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quarta-feira, 21 de março de 2012

The Cliks

Não! Não! Não! Eu não prometo mais nada. minha frequencia 
aqui vai continuar sendo doida como agora. Não consigo mais ter assiduidade com minhas coisas, drugies. Uó!!!!!

Maaaaaaas, bien, bien, bien... Vamos lá. Nossa banda de hoje, a canadense THE CLIKS, é liderada por uma talentosa figura que atende pela alcunha de LUCAS SILVEIRA. "Quem?". Sim!!!!! LUCAS SILVEIRA é um transsexual, o primeiro, diga-se de passagem, a ser representado por um grande selo, o americano Tommy Boy. O rapaz, ex-moça,  foi batizado como Lilia. É de família originalmente portuguesa, (mas viveu a maior parte de sua vida em Toronto/Canadá) e sua paixão pelo rock n'roll vem desde a adolescencia. Desde 17 anos, Lucas resolveu viver como uma lésbica até conseguir fazer a sua transformação, mas afirma que desde criança que sabia que era um menino. Mas sempre se recusou a tomar hormônios, com o objetivo de preservar sua voz.


O primeiro album da banda foi Snakehouse, lançado por volta de 2007/2008. Muito lindo, por sinal. As outras garotas que fazem parte da banda, eu realmente não tenho os nomes, porque fica difícil quando se trata de uma banda com tanta rotatividade de membros. Isso pelo fato assumidíssimo por Silveira: "Eu sou teimoso como uma mula e, por vezes, não sou a pessoa mais fácil de trabalhar, mas isso é só por eu exigir e esperar nada menos do que 100% das pessoas com quem trabalho ... e eu nunca vou pedir desculpas por isso." As outras integrantes da banda não são tranformistas, mas se afirmam como queer. Também não tenho como afirmar se a banda continua na ativa, porque não encontrei mais nada de 2009/2010 pra cá.

Indo agora para o que realmente interessa, The Cliks, eu diria, é uma mistura louca de metal, punk, um pouco de garage, um pouco de pop... Uma ligação íntima de White Stripes com Rolling Stones. Guitarras pesadas, voz marcante, batida forte: a receita básica de The Cliks. Lucas é talentos@, desinibid@, performátic@ e don@ de uma voz deliciosamente andrógina. Tudo isso faz de Cliks uma pedra preciosa da cena canadense. Confiram!!!





Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Cocktail Slippers


Eu realmente não sei mais o que faço. Não tenho mais tempo realmente pra nada, se antes já não tinha, agora com esse lance de "mamãe de bebê" de novo, a vida é só correria. Juro que não tou exagerando. As coisas ainda estão se organizando na minha vida. Tudo a passos bem lentos. Além do que, estou estudando também, drugies. Ou melhor, voltando a estudar. além de pós-graduação, estou me dedicando a um concurso. e isso acaba tomando tempo de tudo. Tá vindo também um monte de outras coisas, como problemas pessoais, e coisas pra providenciar como o aniversário de 1º aninho da minha pequenina que já está se aproximando, e com esse monte de outras coisas o blog acaba ficando um pouco pra trás.

Outra coisa que quero falar, caros drugies: bom, eu sei que a minha conta no MediaFire já deve estar com os dias contados. E, eu particularmente, sempre achei  este site o melhor de todos com relação a downloads. Sem muitas frescuras, e sem forçar a barra pra vc ter uma conta paga. Maaaaas, com todo esse rebuliço que está acontecendo diante do que chamam de pirataria, é melhor aproveitar no mediafire o pouco tempo que nos resta. Até lá, vamos pensando em outras possibilidades/alternativas de continuar trazendo bandas femininas pra vcs baixarem aqui. Já tenho algumas coisas upadas, agora é só repassar.

Vamos lá pra Noruega mais uma vez, admirar a beleza nórdica e talentosa das gatonas do Cocktail Slippers. Essas belas mulheres de Oslo, começaram em 2001, com o nome de The Barberellas (que eu vou trazer jájá pra vcs  aqui também). Elas tocam bem, cantam bem, e se apresentam bem. O rock n'roll de tirar o fôlego de qualquer marmanjo não faz com que as moças do CS fiquem atrás de pioneiras como The Donnas, Sahara Hotnights e GirlSchool. As influências potentes de Debbie Harry, Ramones, garagem sessentista, girl groups como Shangri-Las e até um pouco de hardrock sacodem os ouvidos até dos rockeiros mais tradicionais. Ela são um prato farto, bem cheinho, para os admiradores de bandas femininas. As componentes são Hope (vocais), SquirrelRocket Queen (guitarras), Piper (teclados), Aurora de Morales (baixo) e Bella Donna (bateria). Muito lindas e sensuais... músicas agradáveis, e bem tocadas. Escutem! Se esbaldem!





Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

The Bombettes

The Bombettes MySpace

Oriundas de Umea (A Suécia denovo arrasando!!!), The Bombettes são Elin na voz, Chrystal no baixo, Ellen na guitarra, Jenka na outra guitarra, e Maria nas peles. A música dessas moças é simples: pop rock, rock n' roll, punk rock e garage rock. Se você curte isso ae, The Bombettes será um prato mais que cheio pra você degustar. Canções simples, bem feitas e divertidas, acima de tudo. Uma coisa bem pra cima. Caso sua praia seja esta, vai se sentir em casa com essas moças.

Tudo começou em 2005, com Ellen, Maria e Chrystal. Depois de uns meses, encontraram Elin, para assumir os vocais. Começaram a fazer alguns shows por Umea, com uma guitarrista chamada Emma, que deixou a banda, por razões pessoais em 2008. É, então, quando entra Jenka.

Elas lançaram dois excelentes EPs: "What..s cooking good looking?" e "You have no chance, Lance", e um álbum chamado "Get out of my trailer, Sailor!". Todos pela Ny Våg records, mesmo selo de bandas como Masshysteri, The Vicious, Lost Patrol Band, Regulations, e essas coisas boas que só a Suécia tem. Então, baixem Bombettes e se divirtam. Rock de excelente qualidade!






Beijumiliga!!!

Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Suzi Quatro

Susan Kay Quatrocchio, ou Suzi Quatro, nasceu em Detroit, em 1950. Ela veio de uma família de músicos. Seu pai era um pianista de jazz descendente de italiano, de quem Suzi ganhou de presente seu primeiro contra-baixo, nada menos que um Fender Precision 1957 (mooooorro de inveja!!). Bom, eu já havia dito isso no último post (esse ae abaixo), mas repetindo: Suzi começou sua carreira musical com apenas 14 tenros aninhos. Ela foi baixista das Pleasure Seekers, ao lado de suas irmãs Arlene e Patti. E pelo que consta nos altos (vejam bem: NÃO SEI SE È FATO OU SE É FITA, VI ISSO EM ALGUM LUGAR PELA INTERNET!!) que as irmãs Quatro ainda montaram outra all-girl band nos anos 70, depois das Pleasure Seekers, chamada Cradle, na qual Suzi também tocou baixo, tendo na parceiria suas irmãs Patti, Nancy e Arlene (que também passou pelas Pleasure Seekers). Não sei bem explicar como foi essa história com a Cradle, já que consta nos altos que Suzi mudou-se para a Inglaterra em 71, maaas vamos continuando...

Ela foi para a Inglaterra porque foi descoberta por Mickie Most, grande produtor musical da época (mesmo produtor do The Animals). Porém, todavia e no entanto, um pouquinho antes de ir para a terra dos bons costumes, Suzi ainda fez parte de uma outra all-girl band, que, diga-se de passagem, foi a primeira banda totalmente feminina a lançar um disco por uma grande gravadora. Esta tal banda era a Fanny, que foi do finalzinho dos anos 60 ao começo dos anos 70, e foi uma das pioneiras, no que se refere a bandas femininas, a fazerem sucesso (elas chegaram ao topo das paradas no Billboard Hot 100 com o hit "Charity Ball").

Em resumo, pode-se dizer que a carreira de Suzi, ao longo dos anos, foi cheia de altos e baixos. Um de seus maiores sucessos foi "If You can't give me love", seguido de "Devil Gate Drive" e "She's in love with you". Sua autobiografia foi lançada em 2007, assim como seu mais recente álbum. Ela está no páreo até hoje, e mesmo com as idas e vindas do show business, Suzi Quatro já vendeu mais de 45 milhões de discos no mundo todo.






Beijumiliguem!!

Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Chrissie Hynde (The Pretenders)


O rock/pop tem um nome, e ele se chama Chrissie Hynde, uma respeitável senhora de Akron (EUA), conhecida hoje como o único membro permanente do famoso grupo The Pretenders. Ela se mudou pra Inglaterra desde 1973, e ficou conhecida primeiramente como repórter de uma revista especializada em bandas de rock. Formou o Pretenders em 1978, depois de ter participado de um projeto do famoso Malcolm McLaren, e ter chegado a tocar com Mick Jones do The Clash em 1975.

Uma curiosidade, que nem eu sabia: em 2004, ela se mudou pro Brasil, mais precisamente pra São Paulo, e ficou um tempo tocando com Moreno Veloso (eeeeca!!!!), e só por esse detalhe eu já quase dou uma brochada (hauhsuahs... tou exagerando, gente...), mas só pelo fato dela ser uma das poucas mulheres (tendo suas origens no punk, diga-se de passagem...) que permaneceram na liderança de uma banda depois de tanto tempo, e por lutar ativamente pela defesa dos direitos dos animais, ela já ganha meu total respeito.







Desculpem por tanto tempor sem postar, e pelo post tão pequeno. É apenas a falta de tempo, caros drugies... mas, mais uma vez, vou tentar atalizar pelo menos toda semana...


Beijumiliguem

and



Rock On, Baby!!!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

The Bangles

Bem no começo a banda atendia pelo nome de The Supersonic Bangs, que depois virou The Bangs, até chegar à The Bangles. Tudo começou em 1981.

A primeira formação era Susanna Hoffs (guitarra e vocal), Debbi Peterson (bateria, vocal e baixo) e Vicki Peterson (guitarra, vocal e baixo). A primeira baixista foi Annette Zilinskas, que entrou pra banda em 1982, e mais tarde foi substituída por Micki Steele, ex- baixista das gloriosas Runaways. O primeiro álbum só foi lançado em 1984, mas o estouro mesmo só veio em 1986 com o álbum "Different Light", que trouxe o famoso hit "Walk like an Egyptian", o que garantiu às Bangles o sucesso nas paradas e as aparições constantes na MTV. O sucesso das meninas continuou em 1988, com o lançamento do álbum "Everything", que trouxe com ele a famosa baladinha que acabou tendo a cara dos casais apaixonados dos anos 80, a famosa "Eternal Flames" (Quem viveu na década de 80, nem que tenha sido aquele amorzinho de infância deve ter namorado um dia ao som de "Close your eyes, give me your hands, darling..." S2).

Por razões de brigas internas, a banda acabou logo após o lançamentos de Everything, mas se reuniram em 2000, e fizeram turnês 2001 e 2002, chegando até a lançar um álbum com inéditas, o tal "Doll Revolution".
As Bangles foi mais uma banda da década de 80 que arrasou nas paradas, e "deram tanto close" que até o conhecido Prince fez uma música pra elas (A canção Manic Monday, pra quem não sabe, foi feita pras Bangles). Elas também são tema de uma canção da banda The Saw Doctors, que se chama "I'd Love to Kiss the Bangles". E elas ainda tiveram uma participação na série de Tv Gilmore Girls.

E, pra quem se interessa por pérolas do pop/rock da década de 80 e gosta de sentir topda áurea de listras coloridas e estampadas daquela época, não deixe de baixar Bangles. Elas são très chic!!





Beijumiliguem

&

Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

The Go-Go's


As Go-go's começaram as atividades em 1978, mas só lançaram o primeiro trabalho em 1982, que foi o álbum Beauty and the Beat. Elas vinheram de Los Angeles e faziam parte da cena punk local. A vocalista Belinda Carlisle, sob o nome de Dottie Danger, teve uma rápída passagem pela conhecida banda The Germs. Nessa época, ela teve uns probleminhas de saúde que fez com que ela se afastasse da banda antes mesmo da sua primeira apresentação.

As Go-go's realmente começaram tocando punk rock, e só do final de 79 pro início dos anos 80 elas começaram a pender para o lado pop/new wave da coisa. Li em algum lugar, que o primeiro nome da banda foi The Misfits (que nada tem a ver com Glen Danzig). A banda passou por algumas mudanças na formação até chegar a Belinda Carlisle (Vocal), Jane Wiedlin (guitarra), Charlotte Caffey (guitarra, teclados), Kathy Valentine (baixo) e Gina Schock (Bateria). O primeiro álbum, o tal Beauty and the Beat, liderou as paradas americanas por 6 semanas, o que foi uma surpresa (e uma granda alegria também) para o selo que havia assinado com as meninas, o I.R.S Records. Mas, o álbum também foi um sucesso fora dos EUA, e rendeu horrores no Canadá e na Europa. E assim as Go-go's entraram para a história da música como a primeira banda feminina a ficar ficar no topo das paradas da Billboard. Nesse mesmo ano de 1982, a banda recebeu o Grammy de melhor artista.


Em 1984, o álbum Talk Show foi lançado (foi nessa época que elas deram uma passada pelo Brasil, e tocaram no Rock In Rio). E mesmo tendo duas faixas no topo das paradas, as vendas não foram mais as mesmas. Nesta época sugiam problemas também com drogas, por parte de algumas integrantes, e por conseguinte, algumas brigas internas. As Go-go's decidiram por um "fim" na história em maio de 1985.

But, em 1990, elas deram uma retornada, e se apresentaram num show beneficente. e nessa "conversinha",em 1994 acabou saindo o álbum Return to the valley of the Go-go's (que é o cd que está aqui disponível pra vcs). Depois disso, forma várias brigas na justiça, entre as próprias integrantes, até quem em 1999 elas resolveram dar novamente uma canja e realizaram uma nova tour.


Eis que em 2001, ainda com a formação clássica, elas lançam God Bless the Go-go's, álbum este que, apesar de bem recebido pela crítica, não vendeu lá essas coisas. E assim, elas, até hoje, vez por outra, estão excursionando por aí, apesar de alegarem não haver planos de lançar material novo.

The Go-go's é realmente um clássico dos anos 80. Quem conhece e gosta de new wave e do pop daquela época sabe muito bem o valor das meninas. Não só por ter sido de grande sucesso, mas, mais ainda, por ser uma banda unicamente de garotas a alcançar tanta fama, as Go-go's tem um peso a mais. Sim! A década de 80 realmente teve um "boom" no quesito girls bands, o que tornou realmente a época um pouco mais especial.





Beijuxmiliguem =]



Rock On, Baby!!!

domingo, 30 de agosto de 2009

The Catholic Girls

Antes de mais nada, há algo q eu gostaria de deixar registrando aqui, drugies: o show de Chuck Berry foi lindo. Lindo! Lindo! Lindimais!!!!!!!!!!!! Quem tiver visto deve saber do que falo... e pra quem não viu, vocês não fazem idéia do que é ver aquele velho carquético de 82 anos tocando os clássicos sem os quais o rock não seria o mesmo... Roll Over Bethoven (a primeira música do show, que por sinal ele errou pra caralho), Rock n' Roll Music, Johnny B. Goode, ele tentou tocar essas e mais outras que, mesmo errando e se atrasando, mostram o quanto Chuck Berry é sim, o pai do Rock! Tudo junto com o duck walk (acreditem!! Ele ainda arriscou!!!) fizeram sim, o show valer a pena do início ao fim!! Nunca imaginei um dia está num show de Chuck Berry, ver ele tocando ao vivo!! Nooossa!! Eu só tenho a agradecer a ele, por ter nos feito esse favor antes de morrer, ter vindo até Fortaleza tocar para nós. Dia 22 de Agosto de 2009, Chuck Berry tocou ao vivo em Fortaleza, E EU ESTAVA LÁÁÁÁ!!!!!!!!!!!!

E agora??? Jerry Lee Lewis?? Virá ou não virá? Eis a questão...

O Raphael Lixo Jovem tbm fez uma breve resenha do show... Dêem uma olhadinha AQUI




Emoção!! Emoção!!!

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Elas são da década de 80, vinheram de Nova Jersey e chocaram totalmente o sistema usando crucifixo como brinco, rosário como enfeite de cabelo... Segundo elas próprias, elas foram as primeiras pessoas públicas a usar tais 'acessórios', e, pelo visto, Madonna só determinou as tendências da moda "Trash Girl" pq, infelismente, tinha mais visibilidade... (Só por isso Madonna, e nada mais... tsc tsc tsc). As Catholic Girls tbm foram proibidas de tocar pelas redondezas de Rhode Island, por causa da música "God Made You For Me", que segundo a arquidiocese local, colocava em dúvida a sexiualidade de Deus, insinuando q este seria mulher.

Segundo o que as garotas contam no site, elas enfrentaram muitos preconceitos na época, porque além de serem uma girls band, elas tinham uma proposta nada convencional de brincar com as conveniências religosas, o que pra década de 80 (e, muitas vezes, até hoje) nada facilmente aceitável.


As Catholic Girls tocavam os próprios instrumentos e criavam as próprias composições. Nenhum grande nome, nenhuma grande gravadora, nenhum grande produtor por trás. Totalmente autônomas no que faziam. As letras, iam desde mitologias cristãs, até vampiros, garotos que choram, referências a filmes clássicos, o lado negro da força, e referências a Deus de uma forma, digamos assim, nada convencional. Gail Petersen era a vocalista e guitarrista, e as outras eram Roxy Andersen (baixista) e a baterista Doreen Holmes. Elas eram quatro, mas só são citados oficialmente, inclusive no próprio site da banda, esses três nomes, que são de fato os três membros originais da banda.



Musicalmente falando, eu poderia dizer que elas vão de um extemo a outro, sem perder a compostura. Elas são engraçadas, mas inteligentes. Ao mesmo tempo que são dançantes e sexy, elas são intelectuais, sem aquele traço de arrogância, o q as torna muito mais adoráveis do que qualquer outra coisa. As influências são claras, algo lembra Clash, algo lembra Smiths, algo lembra Pretenders, algo lembra Joy Division, algo lembra Ramones... um pé no punk, outro no pop, e aquela coisa da new wave dos anos 80 pra dar o "tchan" pq realmente não pode faltar. Elas são tudo na medida certa. É algo que vale, sim, a pena conferir.

Atualmente, elas estão na ativa. Gravaram já um novo trabalho chamado Meet The Catholic Girls, em 2006. A formação mantém as três Cathilic Girls originais: Gail Petersen, Roxy Andersen e Doreen Holmes. Mas, aqui pra vcs, drugies, o álbum disponível é o primeiro: Catholic Girls, q eu, particularmente, adoro!! Baixem agora, e se divirtam na paz do senhor e em cristo!! =P




Beijuxmiliguem!!



Rock On, Baby!!!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Jeannie And The Big Guys

Rita Huges era o nome da garota, que morreu no ano de 1984, depois de ter passado longos anos trabalhando como artista de cabaré na pequena cidade de Chester, na Inglaterra. Li que ela foi a pioneira num tipo de som chamado Mersey Beat. A primeira representante feminina, pra ser mais precisa. O primeiro nome da banda foi "Four Hits & A Miss". Rita Huges liderava o grupo, que passou depois a se chamar justamente como até hoje nós os conhecemos: Jeannie & The Big Guys. Eles foram exatamente um quinteto, que se formou na década de 60 (não me perguntem o ano... pour quoi je ne ses pas =\), na mesma pequena Chester onde Rita terminou seus dias de vida. Ela era filha de um proprietário do maior (e único, ou quase único) pub daquela cidade, e foi a front woman da banda por cerca de um ano. Quando a pequena Rita tinha 17 anos, a banda já era uma das mais conhecidas daquelas redondezas, e já estavam fechando um contrato com o selo Pie, isso em 1963. Pouco tempo depois disso, Rita deixa a banda. Segundo se consta nos altos do processo, ela se afastou depois de uma "calorosa" discussão sobre a sua maneira de se vestir (???). Desde então, a banda mudou de nome e de vocalista. Ela foi para Alemanha, e depois fez parte de uma banda de Liverpool, mas nada muito "contagiante". Ela não chegou a gravar nada com eles.

Não consegui encontrar nada além de míseras 3 mp3 do grupo. O que realmente é uma pena. Mas, para não deixar meus drugies com água na boca, eu estou disponibilizando aqui, pelo menos essas 3 musiquinhas q eu tenho, que depois de um trabalho árduo em procurar, foi tudo q eu consegui. E caso alguém encontre um álbum todo, eu deixo vcs passarem pra mim ;-).






Beijumiliguem!!!

Rock On, Baby!!!

sábado, 18 de julho de 2009

Girls Groups Part. 5 (Final): The Pipettes


Bom, é verdade que elas tem a maior carinha de menininhas nutridas à base de cereal Kellogs e mingauzinho com farinha láctea, maaas... quem se importa?? The Pipettes foi uma grande surpresa do início dos anos 2000 no que se refere à música retrô. Pop sim! E de qualidade inclusive. O que não acontece com todas as bandas que possuem a mesma proposta. Mas as Pipettes sim, conseguiram! Arrasaram! E trouxeram para nós os melhores ares da décade 60, com hits que são capazes de balançar completamente qualquer festinha à lá sixties.

Vindas de Brighton, Reino Unido, vestidinhas no melhor estilo retrô, com aquelas dançinhas fofinhas, e cantando os hits chicletes mais adoráveis do início do século XXI, elas começaram em 2004, por iniciativa do produtor Monster Bob. Ele recrutou quatro amigas que tinham um gosto musical semelhante, eram elas Gwenno (Gwen), Riot Becki (Becki), Rosay (Rose) e Julia Clark-Lowes (que deixou o grupo ainda no início). A proposta era bem clara: resgatar os girls groups dos anos 60, e tornar a coisa bem com a cara de Phil Spector, se é que vocês me entendem. Em 2005, jogaram no mercado três discos de vinil com a tiragem limitada, que musicalmente falando era, nessa época, algo muito bem proposto mais não muito arrajado. As Pipettes só vinheram mostrar mesmo a que vinheram no lançamento do álbum oficial "We Are The Pipettes". Esse sim, arrasou! Mostrou exatamente, nem mais nem menos, do que as meninas eram realmente capazes. A parte instrumental é executada pela banda conhecida oficialmente como The Cassetes, que não aparecem muito em eventos e fotos promocionais (???).


É, elas realmente soam como um girls group de alto nível. Conseguem unir teoria e prática, e vão além, porquê dão ainda, no meio de tudo isso, um toque de modernidade às músicas. Pra mim, um referencial das Pipettes são as letras, o que já denuncia que elas são bem, digamos, "moderninhas", já que na década de 60 era inimaginável três moçinhas cantando algo como:


"Tie me, tie me, tie me,
To the kitchen sink
Tie me, tie me, tie me,
To the kitchen sink
Tie me, tie me, tie me,
To the kitchen sink"

(Que seria alguma coisa como "Me pegue, me pegue, me pegue, na pia da cozinha"...)


Fora outras coisas, como a letra da música "Because It's No Love", onde elas deixam bem claro pro cara que não está apaixonada, só sente "um feeling" por ele. Outra?? "I Like A Boy In Uniform"... essa deixa subentendido até uma orgia colegial entre meninas... Algo, que nos comportados anos 60, faria muitos pais arracarem os cabelos. Mas o fato é que, as Pipettes são diretíssimas. Nada!! Nada de namoradinho na calçada de casa, ou no banquinho de uma praça... o lance delas é tesão! E isso faz sim, todo o diferencial, porque mostra ousadia, e algo de atitude. Esperar pelo cara? "No, no. Eu tomo a iniciativa!". A idéia é mais ou menos essa.


A parte instrumental é simplesmente bela, os Cassetes sabem muito bem o que fazem, e a harmonia é algo que chega a emocionar, transformando os vocais e os instrumentos num casamento bem perfeitinho. Trata-se de música despretenciosa, mas de um pop perfeito... Futuras pérolas da música pop, eu diria, onde você percebe toda a forte influência de coisas como Beach Boys e de Pop Art. O hit "Pull Shapes", que evoca todo o espírito dos anos 60 de forma belíssima, alcançou os primeiros lugares nas paradas européias durante semanas, o que é realmente de surpreender não ter chegado por aqui.

Fiquei procurando notícias atuais sobre a banda, e o que consegui ficar sabendo foi que as três integrantes já se afastaram por questões de brigas internas. Vinheram outras, que pelo que eu li também já se afastaram. Mas não consegui descobrir mais nada muito além disso. Não vi nada a respeito de ter acabado, mas também nada a respeito de estarem na ativa, ou seja, a banda está parada, desde o lançamento desse primeiro álbum. Maaaaas, antes que elas caiam no velho e bom esquecimento típico do show business, façam um favor a si mesmos, caros drugies, baixem Pipettes agora. E guardem para a posteridade, porque, não tenham dúvida nenhuma, elas vão virar cult!





Beijumiliguem...


Rock On, Baby!!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Fay Fife (The Rezillos)


Bom, como a intenção deste blog desde o começo é destacar a figura feminina dentro do rock, hoje eu vou falar de uma banda que não é totalmente feminina, quem conhece sabe, mas que deve muito de seus méritos ao talento de uma excelente vocalista chamada Fay Fife. Só que falar de Fay, no sentido musical da coisa, sem falar de Rezillos é meio impossível, já que foi aí que ela se destacou. Vou falar de Fay brevemente, até porque sei pouquíssimo sobre ela, daí vou aproveitando e dando umas pinceladas na história dessa puta banda que até hoje beneficia nossa audição. Então, lá vai...

Os Rezillos explodiram na cena em 1976, mas ela só veio a entrar pra banda algum tempo depois. Fay Fife, assim como os outros integrantes eram estudantes da Faculdade de Artes de Edinburgo, capital da Escócia. E a 'verdade musical' é que os Rezillos surgiram como algo que renascia do cruzamento das cinzas que ficaram do garage dos anos 60, juntamente com aquele pop dos girls groups da época como The Ronettes e Shangri-las, e aquele glam rock da década de 70, arrastando um pouco daquela new wave que surgia no final dos anos 70 e invadia o começo da década de 80. Eles foram absorvidos pela "galera" punk, e há quem diga que eles chegaram a revolucionar o new wave. Hoje, eles servem de grande influência pra bandas como o conhecido Franz Ferdinand. No entanto, The Rezillos, nome retirado de um HQ da Marvel, durou até 1978.

Bom, Fife não parou por aí não. Ela, juntamente com Eugene Reynolds, o então outro vocalista dos Rezillos, logo dois meses depois da banda acabar, resolveu retornar a ativa. Mas dessa vez com outro nome. Surgia então The Revillos (uma trocadinha de letras bem básica, mas não menos importante quando se trata de evitar problemas com direitos autorais).

"A banda era tão genial que a gravadora Virgin fez um selo com a temática da banda (o selo Snatzo), exclusivamente para lançar os discos dos Revillos." Fonte: Show Livre

O Revillos acabou em 1984, mas Fay, incansável, ainda montou outra banda. Esta era Destroy All Men, que durou bem pouco. Depois disso, Fay Fife tentou trabalhar com produção de cinema e ser roteirista, e ainda chegou a atuar numa série americana chamada "Commander Taggart".



Em 1993, a procura por material dos Rezillos era grande. Tão grande que resolveram lançar em cd todo o seu material anteriormente lançado da banda. E os Rezillos então resolvem se reunir, e tocar em Edinburgo para nada menos que 150 mil pessoas. Em 2003 já era tempo de sair em turnê pelos EUA, coisa que a banda nunca tinha feito até então, e nesse mesmo ano uma de suas músicas foi incluída na trilha sonora do filme de grande sucesso "Jackass". E claro, lógico e evidente que nossa bela vocalista fez parte de tudo isso. A formação atual dos Rezillos, que tocaram inclusive no Brasil em 2006, conta com 4 membros da formação de 76. Bem, a formação tá assim: Eugene Reynolds (vocal/guitarra), Fay Fife (vocal), Jo Callis (guitarra principal), Angel Paterson (bateria) e Johnny Terminator Brady (baixo).


Pra quem ainda não conhece Fay Fife como vocalista, não deixe de baixar esse trabalho dela com uma das bandas mais influentes dos cenários pop e punk europeu dos fins dos anos 70 e do inicio dos anos 80. Baixem aqui o cd de 1993. Nada menos que "The (almost) Complete Rezillos", e se deliciem. É algo adorável, empolgante, nostálgico e interessante. Très chic!

Beijomiliga!



A semana começando com saudade...

and...


Rock On, Baby!!!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Miss Chain & The Broken Heels

Imagine algo, uma espécie de indie rock, que mistura a levada do pop, a batida dos 60's, com o embalo dos 80's. Se vc conseguir imaginar isso, vc vai está no caminho certo em si tratando de Miss Chain & The Broken Heels. O que mais eu poderia dizer pra vcs acompanharem melhor o raciocínio?? Bom, a primeira coisa que me vem na cabeça é que ou vc vai amar de cum força na primeira "ouvida", ou vc vai odiar de cum força tbm... eu penso q nesse caso não dá pra existir meio termo. E não se trata de coisinhas dançantes e grudentas... são belas canções, de fato. Canções que, se vc amar, no caso, vai mexer com sua alma, seu coração, sua pele...

Miss Astrid Dante é a única figura feminina que faz parte deste bando de italianinhos. Ela é a Miss Chain. E os Broken Heels... bom, eles são Disaster Silva (guitar), Franz Barcella (Bass) e Brown Barcella (Drums). Não tenho informções do iníco da banda. Mas isso é o q menos importa. A banda lançou 3 EP's no ano de 2008. Aqui está disponível o EP q atendepelo mesmo nome da banda: Miss chain & The Broken Heels. Baixe ou Morra!!!!!!!!!!!!!


 Miss Chain & The Broken Heels - Up All Night




MySpace da banda!

Somente os amigos salvaram o reveillon!!!
Mas mermo assim, a gente vai levando...
Assim é a vida, um dia é reveillon, no outro vc já está mais velho... =/

Beijomiliga!!!



Rock On, Baby!!!!!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

April March

Esta moça californiana tbm atende pelo nome de Elinor Blake. Apaixonada pela França, April March canta boa parte de suas músicas em francês, e adora fazer covers do pop francês da década de 60. Mas não pára por aí não, o talento de April vai além... ela trabalha tbm com desenhos animados, e trabalha ou trabalhou muito tempo para o famoso canal canadense de séries animadas, Ren and Stimpy Show. Ela tbm trabalhou na produção de um filme da Madonna "Who's that girl", que foi lançado pela Warner em 1987. A primeira banda dela foi o Pussywillions, formada em 87. Depois disso, em 1991, April forma o April March and The Shitbirds, que durou até 1995. Depois disso, ela resolve seguir como cantora solo.

Mas conhecida mesmo ela só ficou depois de Quentin Tarantino ter incluído o seu hit "Chick Habit", na trilha sonora do filme "Death-Proof" (Uma verdadeira maravilha cinematográfica! Eu amo tudo q Tarantino faz...hehehe). É sim!! Aquela música do final do filme... na hora da surra do Kurt Russell... lembram?? hahahahhaa O que muita gente não sabe, é que essa música na verdade é um cover de um pop francês chamado "Lasser Tomber Les Filles", sendo gravada inicialmente na década de 60 pela cantora francesa France Gall. April fez então uma versão em inglês, que seria "Chick Habit", mas não deixa a gente com água na boca, pq ela tbm canta em francês. Mas, no 'rolar' da sua carreira, ela gravou muitas e muitas coisas... e entre gravações com Los Cinco, e The Makers, o último trabalho de April foi uma parceria com Steve Hanft, que resultou em algo chamado Magic Monsters (2007), onde ela canta todas as músicas em francês, e deixa o garage pop um pouco mais de lado (mas não totalmente) pra fazer um indie rock mais light.


Então, se vc ainda não conhece e quer conhecer mais do trabalho dessa moça talentosíssima, vejam esse EPzinho que estou pondo aqui pra vcs... o "Chick Habit", de 1995, que tem a música do filme, em inglês (e na sua versão francesa tbm), e outras cositas más...Então, está aí... baixem nooow!!!!!!!!!!!!




E aí??? Todo mundo já está cantando "jingo béu, jingo béu"???
Beijomiliguem!!!Comam muuuuuuito panetone!!! (huuummm... amo panetone!!)E bebam muuuuito por mim neste fim de ano... pq eu não estou podendo, babies... =(


Rock On, Baby!!!!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

The Pebbles

O garage japonês é realmente espetacular. Até onde conheço, nada deixou a desejar. E com as Pebbles, não podia ser diferente. Muito fiel ao Fuzz 60's, você saca de primeira que elas e as 5,6,7,8's vinheram exatamente da mesma escola teen trash, apesar de se diferenciarem em certos momentos, pois enquanto as Pebbles deitam e rolam no garage punk, as 5,6,7,8's pendem mais para o surf garage. Mas, sem comparações, porque as Pebbles tem personalidade. Nada de florzinhas, e ursinhos cor de rosa, visual estravagente Hype ou algo do tipo... O melhor de bandas como The Pebbles é justamente a distância que elas mantém da modinha Japan Rock e Japan Pop. É como eu disse, Pebbles é pagação de pau à grandes coisas como Sonics, Link Wray, e pérolas do pop da British Invasion, como Beatles (A música 'We Love The Beatles' que o diga...). Em alguns momentos, elas lembram as Del Monas, mas somente lembram.





Não sei praticamente nada sobre a banda, só que elas são 3 japinhas muito lindas, que arrasam cantando e tocando. Os amantes do bom garage, e admiradores de Beatles (na sua fase mais rock) e coisas do tipo, caso não conheçam, baixem agora. The Pebbles é verygoodpracaralhoquesóaporra!!!!!!!!!! ;-) O cd disponível é o First Albúm, mas elas também tem duas faixas que fazem parte da coletânea de bandas femininas japonesas My Summer Love, que, pra quem se interessa, também seria legal baixar!



É isso aí, e a 'vida é dura', miguXos!!!

Hasta el proximo post!


Rock On, Baby!!!!!!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Cecilia Et Ses Ennuis


Estava eu por aqui, sentada na frente do pc, escolhendo as músicas que me seriam trilha sonora para a arrumação de minhas bags, por quoi vou viajar amanhã (Por isso, não estranhem alguns dias a mais sem post, ok?!). E eis q me deparo mais uma vez com essa maravilha francesa: Cecilia Et Ses Ennuis. Putzzz... Conheci ela através do meu camarada e grande amigo Maicon
, do blog Canço! I Hate Rock n' Roll . Daí que quem me conhece sabe que amo francês... o q dirá então de garage em francês?? O que dirá mais ainda de garage em francês cantado por uma girl?? Como não poderia ser diferente: paixão à primeira audição! =) [Camarada Maicon, tu és um cara muito TrOO \,,/] hahahahahah...

E pra me poupar de esforço, pq eu realmente sou muito preguiçosa hehhehe xupei o post todo do blog Canço! I Hate Rock n' Roll, inclusive o link para o download que tbm xupei de lá... aahahhaha então, chega de conversa mole, e... ao post!!!

"Banda liderada pela ícone punk francessa Cécilia Meneau (Front lider de bandas como No-Talents e Operation S), a Cécilia Et Ses Ennuis foi formada em 1999, porém durou pouco tempo encerrando suas atividades em 2001, nesse meio tempo (em 2000) registrou em uma única sessão na Toe-Rag studios em Londres 3 singles, e em 2001 um último registro sonoro contendo o melhor que uma banda sixtie como esta poderia proporcionar.Exalando sensualidade em faixas como "On M'appelle Pussycat" e selvageria descontrolada "C'est Une Question de Feeling", a Cécilia vai te enfeitiçando faixa a faixa."




É isso, miguxos... Vcs vão adorar Cecile Et Ses Ennuis! É um must!!!
Ahhhh, só pra firmar, nesse link aí estão os EPs da banda, no caso 4, ok??!!


Uma excelente semana para todos... e pra mim tbm!! =]
Façam muito sexo selvagem e escutem muito Rock n' Roll!!!!!!!!!




Rock On, Baby!!!!!!!!!