Mostrando postagens com marcador punk. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador punk. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de maio de 2013

The Coathangers + Girl In A Coma

Este post vem diretamente da série "Pro bem ou pro mal, de onde menos se espera vem as maiores surpresas".

Gente... Eu estava assistindo esse fim de semana aquele canal lá bem alterno, o SuperMix... gosto dele pq tem umas coisas bacanas, tipo, todo dia rola uns curtas brasileiros (ainda que repetidos) mas rola, né... e tbm rola um programa apresentado por uma coisa muito gostosa, linda, charmosa e EXTREMAMENTE atraente chamada Matheus Solano ([aaahnnnhhh  ... um suspiro de paixão...] Desculpem, gente... desculpem, mas eu acho aquele homem uma delííííícia, minossenhora!!!...  Desculpem! Não consigo controlar... é minha carne!! É mais forte do q eu, gente...), e por acaso do acaso do acaso, começou a passar aquele programa do Supla com aquele irmão dele (até simpático) passeando pelos States, brincando de fazer tour num rolé punk... Bom, não sei se vcs sabem do q eu vos falo, caros drugies, mas em fim... começei a prestar atenção no programa... Daí em uma das cidades dos States q eles foram, tocaram com duas girl bands, q me chamaram a atenção de cum força... uma delas eu já tinha lido algo, ou escutado algo... em fim, não me era estranha, mas não tinha me aprofundado...  mas nesse dia bendito, eu vi uma cena rapidinha delas tocando e me encantei prontamente... Curiosa q só eu, e quem me conhece sabe, o quanto eu garimpo bandas femininas, corri pra procurar... e lá estavam elas... as loucas, as brincalhonas, as 'very very crazies' THE COATHANGERS.


Gente, um mix!!! Um mix que vai de Bikini Kill à Mika Miko correndo, indo e voltando, e tocando em tudo que está entre isso. O pós-punk come solto, sem medo e sem vergonha na cara! Eu confesso que nunca fui uma das maiores fãs de pós-punk, mas elas fazem uma música tão brincalhona, sorridente, mas nem por isso menos ofensiva, que acabou ganhando minha simpatia. Essa é a receita dessa banda 'fechosa' que começou em 2006, sem nenhum compromisso com alguma coisa séria. Veio então o apoio do selo Suicide Squeeze. Nessa historinha safadinha, as moças já lançaram 3 álbuns, o último de 2011. Ah! Elas são de Atlanta, e atendem pelas seguintes alcunhas: Minnie Coathanger, Crook Kid Coathanger, BeBe Coathanger, Rusty Coathanger. Por ae vcs já tem uma idéia, né... As influencias vão de Gang of Four, Sonic Youth à Bikini Kill. Muito lindo de ouvir!!!  








A outra banda, muito lindinha, diga-se de passagem é a viajante GIRL IN A COMA (que inclusive, o irmão do Supla pegou uma delas ¬¬ mas, em fim... ninguem é perfeito, né... e ele é bem bonitinho tbm, né... dá pra se divertir por uma noite... vamos pular essa parte... *X* ). Então, Girl In A Coma é do selo da Joan Jett, o Blackheart Records. Elas são do Texas, e arrasam num punkrockzinho mezzo indie, mezzo alternative... mas é bem interessante. Tenho certeza que o meus drugies, admiradores de mulheres que tocam vão gostar muito delas. Afinal, se não fosse bom, e de high quality, drugies... nem aqui estariam. Pois bem, Girl In A Coma (Vcs perceberam q o nome é um trocadilho com aquela musiquinha dos Smiths "Girlfriend In A Coma??? Hã? Hã? Hã?) são Jenn Alva (baixista), Nina Diaz (vocal/ guitarra) e Phanie Diaz (nas peles). Sim, a baterista é irmã da guitarrista... Eu sei, não se parecem, mas são... Em fim... duas bandas excelentes, de uma tacada só... Tão vendo, como vez em quando é bom assistir alguma coisa?? Nem q seja o Supla? Quando menos se espera, drugies... algo de bom aparece. Levem essa filosofia com vcs: nem tudo é totalmente apaixonável, mas nem tudo é totalmente desprezível!!!

Não liguem muito pra esse visualzinho meio "revolta no shopping"... Elas tiram um som bem interessanrte. E também imagem não é tudo, né??!!




Dois downloads tudo de bom pra vcs!! Mas por favor, baixem logo, pq o MediaFire tá bloqueando tudo q é meu!!!!

Bom feriado pra todo mundo!!!


Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vocalistas: Debbie Harry (Blondie)

A hitória de Debbie Harry se confunde, logicamente, com a história do Blondie, mas nem por isso ela teve menos brilho. Pelo contrário, credito que dona Debbie foi uma grande impulsionadora para que o Blondie desse um passo a mais e transcedesse aquela vertente mais rápida e furiosa da música punk. Era a sua voz que dava à banda aquela sonoridade mais calma e melódica... o punk estava ali, claro, presente nas guitarras aguçadas, mas aquela alma pop do new wave, essa sim, nossa Debbie trazia à flor da pele. Justamente por este motivo que ate hoje o Blondie ficou ali, no meio da balança... moderando entre o punk à la Ramones e o peso distante dos acordes de Mink DeVille. Propositalmente, Debbie Harry sabia muito bem disso.

Ela nasceu em 1945, em Miami... (Viiiiixe, a gata hoje está caminhando para os seus 72 aninhos...). Com a visibilidade que ganhou no Blondie, é claro que ela não iria deixar de investir numa carreira sólo. E assim, Debbie ainda gravou alguns álbuns e, tendo sido também atriz, estreou em alguns filminhos... Tudo começou com uma bandinha chamada Angel and The Snakes, que composta por Debbie, Chris stein, Clem Burke, Jimmy Destri e Gary Valentine, passou a se chmar posteriormente de Blondie. O Blondie teve um fim provisório em 82, depois do lançamento do álbum The Hunter. Gravaram dinovo em 99 o álbum No Exit. Mas como eu já disse, nada impediu de Debbie seguir com sua vida. Seu último album solo data de 2007, chamado "Necessary Evil". E segundo consta nos altos (ou seria 'aUtos'???), o Blondie continua na ativa, mesmo com todos esses aninhos da nossa camarada. Mas, vamo combinar, idade só atrapalha pra quem se deixa atrapalhar, nemêzzzz??!!! Bom, por outro lado, nossa Debbie não deixa de ter aquelas chaticezinhas da idade... Recentemente, numa entrevista ao site Bang Showbiz ela disse que "a indústria musical já está arruinada. Computadores, internet e downloads de músicas arruinaram completamente a indústria da música e tudo aquilo pelo qual os artistas trabalharam", complementando: "Me lembro quando o vinil foi corrompido pelas fitas K7 e toda a indústria pirou pensando que ninguém mais conseguiria vender discos, desde então isso vem acontecendo gradualmente". E agora eu dou uma de enxerida, e vou discordar dizendo que, ao meu ver a internet ajudou a muitos artistas, no sentido de divulgação e maior e mais fácil acesso às músicas. O período de ganhar grana vendendo música propriamente dita e de grana e mais grana pra conta bancária das grandes gravadoras está sim, felismente, vendo sua cova. Mas isso não siginifica que o artista esteja desvalorizado, pelo contrário... ele está mais valorizado, mais pessoas o conhecem, e escutam e apreciam sua música... o problema é que ganhar dinheiro vendendo disco agora já era. O negócio agora é ganhar dinheiro com shows, que no fim das contas foi sempre a melhor e mais lucrativa forma do artista ganhar o dinheirinho pelo qual trabalha, porque a gente sabe que na venda de discos a maior parte (e quando eu digo maior é a maioooooor mesmo...) dos lucros sempre foi pra gravadora. Eu acho q muita gente discorda de mim, mas sempre pensei o seguinte: não há nada mais mais gratificante para o artista do que ver aquele público cantando suas músicas junto com ele, alegre, feliz, por está ali vendo o seu ídolo. O artista ganha o seu cachê e ainda se diverte e é recompensado com o carinho do público. A internet possibilita o maior número de pessoas nos shows, porque mais pessoas passam a conhecê-lo. As grandes gravadoras que se virem pra explorar milhões dos artistas agora. As coisas estão mudando um pouco... É, amiga Debbie... é melhor se adequar as mudanças, e as novas formas de acesso à música... Eu te acho linda, maravilhosa, poderosa e très chic, mas nesse ponto, vamos discordar...


Upado pelo blog Rocktown Downloads




Essa música, do último álbum, lançado em 99 foi sucesso absoluto!!! E Debbie como sempre arrasando!!!
Rock On, Baby!!!

sábado, 11 de setembro de 2010

Kleenex / LiLiPUT

Kleenex / LiLiPUT MySpace


Uma das bandas punk femininas mais importantes do final da década de 70, e tida como uma das bandas femininas pioneiras dentro do punk, ao lado de nomes como Dishrags, e as inglesas The Slits e The Raincoats. Elas vinheram da Suíça, mais precisamente da cidade de Zurique (Sim!! Sempre surgem boas bandas punk nos lugares mais inusitados... Onde menos se espera... E o legal é que quebra um pouco com aquela coisa do eixo EUA e Inglaterra) e conquistaram admiradores em boa parte do globo.
O começo de tudo foi em 1978, e rendeu até 1983. Mas vamos começar explicando uma coisa: o nome. Elas começaram sim com o nome de Kleenex, mas a empresa de tecidos (ou seria de papel?? Ou seria de absorventes?? AAAAAhhh, sei lá...) que tinha o mesmo nome abriu um processo contra a banda, que acabou mudando para LiLiPUT. Este é o motivo da coletania Kleenex/LiLiPut, lançada em 2001 pelo conhecido selo americano Kill Rock Stars, e pelo suíço Off Course, ter levado os dois nomes. Alguns se referem a banda por Kleenex, outros por LiLiPut, mas na internet, se encontra geralmente os dois nomes juntos.


Ao longo dos cinco rápidos anos de vida da banda, a formação passou por mudanças constantes, sendo que a única integrante que permaneceu do começo ao fim foi Klaudia Schifferle, que ficava alternando entre a guitarra e o baixo. O primeiro álbum da banda, auto-intitulado, só foi lançado em 83, antes disso houve o lançamento de vários singles, por sinal muito bem aceitos pela cena punk da época. Dez anos depois, o selo Off Course lançou em CD 46 músicas da banda, que seriam todas as gravações de 78 a 83. Em 2001, isso foi relançado pelo Kill Rock Stars, que também já lançou este ano um cd/dvd chamado Live Recordings, TV-Clips, & Roadmovie com 24 faixas das meninas, incluindo coisas ao vivo, regravações e mais uma pá de coisinhas.

As músicas, cantadas em ingles e alemão, trazem consigo uma marca peculiar das bandas da época: elas antecipam vários elementos do new wave, e coisas que Siouxie And the Banshees veio fazer nos anos 80, a LiLiPut já fazia no final dos anos 70. Elas eram punk até o caroço, alinhadas as tendencias new wave, e claro, aquela áurea bem marcada do pós-punk, que lembram em certos momentos coisas como Gang Of Four e Mission Of Burma.
Um clássico do punk setentista, sem dúvida!!!




Rock On, Baby!!!

sábado, 14 de agosto de 2010

Brilliant Colors

A Brilliant Colors, de San Francisco/CA, começou com a vocalista/guitarrista Jess Scott, e depois de várias mudanças do line-up, finalmente a banda se completa com Diane Anastasio (bateria) e Michelle Hill (baixo). O gingado punk, com um leve ar de pop, a influência do new wave anos 80... são esses elementos que fazem da Brilliant Colors uma execelente pedida para pôr no mp3 quando for caminhar pelos parques ou andar de bike.

O álbum debut "Introducing", de 2009, deixaria Joey Ramone morto de orgulhoso. O DIY punk, o "cheirinho" do pop 70's e o indie rock fervente são, aos meus ouvidos, os principais elementos que mostram a segurança e o cuidado com os quais as meninas compõem. As músicas são melódicas e envolventes, ao mesmo tempo que tensas e rápidas na medida certa, lembrando algo que nos remete a Siouxie and The Banshees, mas também a algo que nos lembra The Clash. Músicas curtinhas, a voz agradável de Scott, e algo importantíssimo numa banda (seja de que estilo fôr...): uma boa baixista!...
Com Brilliant Colors, você dança, canta e poga ao mesmo tempo: a energia punk come solta! É o punk dos anos 2000, sintetizando as melhores coisas dos últimos 30 anos do século passado, e contornando bem uma linha que será, talvez, de grande influência para a música do futuro.





Rock On, Baby!!!

sábado, 24 de julho de 2010

Best Coast

Best Coast MySpace




Best Coast é uma belezura de banda oriunda de Los Angeles. Mais uma boa pedida para quem está afim de viajar com lo-fi, garage, punk, new wave, shoegaze, e coisas do tipo. A banda é formada por um "musicuzão" multi-instrumentalista chamado Bobb Bruno, e uma girl muito simpática e descontraída tocando guitarra chamada Bethany Cosentino, e segundo informações que obtive pelas internets da vida, juntou-se a essa dupla agora em julho desse ano (2010), Ali Khoeler (Sim! Aquela das Vivian Girls). Parece constar nos altos que Ali deixou as Vivian Girls e acabou ficando oficialmente no Best Coast após tocar com a banda ao vivo em algumas apresentações.

Recentemente saiu o primeiro álbum da banda, intitulado "Crazy For You". Mas o que está disponível aqui pra vocês viajarem com eles é o 7' lançado em 2009, chamado Make You Mine. Uma delícia de som! Um lo-fi mezzo surf pop mezzo garage lindíssimo. Merece com toda certeza uma escutada carinhosa. Enjoy!!

Vídeo do single "When I'm with you" que faz parte do álbum "Crazy For You" de 2010.



Rock On, Baby!!!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Dum Dum Girls

...E continuando na linha punk-lofi-shoegaze-indie-pop, agora venho com ninguem mais ninguem menos que as californianas Dum Dum Girls (sim, uma referência diretíssima à música Dum Dum Boys de Iggy Pop). Num estilo mezzo grudento mezzo barulhento, às influências dessas moças vão do pop dos anos 60, tipo The Ronettes, passando pelo pop/new wave dos anos 80 como Siouxie and The Banshees, até o jazz bêbado de Billie Holliday.



Tudo começou com a senhora Kirsten Gundred, a guitarrista e vocalista Dee Dee Penny, em 2008. Em 2009, foram lançados 2 singles e um EP, e só então formou-se de fato a banda Dum Dum Girls, com Jules (guitarra), Bambi (baixo), Frankie Rose (bateria - ex-Vivian Girls). Este ano de 2010 elas lançaram o álbum Jail La La. Há quem diga por ae que as músicas são muito parecidas umas com as outras. Na minha opinião, Jail La La foi um tiro certo! A própria música que dá nome ao álbum é uma candura de canção. Foi mantida a fidelidade à proposta de "gravação pura", (pra não dizer suja), mas nem por isso de baixa qualidade. Eu, sinceramente, acho Dum Dum Girls uma delícia!! Pra mim, é mais uma banda que tá aí, junto com mais outras, sintetizando tudo o que existiu de bom dos anos 60 aos 80. Acho esse tipo de som super interessante! Não é convencional, apesar de ter pego muito do que foi convencional em uma determinada época como influência.

Se você não tem preconceito com Lo-fi, Noise-pop, punk, Indie, e coisas afins... caia de ouvido!!! Dum Dum Girls é supimpa demaaaaais!

Uma dica: Nesse álbum escute com carinho Jail La La, Rest Of Our Lives e Blank Girl... são uns verdadeiros xuxus!!!


Dum Dum Girls MySpace







Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Grass Widow

Depois de uns dias sem postar, volto eu aqui... (Gente, eu sei, eu tou demorando pra atualizar, mas não abandono nunca... Tardo, mas não falho... Não se preocupem!!). Trago com grande prazer essa excelente banda californiana: elas são Hannah Lew (baixo/voz), Raven Mahon (guitarra/voz) e Lillian Maring (bateria/voz). São da famigerada San Francisco e são farinha do mesmo saco das bandas que venho falando aqui nos últimos posts. Punk, Shoegaze, Lo-fi, Girl Groups... A música das Grass Widow segue nesta vibe. A banda está na ativa, com uma agenda de shows lotadíssima até setembro. Um de seus padrinhos é o famoso selo de Washington, Kill Rock Stars. Pra quem gosta daquele punk "viagem", essas moças oferecem um prato cheio. Enjoy!!!



Beijumiliguem!!!

Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Las Robertas

A música punk atual traz todo um aparato instrumental baseado não somente naquele punk "puro" (entre aspas mesmo) que foi visto brotar no final dos anos 70, nem no hardcore do início dos anos 80. A galera de hoje, pelo menos ao meu ver, está indo buscar suas influências mais além, um pouco mais atrás, fazendo uma viagem sonora até as garagens dos anos 60 (que sim, é música punk par excelence!), passando pela sonoridade mezzo noise alternativa mezzo indie experimental de bandas como Sonic Youth nos anos 80, até chegar no punk hardcore de coisas como Black Flag e Minor Threat. Os anos 00 vem se mostrando produtivo nesse sentido, trançando uma linha que, acredito eu, vai demarcar as bandas dessa época, e servir também de influência daqui a alguns anos, para bandas independentes que virão a surgir (digo independentes, pq até agora, eu pelo menos, não senti nenhuma mostra de que o mercado musical tem interesse nesse tipo de som, o que não quer dizer que isso seja algo ruim). The Babies, Vivian Girls, The Girls At Dawn e Dum Dum Girls e toda essa galera nova de NY tá mandando ver nessas "novas tendências", e graças a essa maravilha unânime da tecnologia pós-moderna que se chama internet, nós temos um contato rápido com esse tipo de música, tão rápido ao ponto de influenciar e fazer pipocar no mundo inteiro bandas da mesma linhagem. Foi nessa onda, que os ruídos musicais dessas influências foram parar na Costa Rica, e como não podia deixar de ser, surge então, em plena América Latina, uma banda surpreendente chamada Las Robertas.

Elas se jogaram nessa, e produziram um trabalho totalmente independente chamado Cry Out Loud, não tenho certeza se esse ano, ou ano passado. O que importa é que mandaram muito bem! Exatamente como o figurino ordena, e sem deixar nem um poquito a desejar em relação as bandas americanas. No álbum, você vai encontrar uma levada shoegaze bem no feeling, um clima lo-fi viajante, e algo sim, de meio cult, não tenha dúvida (talvez pelo fato de se tratar de quatro jovens universitárias): Las Robertas cantam em inglês. A sonoridade é vigorosa, e o fervor é expressivo. Elas são seguras, e isso também faz a diferença. Encarnadas em Meche (guitarra/voz), Lola (voz), Monse (baixo/voz) e Ana Maria (bateria), elas levam em conta todo o balanço da música punk alternativa, deixando as influências bem claras: de Sonic Youth a Beat Happening, passando por Vivian Girls e My Bloody Valentine, Las Robertas são a prova de que o lo-fi corre o mundo.

Escutem com carinho nossas conterrâneas latinas.








Rock On, Baby!!!

sábado, 29 de maio de 2010

The Girls At Dawn

O balançinho punk das bandas shoegaze mais a melancolia típica de girl groups 60's como Shangri-Las: esse é o modus operandi de The Girls At Dawn, três garotas novaiorquinas, mais precisamente do Brooklyn, que seguem a mesma linhagem das atuais bandas punk da mesma cidade, como as adoráveis Vivian Girls e The Babies. Erin Campbell (guitarra e voz), Ana Economou (Baixo e Voz) e Sarah Baldwin (nas peles): elas são mais uma boa demonstração da nova tendência punk que os anos 00 vem nos trazendo, e esbolçando como será mais ou menos a música independente no futuro. Enjoy!!!







MySpace

Beijumiliguem

&


Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

HAPPY BIRTHDAY to Klitoris Freakshow / The Pandoras

Drugies, Drugies... Nosso blog está de parabéns!!! Fazendo mais um aninho de vida!!! 2 Anos!!! 2 anos de Klitoris Freakshow!!... Fico muitíssimo feliz sempre que paro pra pensar nisso, pq lembro que são 2 anos que estou aqui (mesmo que tendo sido um pouco relapsa ultimamente) divulgando bandas femininas, e mostrando o quanto a presença feminina fez e faz diferença no rock n' roll. Mas, antes de tudo, é a vcs, caros drugies, que devo agradecer... pois se não fossem vocês dando aquela forçinha, acredito eu que talvez este espaço já tivesse sido deixado de lado. Mas, de qualquer forma, obrigado... Muitíssimo obrigado a todos vocês!! E vamos pra frente! Sempre em frente, sempre em frente!! Happy Birthday to Klitoris Freakshow!!!

E é comerando nosso niver de 2 aninhos q eu trago pra vcs essa banda muitíssimo especial, que foi um dos ícones da década de 80 de um dos estilos que mais amo na vida: o garage. Então, indo agora ao que interessa... The Pandoras.


Bom, eu não vou mentir pra vocês, drugies, e dizer q eu nunca achei nada de estanhos nas Pandoras, porque aí eu estaria mentindo e muito pra vocês. Não falo de estranho musicalmente, mas fisicamente... Não tenho confirmação nenhuma, nunca encontrei nada que se referisse a isso em relação a elas, mas pra mim, parecem 4 travecos, apesar de em todas as materias que vi sobre a banda se referir a elas como uma banda de mulheres. Não sei se eu fui uma das poucas pessoas a perceber isso (porque vim passar a prestar atenção depois que um amigo meu fez a observação), maaaas... isso é o que menos importa! Travecos, ou mulheres, as Pandoras arrasaram!! Uma das bandas mais influentes do garage rock 80's, ao lado de bandas como Fuzztones.

Tudo começou com Paula Pierce (guitarra/vocal), e seu desejo de montar uma banda de rock totalmente feminina. Quando conheceu Gwynne Kahn sua grande vontade começou a tomar forma, as duas, espectadoras assíduas dos shows de rock que rolavam por Los Angeles (cidade natal da banda) e arredores, saíram por aí tentando recrutar integrantes para formar a tal banda. Em 83, já saía o primeiro EP "The Pandoras", e logo em 84, já com contrato assinado com a gravadora Voxx, elas lançam um dos melhores LPs de garage ever, o "It's about Time". Lançaram pela Voxx ainda alguns singles (eu acho!!), e com o fim do contrato com a Voxx, chega ao fim também a parceria Paula e Gwynne, e se desfaz a formação original. A próxima gravadora seria a Rhino, selo pelo qual foi lançado "Stop Pretending".

"Apesar de elogios rasgados, as Pandoras continuavam desconhecidas. Paula mudava a formação sem parar até conseguirem um contrato com um grande selo: a Elektra. Além da casa nova, mudança de estilos. Cansada de ser obscura, Paula faz a banda soar como um grupo de heavy metal." Fonte: Mofo



Essa história de soar como heavy metal, além de não agradar muito os fãs originais da banda, também não rendeu bons frutos. Até que em 1991, Paula falece por conta de um aneurisma cerebral (causa oficial), apesar dos rumores dizerem que a morte da guitarrista foi causada pelo abuso do uso de drogas, boato este que é negado fortemente por Susan Hyatt, uma das guitarrista que passou pela formação das Pandoras.

O material sobre as Pandoras é muito parco, mas aqui agradeço ao/a conlunista que escreveu sobre elas no site Mofo, que escreveu de forma consistente sobre a banda, esclarecendo inclusive algumas dúvidas.





Site da Banda

Beijumiliguem!

Rock On, Baby!!!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

The Dishrags

The Dishrags durou de 76 à 79, e foi uma das primeiras bandas punks totalmente femininas que a história do rock tem notícia. Elas vinheram do Canadá, e formavam um power trio composto pela guitarrista e vocalista Jade Blade, uma baixista q eu não sei o nome (desculpem... :$), a baterista Dale Powers Scout. Druggies, desculpem realmente o vexame, mas isso é tudo que sei sobre elas. Mas em fim, o que interessa realmente é que The Dishrags é de fato um punk de high quality, daqueles bem fomentados na década de 70, que só esses anos trouxeram até nós. Escutar essas moças, nos leva inclusive a um clima de nostalgia... à uma excelente época dos clássicos do punk, à uma era onde ainda não havia surgido nem "Anarchy in the U.K.". Elas são, sem sombra de dúvida, parte da nata do punk 77, e influências pra muitas bandas atuais. Uma verdadeira pérola da batida "dois por um". The Dishrags merece toda sua atenção, se você é um admirador de uma das melhores épocas que a música já presenciou: o punk dos anos 70.

Confiram.







Beijumiliguem!!!
Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

The Micragirls

A forma mais feminina, brincalhona e "meio modernizada" das bandas a lá Back From The Grave. Acho que é assim exatamente que eu descrevo as Micragirls. Elas vem de algum lugar da Finlândia, e começaram tudo no ano de 2001. A idéia da banda surgiu num festival de rock finlandês: ao ver os shows elas piraram e decidiram montar uma banda.

The Micragirls trata-se tão e somente de Mari (vocals, guitarra), Kata (órgão, backing vocals) e Risu (tambores, backing vocals). A receita é bem simples. Elas são apenas isso: uma guitarra, uma bateria sem bumbo - na maioria das vezes - (somente surdo, caixa e prato - mais ou menos como Demolition Doll Rods), e um órgão poderoso que, pelo menos na minha opinião, não deixa o baixo fazer falta. Pra mim, o som tá mais que perfeito. Bem encaixado, bem humorado, empolgante e sem frescura. Com todos os elementos necessários a um bom garage, ou seja, música dançante e boas influências (vide a coletânia Back From The Grave, Trashwomen, The Cramps, Ramones, The Sonics), elas estão lançando o segundo álbum, que se chama Wild Girl Walk, com participações nada pouco especiais. As meninas contam com presenças como Jon Spencer, e Matt Verta-Ray (se liguem na faixa "Out Of Tune"... very nice!), isso mesmo depois de receberem todo o apoio e tocarem junto com uma das, diga-se de passagem, belíssimas bandas do nosso camarada Jon Spencer, Heavy Trash. Com um traço de "música moderna", mas sem perder a referência ao velho e bom rock n' roll dos anos 50 e 60, a música das Micragirls são mais do que necessárias à uma boa festa "de arromba", como dizia, nas antigas, o "rei". Não deixe de conferir. The Micragirls é very very chic so much!!!!!!!!






Beijumiliguem!!!



Rock On, Baby!!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

As Mercenárias

Em meio a uma cena onde a música punk no Brasil era dominada por homens (vide Cólera, Inocentes, Olho Seco, Ratos do Porão), as universitárias da PUC e USP Sandra (baixo), Ana (guitarra) e Rosália (vocal) resolvem chamar a atenção como As Mercenárias.

Pois é, o Brasil também não nos deixou a desejar quanto a bandas femininas na década 80. Pois esta trata-se tão e somente de uma das melhores bandas de rock/punk que o Brasil já conheceu, principalmente em se tratando de criatividade, irreverência e autonomia. Tudo teve início em 1981, em São Paulo, quando as moças se conheceram num jogo de handball. As Mercenárias chegaram chutando tudo pra cima! Enquanto a galera do punk manchavam tudo com aquele visual preto sério e sisudo, elas preferiam tudo colorido. Enquanto os meninos (em sua maioria garotos de periferia) faziam as músicas da forma mais simples e "três acordes" que se possa imaginar, As Mercenárias "complicavam" suas músicas um pouco mais. Elas usavam vários arranjos, e apesar da predominância punk elas não despresavam a influência new wave, o que acabou deixando a música mais bem acabada. Elas possuíam a influência clara do punk "linha dura" dos Sex Pistols e Dead Boys, mas ao mesmo tempo havia uma carga pesada de influências como Siouxsie and the Banshees e Joy Division, fazendo com que elas brincassem livremente entre o pós-punk e o new wave. As letras, mesmo também com temáticas escrachadamente punk, eram escritas de forma muito mais lírica, o que já fazia um diferencial. Um detalhe importante: o primeiro baterista foi, o ainda desconhecido na época, Edgar Escandurra (pra quem não sabe, integrante do Ira! =P). Mas ele passou pouco tempo, e quem acabou assumindo o posto foi Lou, que tornou a banda então 100% feminina. Adeptas do "Do It Your Self" elas faziam as composições, tocavam os instrumentos e produziam os próprios shows sem a ajuda de ninguém.


O primeiro LP dessas moças, o conhecido "Cadê as Armas?", foi lançado por um selo independente chamado Baratos Afins, em 1986, que traz a famigerada faixa Polícia (que nem é a dos Titãs, apesar de alguns afirmarem (e outros negarem) que a "Polícia" dos Titãs era de fato influência delas), e outras como Me Perco Nesse Tempo e Pânico. O segundo LP, intitulado "Trashland", de 1988, já foi lançado pela grande gravadora EMI, que após o lançamento do disco e apesar do sucesso (o disco foi considerado o melhor do ano pela ShowBizz), a EMI deu "um pé na bunda" das meninas sem maiores explicações. E assim, mesmo com um certo sucesso e visibilidade, As Mercenárias, acabaram deixando para a posteridade apenas esses dois citados LPs. Elas deram um fim na banda logo após o lançamento de Trashland. Porém, todavia e no entanto, em 2005, foi lançada a coletânea "O Começo do Fim do Mundo - Beginning of the End of the World: Brasilian Post-Punk 1982-85", que reune exatamente as 10 faixas de "Cadê as Armas" e mais outras 6 faixas que fazem parte do "Trashland".





Um certo rapaz escreveu um texto interessante e bem escrito sobre elas, que eu , apesar de descordar de algumas coisas, achei bem legal. Caso se interessem, caros drugies, dêem uma olhada AQUI.



Beijumiliguem

&

Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

The Luv'd Ones

Por volta de 1964, em plena "Era Beatles", enquanto todas as moçinhas se descabelavam, do outro lado da grade, pelos garotos de Liverpool, Char Vinnedge estava afinando sua guitarra, compondo canções, concertando equipamentos, e dirigindo um furgão que levava sua banda para as tours. Pois é, drugies... segurem o queixo porquê Char era A GAROTA!! Ela era a frontwoman das Luv'd Ones, banda feminina americana da década de 60.

O grupo era formado por Char, na guitarra e no vocal, acompanhada de Chris Vinnedge, sua irmã de 14 anos no baixo, Mary Gallagher na outra guitarra, e Faith Orem nas peles. Sim, não duvidem!! Assim como a Dara Puspita, as Luv'd Ones eram quatro girls que tocavam seus próprios instrumentos... nada de bandinha masculina como plano de fundo. Elas eram as compositoras e responsáveis pelo próprio repertório, o que torna a coisa ainda mais "Do It Your Self". Repertório este que se embasava em covers dos Beatles (bem básico pra época) e algumas canções próprias.

As Luv'd Ones nunca tiveram sucesso comercial. No máximo, gravaram algumas poucas canções em versão demo, que só foram levadas de fato ao público em 1999, através da Sundazed Music, Inc. que lançou um cd com as canções das meninas, uma copilação na verdade, chamada Truth Gotta Stand. Não tentem encontrar outra coisa delas, drugies, pois eu acho q a Sundazed colocou nesse CD tudo que foi possível conseguir.

Obscuridade talvez seja a palavra certa pra descrever a banda, que recebeu "não" de várias gravadoras na época. Mas o que importa aqui, pelo menos pra mim, é o quanto essas moças, principalmente Char, estavam a frente de seu tempo. Proto-punk sim, sem dúvida! Com toda uma carga feminista que fazia a diferença. Pois de qual outra banda feminina desta mesma época temos notícia de que fazia as próprias canções, tocava e concertava os próprios instrumentos, decidia onde tocar...??? Elas simplesmente se mantinham nas próprias pernas. E foi justamente o fato delas terem total autonomia, junto com a distorção fuzz das guitarras, a batida forte e o vocal de Vinnedge, cantando letras obscurecidas e amargas, com temas como ciúmes e perdas amorosas, que fez das Luv'd Ones algo muitíssimo além de uma simples bandinha feminina da década de 60.

Em 1971, Char foi tocar com Billy Cox, na Nitro Function, um projeto de apenas um álbum, que levou exatamente esse nome, e que contavam com ela na guitarra, Billy Cox no baixo, e Robert Tarrant nas peles.

Agora baixem Luv'd Ones sem medo de ser feliz!!!!

Se liguem, drugies >>> Pass: 3ack.blogspot.com




Beijumiliguem!!!



Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

The Devotchkas

O Street Punk nunca teve tanta expressão numa banda feminina como com The Devotchkas. Certa vez fiz uma resenha sobre elas num fanzine q eu fazia a uns anos aqui atrás, mais precisamente entre 2005/06. Tava remexendo nas coisas guardadas e revendo os antigos números que eu fiz (ainda consegui chegar até o #4... sou uma guerreira!!! tsc tsc tsc), e me deparei com elas, lembrei que nunca tinha postado sobre elas aqui, e tinha até esquecido... Fazia teeeeempo que não ouvia elas, aliás, fazia teeeempo q eu não ouvia nada de street punk. Escutei elas denovo hoje, nostalgicamente, e estou postando aqui pra vcs...

As Devotchkas, fazendo um som bem reto, seguindo bem aquela base do The Casualties, Vice Squad e coisas do tipo, começaram suas atividades no ano de 1996. Em 98, essas moças lançaram o primeiro EP intitulado "Oi! Toy!", e o sucesso foi tanto, que rendeu 5000 cópias em vinil (pra uma banda punk, é uma marca e tanto, pelo menos na minha opinião...). Isso fez com que elas ganhassem um grande respeito na cena de NY, e começassem a tocar em lugares e com bandas bem conhecidas. Em 99, veio o "Annihilation EP", trazendo grandes e bons hits como "Shit For Dreams", "One Sided Siciety", e "Oi! Toy!" reeditada. A formação original era Stephanie in the vocals, Mande na guitarra, Alaine no baixo, e um baterista "quebra-galho". Um belo dia, num show em NY, Gabrielle foi apresentada a Steph por amigos, e acabou entrando pra banda e ficando como baterista permanente. Conseguiram seguir até 1999, e a partir daí a banda acabou.

Mas, aí resolveram reunir-se novamente, dessa vez sem Steph. O vocal ficaria por conta de J.J., e a banda mudaria de nome pra 99's. Bom, não durou muito: acabaram com a banda denovo. E depois retornaram mais uma vez, em 2002, atendendo novamente pela alcunha de Devotchkas. Pra quem conhece o livro (ou filme) "Laranja Mecânica" já deve ter se tocado, mas caso alguém não conheça, o nome da banda é justamente por isso. Uma homenagem a essa obra maravilhosa do velho e bom Anthony Burgess. Quem me conhece, sabe o quanto "babo" por Laranja Mecânica, e esse foi o primeiro motivo da banda ter me chamado a atenção.

Bem, não sei realmente dizer se a banda ainda continua ou não na ativa. Também, lamento, caros drugies, mas não tive muito tempo pra pesquisar, pardon! Mas tá aí o segundo trabalho delas, de 1998, o Annihilation EP. Quem quiser baixar, é só "dar aquela clicadinha" haushaush...



Beijomiliga!!!!



and...


Rock On, Baby!!!

terça-feira, 3 de março de 2009

Infect

Hellow, caros drugies... de volta aqui estou. E meu carnaval foi bem melhor do q o de muitos de vcs, podem ter certeza, pois eu fiz parte da minoria da população que conseguiu se afastar beeeeeeem muito do inferno do axé... uhúúúú!!! \o/  Apesar dos pesares, dos "cheira-gás" e dos chás de zabumba, Guaramiranga ainda é a melhor pedida pra se passar o carnaval. Clima europeu, e umas jam sessions de Jazz & Blues de graça q eu perdi a maioria, é verdade, pq sou muito "white metal", admito... mas é isso aí. Vamos ao post.


Essa aqui é mais uma banda que posso dizer de cum força, do fundo do coração, q faz parte da lista das bandas mais importantes da minha vida. Muito da meu gosto musical e político foi influenciado por essas meninas. O INFECT meio que deu uma impulsionada na minha consciência feminista, que eu já estava criando na época, e era tudo q eu precisava: uma banda de hardcore, que era muito do que eu escutava, formada apenas por meninas, com letras extremamente feministas. Tudo q eu queria!! Eu aaaamei o INFECT desde a primeira vez que ouvi. Ainda lembro da primeira música que escutei: "Todas Temos", do split que elas tem com o Discarga. Liiindo! Em matéria de punk e feminismo, o INFECT, pelo menos pra mim, tá em primeiro lugar e, acredito eu, pra mais uma pá de gente. Pago pau mesmo! E podem falar o que quiserem: que elas não tocavam nada, que a banda era uma farsa... pra mim, INFECT é INFECT e estamos conversados. Só pelo fato dessas meninas terem existido e me influenciado da forma como influenciaram, já está valendo. Letras como "Puta" e "Nesse jogo você deve roubar" são coisas que eu nunca vou esquecer, e vou levar pra minha vida inteira...

Eu sei, eu sei... estou "rasgando seda" demais, mas o que aconteceu foi que eu estava em casa esses dias, mexendo nos meus cds, e reencontrei o "Indelével" de 2003, primeiro e único CD delas, e o split CD delas com o Discarga de 2001, aí começei a escutar, e me deu aquela saudade, sabe??!! Bateu aquela nostalgia...

O INFECT era de SP, e durou 5 anos, de 1998 à 2003. O CD "Indelével" foi lançado justamente quando a banda acabou, e logo depois saiu também em vinil. Vários trabalhos foram lançados pela banda nesses 5 anos, entre eles um split com o Wrecker, por um selo americano, e um 7" chamado "Estrépito", lançado por um selo holandês. A formação da banda era:

Indayara: vocal
Bianca: guitarra (que saiu da banda antes de acabar)
Juliana: guitarra
Tatiana Sanson: baixo (que hoje toca nas -Parallèles - Banda Exceleeeeeeeente, diga-se de passagem...)
Estela: bateria

Então, como eu disse, estava remexendo nos meus CDs, e quando vi o "Indelével", lembrei que tinha em mp3 a primeira demo da banda, que saiu em tape mesmo, em 99. Então, coloquei aqui pra vcs, o "Indelével" + essa primeira demo da banda de 1999. Se vcs, caros drugies, ainda não conheçem, mas curtem um hardcore, daqueles que se convencionou chamar de "fastcore", na linha de SeeinRed, Discarga, e coisas do tipo, pode baixar!!! INFECT é hardcore de primeira linha.


Beijomiliguem...





Rock On, Baby!!!