blues. Essa mulher é um espetáculo!





Não upei nada dessa vez. Fiz melhor! Estou passando aqui o link de um blog que tem uma boa parte da discografia dela. Então, é só dá a clickadinha...




Holly Golightly Site Oficial
Holly Golightly and The Brokeoffs
Holly Golightly MySpace



Por enquanto é isso, miguXos!!!
Hasta el proximo post!!
Tomem Milkshake de Ovomaltine!!!!!
e Beijomiliga!!!!!!!


Rock On, Baby!!!!!!!!!!!