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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Lady Dottie and The Diamonds (+ Resultado do Sorteio)

Postando com muitos dias de atraso, mas tudo bem... o importante é q estou aqui. Passei vários (vários mesmo...!!!!) dias da semana passada tentando upar o vídeo do resultado do sorteio da latinha no VOCÊtube, mas infelismente eu não sei se é a conexão que tá muito ruim, ou se é o site q tá com problemas, não cosegui de jeito nenhum. Não passava de 17%. Quando chegava em 17, dava erro. Mas ontem à tarde, finalmente deu certo e eu consegui postar o vídeo... e pus logo abaixo pra vcs. Maaaaaaas. antes de ler sobre o resultado do sorteio... quero falar rapidamente sobre um assunto, e digo rapidamente pq esses dias este assunto está sendo a bola da vez. Porém, eu queria muito expor ainda que rapidamente a minha indignação. Independente de qualquer coisa, eu sou feminista demais pra não me indignar. Sendo assim, eu não poderia deixar de me revoltar com fatos como os ultimos acontecidos nesse tal BBB12. Além de mostrar o que a gente já tá morto de cansado de saber, mostrou ainda o tipo de crápula que eles selecionam pra pôr lá dentro daquela casa imoral, pra todo mundo assistir, e em horário nobre, diga-se de passagem... Lamento até mesmo o nome dessa bosta que chamam de reality show, inspirado num livro tão bom, tão conscientemente crítico e tão bem escrito do nosso genial Orwell, pra se popularizar numa merda tão sem sentido como esse tal BBB. Mas, o pior, o pior mesmo de tudo é escutar (e ler) comentários do tipo "Quem mandou beber demais!!!", "Aquilo é uma puta!!", "Tá ali pra aquilo mesmo..."... e mais uma vez a cópia da cópia da cópia: a velha história de culpar a vítima!!! E o crápula sai do programa totalmente ileso, são e salvo, sem ser, no mínimo,  arranhado, pelas consequências da situação monstruosa que ele criou. A mulher ficou na casa, e com certeza, sai do BBB (eeeeaaaaargh!!) direto pra PlayBoy, talvez levando consigo algum rótulo "engraçado" relacionado ao ocorrido, mas ele saiu. Saiu como uma forma de abafar o caso. Porque foi essa a forma que a Globo encontrou de "contornar" a situação: abafar o caso! "Tira o cara do programa, ninguém toca mais no assunto e tá tudo resolvido!" E assim será. Daqui a pouco ninguém lembra mais, porque no nosso país a "cultura da falta de memória" ou a "cultura da memória curta" é muito forte e a Rede Globo sabe disso muito bem. Isso sim é "reality show". Isto é, com certeza, a realidade: a vítima é a culpada pelo esturpro, pelo assédio, pela violêcia. Eles só estão mostrando a realidade, porque como eu disse... a Rede Globo sabe disso muito bem. Reality show.









Bom, eu li este artigo agora a pouco, está assinado na internet como sendo do Luís Fernando Veríssimo (contista brasileira do qual sou fã de todo coração), mas sendo realmente dele ou não, ele está muito bem escrito e descreve da forma como merece esse lixão que leva o nome de "Big Brother Brasil". Portanto, está aqui:

Artigo sobre o ''BBB''

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. [...] Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
[...] Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

Obs.: BBB* - Big Brother Brasil

( Luís Fernando Veríssimo )


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Sobre o sorteio: gente o vídeo tá aí! Somente 3 drugies comentaram, então só fiz entre estes, lóóóógico, dããããã!!!!! Aí quem ganhou foi o Adjudant Cruchot, que me mandou mui generosamente um link pra um álbum dos Bristols, que por sinal eu já tinha, mas de toda forma valeu a intenção (Y). Sorteei depois o outro papelzinho, como viram no vídeo, e saiu o nome de Camarada R (que já disconfio quem seja, por mais q ele queira se ocultar ¬¬ ), e se for quem eu tou pensando não ganha a latinha, hahahahahah (brincadeirinha =P ), e o terceiro foi a minha colega-blogueira-rockeira-rockpride-666-muitodoida Daia Scarlet. Aí nós vamos fazer assim: vou dar o prazo até a semana que vem, mais precisamente terça (24/01), para Adjudant Cruchot aparecer e me passar o endereço. Se não aparecer a bola passa pro segundo, que seria Camarada R. E daí mais uma semana de prazo pra aparecer. Caso não apareça também, Daia Scarlet ganha a latinha, claro se me passar o endereço, que também terá uma semana de prazo. Então é isso. 




So... Adjudant Cruchot. You won a gift personalized blog, and you can contact me by email ltatilf@gmail.com to give me your address. I await your contact until tuesday, 01-24-2012.


Agoooooooora, eu tenho o prazer de trazer pra vocês, drugies, que gostem de um bom soul, essa negona maravilhosa.

My Space

Lady Dottie, ou Dorothy Mae Whitsett, de San Diego, começou a cantar ainda criançinha, no banheiro, na cozinha, na rua, na porta de casa, na igreja e na escola. Hoje, por volta dos seus 67 aninhos, dona Dottie arrasa!!! Soul fuderoso, arrepiador e turbulento, botando a finada barraqueira Amy Winehouse no chinelo! Have Love Will Travel, clássico de Richard Berry, regravado por Sonics, e mais N bandas e cantor@s, ficou pulsantemente furiosa nas mãos da negona. Como meu amigo Raphael Lixo Jovem afirmou uma vez, "parece ter saído de uma garagem dos anos 60". Também, dava pra esperar algo diferente de uma veterana da cena RandB dos States? As influências vão de garagistas sessentistas como Sonics até a "nata" da música negra americana: de Billie Holiday à Ike and Tina Turner, ela te leva ao mesmo tempo ao céu e ao inferno. E The Diamonds, a banda de apoio de Lady Dottie não mata, mas arrasa com qualquer cidadão empolgado... ôôô bandaarretadadamolésta!!!!!! Não pense em ficar parado com dona Dottie!! Ela manda você se agitar imediatamente!! Fãs de Bellrays, já devem (ou vão) adorar essa negona!!!! (SOUL is soul, gente!!!!)




(Link roubado do Guga, do blog Polimorfismo Perverso)

Rock On, Baby!!!
e NÃO assistam BBB, por favor!!!!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Vocalistas: Fabienne Delsol (+ Sorteio)


Fabienne Delsol é mais uma daquelas figuras inoxidáveis do garage ds anos 90. Totalmente fã e inegavelmente influenciada pelo anos 60, ela esbanja, exala, e canta com toda uma sensualidade que não fica devendo nada a uma Nancy Sinatra ou a uma France Gall.

A voz de Fabienne começou a se soltar quando ela entrou para o Bristols, um projeto de estudio de Liam Watson e Deegan Ed, dois produtores da Toerag Studio, e que também incluía membros dos Headcoats (Salve! Salve!). Ela se mudou pra Londres em 96, (Sim, porque ela é francesa, de Limoges...), atraída pela cena britância, e entrar para os Bristols foi quase que imediato. A banda chegou ao fim, depois de dois álbuns, alguns singles e várias turnês pela Europa. Mas a sede por cantar de nossa Fabienne era grande, e por este motivo mesmo ela passou a seguir carreira solo.



No começo com dificuldades, mas depois recebendo o apoio de produtores renomados, Fabienne tem músicas hoje até em comerciais de marcas de sapato. Ela também regravou Lasser Tomber Les Filles, sucesso pop dos anos 60 que também foi regravado por April March , também em francês, e numa versão em inglês que ficou chamada de Chick Habit (A música está na trilha sonora do filme Death-Proof, de Quentin Tarantino - Salve!Salve!). Seu último álbum foi lançado em 2010, e se chama "Oh My Mind", claro que com uma produção definitiva e sobrecarregada dos anos 60, com músicas em francês e inglês como é o seu costume. Um detalhe: Fabienne é do Damaged Goods, mesmo selo de grandes nomes como o mestre Billy Childish (Salve! Salve!) e suas bandas, Holly Golightly, Buzzcocks, The Revillos, e mais um monte de gente bacana.

O álbum aqui disponível é o primeiro: No Time For Sorrows, de 2004.

Agora eu deixo vocês viajando com Fabienne, e toda a sua áurea sessentista. Os amantes do pop 60's vão babar por ela.




PS.: Tentei muito upar pelo MediaFire, mas estes dias a conexão tá uma bostona e eu não consegui de jeito nenhum. Acho q o 4Shared tbm dá certo... ;-)
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E quanto ao sorteio da latinha... A parada é o seguinte:
CLIKA AQUI!!!


Beijumiliguem!!!

Rock On, baby!!!

sábado, 28 de agosto de 2010

Les Paralleles

Paralleles MySpace

Elas são garage, elas são rock n' roll, elas são pop, elas são simplesmente T-U-D-O !!!! As Parallèles são demais. Um escândalo, um xuxu de banda. Uma das melhores propostas do Brasil em se tratando de garage. Sem medo de surpreender, e muito menos ainda de desagradar aos "roqueiros" moderninhos que acreditam que sacam tudo de rock achando que este tipo de música é só peso e distorção, essas moças passeiam pelo surf music, pelo garage do anos 60 e pela jovem-guarda brasileira. As influências são as melhores possíveis, de Sonics à Roberto Carlos, elas tocam o que gostam com segurança e honestidade, ou seja, fazendo o que realmente importa.

Não é pra menos porém que essas meninas fazem tão bem o que fazem. A bagagem vem acumulada de outras bandas ligadas à cena punk e garageira paulistanas. Na formação estão Andréia Crispim (Baixo e vocal), que já vem de bandas como nada menos que FuzzFaces e Laboratório SP; depois, temos Tatiana Sanson (Órgão e vocal), figura conhecida na cena punk hardcore paulista por ter passado por bandas como Infect, I Shot Cyrus, Besta Fera, e pouco antes das Parallèles, uma banda feminina com influências new wave chamada As Mercedes; Na guitarra, temos Paula Villas, e nas baquetas Carol Calimam, que também tocava com Tatiana nas Mercedes. É ou não um time perfeito?

Tudo começou em 2007, com o fim das Mercedes. Tatiana e Carol foram adiantando o projeto com Paula na guitarra, e só em 2008 encontraram Andréia. A banda lançou um CD demo intintulado "Bande-dessinée". Mas já registraram de forma analógica 12 faixas que serão lançadas em CD pelo selo argentino Rastrillo Records, e em 12" pelo selo português Groovie Records.



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They are garage, they are rock n 'roll, they're pop, they are simply EVERYTHING!! The Parallèles are awesome. An amazing band! One of the best proposals from Brazil when it comes to garage. Without fear of surprise, and even less to offend the "rockers" hipsters who believe they know everything rock, thinking that this kind of music is one weight and distortion, these girls wander by surf music, the garage of 60 years and brazilian Jovem Guarda. The influences are the best possible: The Sonics until Roberto Carlos, they play what they like with safety and honesty, or doing what really matters.

Those girls are so good they do. Everything is cumulative of other bands related to punk and garage from Sao Paulo. The band is formed by Andreia Crispin (bass and vocals), who comes from bands like nothing less than FuzzFaces and Laboratorio SP; Tatiana Sanson (organ, vocals), familiar figure in the hardcore punk scene in São Paulo for having gone through such bands as Infect, I Shot Cyrus, Besta Fera, and just before the Parallèles, a girl band with influences from new wave called The Mercedes; on guitar, Paula Villas, and on the drumsticks Carol Calimam, who also played with Tatiana in the Mercedes. Is not a perfect team?

It all began in 2007 with the end of the Mercedes. Next, found Paula (guitar), and only in 2008 found Andreia. The band released a demo CD intintulated "Bande-dessinée." But already recorded in analog 12 tracks that will be released on CD by Argentine label Rastrillos Records, and 12" by Portuguese label Groovie Records.


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Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

HAPPY BIRTHDAY to Klitoris Freakshow / The Pandoras

Drugies, Drugies... Nosso blog está de parabéns!!! Fazendo mais um aninho de vida!!! 2 Anos!!! 2 anos de Klitoris Freakshow!!... Fico muitíssimo feliz sempre que paro pra pensar nisso, pq lembro que são 2 anos que estou aqui (mesmo que tendo sido um pouco relapsa ultimamente) divulgando bandas femininas, e mostrando o quanto a presença feminina fez e faz diferença no rock n' roll. Mas, antes de tudo, é a vcs, caros drugies, que devo agradecer... pois se não fossem vocês dando aquela forçinha, acredito eu que talvez este espaço já tivesse sido deixado de lado. Mas, de qualquer forma, obrigado... Muitíssimo obrigado a todos vocês!! E vamos pra frente! Sempre em frente, sempre em frente!! Happy Birthday to Klitoris Freakshow!!!

E é comerando nosso niver de 2 aninhos q eu trago pra vcs essa banda muitíssimo especial, que foi um dos ícones da década de 80 de um dos estilos que mais amo na vida: o garage. Então, indo agora ao que interessa... The Pandoras.


Bom, eu não vou mentir pra vocês, drugies, e dizer q eu nunca achei nada de estanhos nas Pandoras, porque aí eu estaria mentindo e muito pra vocês. Não falo de estranho musicalmente, mas fisicamente... Não tenho confirmação nenhuma, nunca encontrei nada que se referisse a isso em relação a elas, mas pra mim, parecem 4 travecos, apesar de em todas as materias que vi sobre a banda se referir a elas como uma banda de mulheres. Não sei se eu fui uma das poucas pessoas a perceber isso (porque vim passar a prestar atenção depois que um amigo meu fez a observação), maaaas... isso é o que menos importa! Travecos, ou mulheres, as Pandoras arrasaram!! Uma das bandas mais influentes do garage rock 80's, ao lado de bandas como Fuzztones.

Tudo começou com Paula Pierce (guitarra/vocal), e seu desejo de montar uma banda de rock totalmente feminina. Quando conheceu Gwynne Kahn sua grande vontade começou a tomar forma, as duas, espectadoras assíduas dos shows de rock que rolavam por Los Angeles (cidade natal da banda) e arredores, saíram por aí tentando recrutar integrantes para formar a tal banda. Em 83, já saía o primeiro EP "The Pandoras", e logo em 84, já com contrato assinado com a gravadora Voxx, elas lançam um dos melhores LPs de garage ever, o "It's about Time". Lançaram pela Voxx ainda alguns singles (eu acho!!), e com o fim do contrato com a Voxx, chega ao fim também a parceria Paula e Gwynne, e se desfaz a formação original. A próxima gravadora seria a Rhino, selo pelo qual foi lançado "Stop Pretending".

"Apesar de elogios rasgados, as Pandoras continuavam desconhecidas. Paula mudava a formação sem parar até conseguirem um contrato com um grande selo: a Elektra. Além da casa nova, mudança de estilos. Cansada de ser obscura, Paula faz a banda soar como um grupo de heavy metal." Fonte: Mofo



Essa história de soar como heavy metal, além de não agradar muito os fãs originais da banda, também não rendeu bons frutos. Até que em 1991, Paula falece por conta de um aneurisma cerebral (causa oficial), apesar dos rumores dizerem que a morte da guitarrista foi causada pelo abuso do uso de drogas, boato este que é negado fortemente por Susan Hyatt, uma das guitarrista que passou pela formação das Pandoras.

O material sobre as Pandoras é muito parco, mas aqui agradeço ao/a conlunista que escreveu sobre elas no site Mofo, que escreveu de forma consistente sobre a banda, esclarecendo inclusive algumas dúvidas.





Site da Banda

Beijumiliguem!

Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Juanita Y Los Feos


Se você gosta de tosqueiras espanholas, garage, punk rock, vocais femininos... você vai se sentir totalmente a vontade com Juanita y Los Feos, a nova promessa garageira de Madri. Com Juanita (vocais), Fa (Guitarra), Angel (Baixo), Aníbal no órgão e Adolfo (bateria), Juanita Y Los Feos se mostram uma das mais expressivas bandas garageiras que a Europa vem mostrando. O som traz algo de próprio junto à pegada punk, e a levada suja das bandas de garagem... Algo que se torna mais próprio ainda quando se trata das letras. Neste último single, lançado pelo selo madrileño Hey Girl!, Juanita Y Los Feos nos presenteiam com duas lindas melodias, que são elas Angelines, bela canção que conta a história de uma moça do interior que se apaixona por um rapaz da cidade, e Doverman, que fala de assassinato e racismo, e assim eles seguem nos contando histórias de "mães solteiras", "buracos", "maldições"... Guitarras rasgadas, órgão e voz feminina estridente... é essa receita que faz de Juanita Y Los Feos um garage excelente para ser ouvido nesses dias nublados. Não sai dos meus ouvidos!







Beijumiliguem!!!

Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

The Micragirls

A forma mais feminina, brincalhona e "meio modernizada" das bandas a lá Back From The Grave. Acho que é assim exatamente que eu descrevo as Micragirls. Elas vem de algum lugar da Finlândia, e começaram tudo no ano de 2001. A idéia da banda surgiu num festival de rock finlandês: ao ver os shows elas piraram e decidiram montar uma banda.

The Micragirls trata-se tão e somente de Mari (vocals, guitarra), Kata (órgão, backing vocals) e Risu (tambores, backing vocals). A receita é bem simples. Elas são apenas isso: uma guitarra, uma bateria sem bumbo - na maioria das vezes - (somente surdo, caixa e prato - mais ou menos como Demolition Doll Rods), e um órgão poderoso que, pelo menos na minha opinião, não deixa o baixo fazer falta. Pra mim, o som tá mais que perfeito. Bem encaixado, bem humorado, empolgante e sem frescura. Com todos os elementos necessários a um bom garage, ou seja, música dançante e boas influências (vide a coletânia Back From The Grave, Trashwomen, The Cramps, Ramones, The Sonics), elas estão lançando o segundo álbum, que se chama Wild Girl Walk, com participações nada pouco especiais. As meninas contam com presenças como Jon Spencer, e Matt Verta-Ray (se liguem na faixa "Out Of Tune"... very nice!), isso mesmo depois de receberem todo o apoio e tocarem junto com uma das, diga-se de passagem, belíssimas bandas do nosso camarada Jon Spencer, Heavy Trash. Com um traço de "música moderna", mas sem perder a referência ao velho e bom rock n' roll dos anos 50 e 60, a música das Micragirls são mais do que necessárias à uma boa festa "de arromba", como dizia, nas antigas, o "rei". Não deixe de conferir. The Micragirls é very very chic so much!!!!!!!!






Beijumiliguem!!!



Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

The Flips


Hellow, drugies... estou eu aqui, de volta ao garage, por um motivo muito simples, I Love Garage!!!... Então venho trazendo um "presentinho" bem lindo pra vocês. Principalmente pra quem não conhece essa maravilhosa pérola revivalista. Lá vai...

Tudo começou em um Helloween em outubro de 2007, a partir de uma feliz idéia de Natalie C. e Wendy Norton. A princípio era só um "projetinho", no qual as meninas queriam gravar rapidamente, só pra deixar registradas para a posteridade (???) algumas idéias de música... Mas aí a coisa foi crescendo, e cresecendo, e crescendo... As outras damas da banda foram recrutadas, e assim se fez The Flips. Algo, de primeira já se pode afirmar, elas não começaram do nada, pois a banda é formada por membros de bandas conhecidíssimas no meio 'garage', como Tuff Bananas, Sticks'n'Stones, Sugar Stems, The Riveters, Plexi 3... E a formação acabou sendo essa: Wendy Norton (Voz e guitarra - ela toca numa Vox très chic!!), Natalie C (Guitarra e voz), Feraim Albano (Batera), Betsy Hiebler (Voz), Stephanie Swinney (Baixo) e Francoise Switalsk (Piano and Voz). Essas meninas de Milwaukee, caros drugies, são excelentes no que fazem. Uma coisa márlinda de jezúiz!!!! Elas conseguem pegar o que os anos 60 tinha de melhor e traduzir tudo naquela áurea doce e adolescente das baladinhas empogantes sixteens. Um som extremamente honesto, claro, bem tocado, certeiro na proposta, e com excelentes influências: coisas como The Ronettes, Martha Reeves and the Vandellas, The Primettes, até Delmonas, Beatle-ettes, Jacqueline Taieb, Nancy Sinatra... The Flips consegue fazer tudo isso entrar nos seus ouvidos de uma vez só, sem perder a doce inocência dos anos 60.



Então, não deixem de baixar The Flips!! Que gosta dos anos 60, vai simplesmente ficar fall in love por elas...




The Flips MySpace

Beijumiliguem,

and...

Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

The Luv'd Ones

Por volta de 1964, em plena "Era Beatles", enquanto todas as moçinhas se descabelavam, do outro lado da grade, pelos garotos de Liverpool, Char Vinnedge estava afinando sua guitarra, compondo canções, concertando equipamentos, e dirigindo um furgão que levava sua banda para as tours. Pois é, drugies... segurem o queixo porquê Char era A GAROTA!! Ela era a frontwoman das Luv'd Ones, banda feminina americana da década de 60.

O grupo era formado por Char, na guitarra e no vocal, acompanhada de Chris Vinnedge, sua irmã de 14 anos no baixo, Mary Gallagher na outra guitarra, e Faith Orem nas peles. Sim, não duvidem!! Assim como a Dara Puspita, as Luv'd Ones eram quatro girls que tocavam seus próprios instrumentos... nada de bandinha masculina como plano de fundo. Elas eram as compositoras e responsáveis pelo próprio repertório, o que torna a coisa ainda mais "Do It Your Self". Repertório este que se embasava em covers dos Beatles (bem básico pra época) e algumas canções próprias.

As Luv'd Ones nunca tiveram sucesso comercial. No máximo, gravaram algumas poucas canções em versão demo, que só foram levadas de fato ao público em 1999, através da Sundazed Music, Inc. que lançou um cd com as canções das meninas, uma copilação na verdade, chamada Truth Gotta Stand. Não tentem encontrar outra coisa delas, drugies, pois eu acho q a Sundazed colocou nesse CD tudo que foi possível conseguir.

Obscuridade talvez seja a palavra certa pra descrever a banda, que recebeu "não" de várias gravadoras na época. Mas o que importa aqui, pelo menos pra mim, é o quanto essas moças, principalmente Char, estavam a frente de seu tempo. Proto-punk sim, sem dúvida! Com toda uma carga feminista que fazia a diferença. Pois de qual outra banda feminina desta mesma época temos notícia de que fazia as próprias canções, tocava e concertava os próprios instrumentos, decidia onde tocar...??? Elas simplesmente se mantinham nas próprias pernas. E foi justamente o fato delas terem total autonomia, junto com a distorção fuzz das guitarras, a batida forte e o vocal de Vinnedge, cantando letras obscurecidas e amargas, com temas como ciúmes e perdas amorosas, que fez das Luv'd Ones algo muitíssimo além de uma simples bandinha feminina da década de 60.

Em 1971, Char foi tocar com Billy Cox, na Nitro Function, um projeto de apenas um álbum, que levou exatamente esse nome, e que contavam com ela na guitarra, Billy Cox no baixo, e Robert Tarrant nas peles.

Agora baixem Luv'd Ones sem medo de ser feliz!!!!

Se liguem, drugies >>> Pass: 3ack.blogspot.com




Beijumiliguem!!!



Rock On, Baby!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

The Diaboliks

Ao escutar essa banda, (ou pelo menos algumas músicas dela), vc se imagina diretamente num filme de ação da década de 60, daqueles com supervilões, polícia a lá 007, fugitivos, gostosonas no melhor estilo Brigitte Bardot com aquela pinta de "femme fatale 60's" e etc... A trilha sonora dessa viagem não tem como ser outra, pq The Diaboliks tem justamente essa cara: visual sixties, um som com uma atenuada áurea vintage... Essa é a receita.

Eles vinheram direto das garagens do Reino Unido, e começaram as atividades em 1994. A banda conseguiu acumular uma boa bagagem, foram 4 EP's lançados, 2 LP's, e várias participações em copilações. A formação se trata de Babz (vocal), Anja (Baixo), Dan (Guitarra) e Sophie (Bateria). Infelismente só durou até 2000. Mas ainda bem que antes de se ir, nos deixou coisas interessantes, como o LP intitulado "Danger!", q é esse que está aí todinho pra vcs, caros drugies... Baixem, se deliciem e viajem com essas gatonas!!


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"Eu sou os testículos espremidos e sufocados de Joe."




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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Les Terribles


Les Terribles, caros drugies, é daquelas bandas que vc escuta e pensa na hora: "60's!Ali por volta de 68 mais ou menos...". Acertou? Não. A banda começou por volta de 2003, mas trata a coisa de uma forma tão "revival", q não tem como não pensar que eles vinheram, sim, diretamente dos sixties pra fazer a gente balançar o esqueleto aqui nos anos 2000. Diretamente das garagens francesas, eles são Nicus (bateria), Iwan (baixo), Fred (Guitarra), Arno (Guitarra e Órgão). Os vocais ficam por conta da gatíssima Rudie

A receita musical é tal e qual os 60's: músicas simples e certeiramente dançantes. O som da banda é muito bem arranjado, tratado com cuidado justamente pra q o "ouvinte" caia no "conto" de que a banda vêm realmente da década de 60. Eu não diria que eles chegam a ser uma novidade, em se tratando de garage, mas que se trata de algo a ser conferido, q é extremamente agradável, e é também uma prova de que a França não é tão parada assim  em matéria de rock, como costumam falar por ae. Eu até diria aqui que, pra quem curte um garage revival daqueles bem honestos e autênticos, podem baixar sem medo. Les Terribles é très chic!!!
(Só pra constar nos altos, mais uma vez estou "roubando" este link do meu grande camarada Maicon Stooge do blog Canço! I Hate Rock N' Roll! Valeu ae, maxu!!!)






Site Ofical da Banda
MySpace da Banda


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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

The Shaggs


Bom, pra começar eu acho q posso dizer que aqui se trata de algo mais subversivo que o próprio Iggy Pop cantando o clássico "I wanna be your dog". Trata-se de algo tão bizarro, mas tão bizarro, mas tão bizarro, que... fez com que Frank Zappa colocasse essas 3 meninas como uma das melhores bandas na opinião dele, o que rendeu a THE SHAGGS uma "áurea" extremamente cult à longo prazo.

As meninas eram Dorothy (guitarra e voz), Betty (guitarra) e Helen (bateria), e tudo começou em 1968/69 na pacata cidade de Freemont, nos States,  quando a vó das meninas, teve uma previsão: "Minhas netas vão fazer parte de uma banda de sucesso!", acreditando nisso o pai das meninas comprou os instrumentos e ainda custeou do próprio bolso a gravação e uma prensagem de 1000 cópias do primeiro disco, o tal "Philosophy Of The World". O resultado disso, musicalmente falando, foi um caos musical onde as meninas não conseguem fazer com que os instrumentos se encontrem na própria música, dando a impressão, para aqueles que não possuem ouvido (ou paciência para escutar), que cada uma está tocando uma música diferente. Mas, não se iludam, caros drugies. The Shaggs trata-se da maneira mais doce e infantil de se fazer música. Trata-se nada menos da forma mais bela e inocente de se compor, dando as suas músicas uma alma  cheia de doçura e completamente desprendida de pretensões artísticas e virtuosismos. E as letras então... são de uma inocência tão terna que acaba até mesmo te levando a pensar que elas talvez tivessem querendo deixar algo subentendido nas entrelinhas, e que não se tratava de algo tão inocente assim... pois as letras falavam dos pais delas, do gatinho perdido( gatinho = animal, e não "gatinho" no sentido de "rapaz")... Tudo isso, rendeu a The Shaggs nada menos que o título de "A pior banda de rock do mundo", e o disco lançado, lógico, na época foi um fracasso, até Frank Zappa abrir a boca numa entrevista para a Playboy, e dizer que "Philosophy Of The World" foi o terceiro melhor disco de todos os tempos.

Hoje, essas meninas são altamente cultuadas, e se vc pensar bem, trata-se apenas de tentar ouvir música com a mente aberta e sem exigencias... levando em conta a parte nada convencional, a honestidade, e (pq não??) a própria originalidade das meninas. Não deixem de conferir!! É uma verdadeira pérola do rock que não deve, de forma alguma, se perder no tempo...




Beijomiliga!!!!
Que hoje eu tô morreeeeendo de saudade...
=(



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Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Vivian Girls


Aproveitando o ensejo do post anterior, tenho prazer de mostrar outra banda muito boa e pagadora de pau ao bom pop/rock dos anos 80. Eis aqui Vívian Girls. Bom, elas surgiram agora em 2008, e já chegaram arrebentando a boca do balão. O primeiro LP (isso mesmo... vinil, meu filho!!!...) lançado tbm em 2008 já está esgotadíssimo, com uma prensagem de apenas 500 cópias. 



Elas trazem todo o ar da década de 80, mas é inegável a influência do punk sujo e do indie rock tbm. Mas a marca maior dessas três gatinhas de Nova York é justamente a carga de sensibilidade feminina q elas deixam fluir em suas músicas. Elas são pra lá de Lo-Fi, a guitarra é bem simples, totalmente fiel aos antecedentes e influências, e a bateria representa muito bem a intenção delas. Para o amante do bom som de garagem, elas conseguem tirar a sujeira da guitarra na medida certa... E pra quem viveu bem nos 80's, acho q reconheçe nelas um bom motivo pra voltar a bater a cabeça quem nem nos old times... Vívian Girls vai bem por esse caminho, e atingem bem o objetivo.


 Vivian Girls - Wild Eyes



Beijomiligaquehojecomeçauminferno!!!

Assim é a vida: AIDS, POP e REPRESSÃO!!!









Rock On, Baby!!!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Kelsom Hashim & The Plastic Deers



Pensar em obscuridade em si tratanto de música, é pensar em coisas extremamente desconhecidas, não é?? Mas, q com um pouqinho de paciência e indo nas fontes certas, vc consegue sim, levantar algumas informações sobre a banda... É mais ou menos por aí?? Tudo bem. Mas caros drugies, quando eu encontrei Kelsom Hashim & Plastic Deers, eu sinceramente meio que modifiquei um pouco meu conceito sobre obscuridade. Imagine algo do qual não se tem informação nenhuma, nem mesmo ano em q o EP foi lançado. Isso é que é obscuridade!! Eu não sei exatamente nada sobre isso aqui. Só sei q é uma pérola perdida no tempo, e eu diria mais, soa como uma espécie de elo perdido entre o punk 60's e aquele pop da década de 70. A distorção é bem fuzz, mas dá pra perceber q vai mais pro final dos sixties. É cantado num idioma esquisito que sabe-se lá de que país é, mas eu chutaria algo como a Indonésia, a Índia, algum lugar desses. O nome do EP é Libra, e aqui está diponível apenas uma música, que se chama "Pemuda Pemudi Sekarang", e aproveitando o ensejo agradeço aqui ao site GarageHangover, por nos dar de presente pérolas como essa... eu peguei essa mp3 de lá.
Então, tá aí, caros drugies... baixem! Sejam felizes! E bebam muuuuito champangne por moir nesse reveillon...






Beijomiliguem!!!!!!!



Rock On, Baby!!!!!!!!!!!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Holly Golightly

Pois é... eis a musa Holly Golightly. Lindíssima. Très chic, e cool como ela só, essa moça começou como backing da banda Thee Headcoats, na qual tocava o seu então namorado, Billy Childish. Daí, surgiram as Headcoatees, da qual Holly fazia parte. Saindo das Headcoatees, ela segue uma carreira solo que, diga-se de passagem, vai pra lá de bem sucedida, deixando a Sra. Golightly na condição de "garage rock queen" (como já vi em algum lugar por aí... hehehe). Em carreira solo, ela já lançou 14 álbuns, e uma boa bagagem de singles. E em 2007, ela estreiou ao lado Lawyer Dave (o qual atende sozinho pela alcunha de The Brokeoffs), formando assim a parceria Holly Golightly and the Brokeoffs.


Mas, musicalmente falando, eu poderia dizer que 'tia' Holly não se prende apenas ao garage. Pelo contrário, ela vai passeando de estilo em estilo, saindo do garage, e contornando o rockabilly, o blues, e aquele rock n' roll bem estiloso, sabe?? Tudo isso carregado de uma sensualidade desprendida (se é que vcs me entendem... heheh) que só aquele rock n' roll que nos leva aos nossos instintos mais primitivos sabe trazer em forma de música. A música dela é simples, honesta, longe daquela coisa chata e babaca do "cult" universitário.

Holly é pra se ouvir quando se está na fossa, Holly é pra se ouvir quando se está de bem com a vida, Holly é pra se ouvir quando se está enchendo a cara naquele barzinho, com os amigos, ou sozinho também... Holly é pra se ouvir quando está namorando, Holly é pra se ouvir limpando o quarto, Holly é pra se ouvir cozinhando, Holly é pra se ouvir naquele momento pós-orgasmo... em fim... Holly G. é música pra tudo que você puder imaginar. É escutar e viajar com ela, na voz dela, nos acordes...

Então, eu acredito que pelo menos boa parte dos miguXos que passam por aqui já conhecem, mas, pra quem não conhece, eu aconselho... Escute 'tia' Holly! Vc não vai se arrepender, se você for um, no mínimo, apreciador de um bom garage blues. Essa mulher é um espetáculo!





Não upei nada dessa vez. Fiz melhor! Estou passando aqui o link de um blog que tem uma boa parte da discografia dela. Então, é só dá a clickadinha...




Holly Golightly Site Oficial
Holly Golightly and The Brokeoffs
Holly Golightly MySpace



Por enquanto é isso, miguXos!!!
Hasta el proximo post!!
Tomem Milkshake de Ovomaltine!!!!!
e Beijomiliga!!!!!!!


Rock On, Baby!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Thee Headcoatees

Elas são Holly Golightly, Kira LaRubia, Bongo Debbie e Ludella Black. E elas estão para Billy Childish assim como os 'Anjinhos' estão para Charlie. E, como o próprio nome já sugere, elas são, sim, uma espécie de versão feminina da grandiosa Thee Headcoats, também uma das obras do mestre Childish (Salve! Salve!). Mas, vamos à elas...

Na verdade, as Headcoatees começaram como outra banda... as DelMonas, e cantavam acompanhadas instrumentalmente por seus namorados e garageiros-revivalistas, os badalados Milkshakes (quem conhece, também sabe que era, era sim, também um dos muuuitos projetos de 'tio' Childish). Quando 'tio' Childish criou os Headcoats, essas minas começaram a acompanhá-los como backings. Depois, já estava acontecendo o contrário, os Headcoats era que as acompanhavam como banda de apoio enquanto elas eram a banda principal: eis Thee Headcoatees.


A banda é do inicio da década de 90, e acabou por ali mesmo, acho que não chegaram a 2000 (Não tenho certeza), mas deixou algo tão exemplar ao ponto de se tornar uma banda 'cult' (réé.. elas meio que deram uma revolucionada no conceito "cool" britânico)... e, musicalmente falando, poucas bandas conseguem me agradar tanto como elas... Coisas interessantíssimas como "Don't Wanna Hold Your Hand" (é sim, é uma tiração de onda com a música dos Beatles...), "You're Right, I'm Wrong", "Pinhead" (É sim, cover dos Ramones, baby...), e "Teenage Kicks" (Clássico da banda punk irlandesa The Undertones) fazem de "PUNK GIRLS" uma das melhores coisas que já ouvi em minha vida, daquelas que não sinto a menor vontade de tirar do aparelho de som, e, detalhe: do último volume!


Miguxos, Punk Girls, que é um must do garage-revival!! Baixe agooooooora! Noooow!!!!!!!! É verygoodpracaraioquesóaporra!!!!! E você, como amante de uma boa música, não vai parar de escutar esses prazerosos 28 minutos do cd...


Baixem sem pestanejar!!!
Comam muito chocolate!!
"A vida é dura!"


Beijosmiliga!!!!!!!!!!!




Rock On, Baby!!!





quarta-feira, 19 de novembro de 2008

The Pebbles

O garage japonês é realmente espetacular. Até onde conheço, nada deixou a desejar. E com as Pebbles, não podia ser diferente. Muito fiel ao Fuzz 60's, você saca de primeira que elas e as 5,6,7,8's vinheram exatamente da mesma escola teen trash, apesar de se diferenciarem em certos momentos, pois enquanto as Pebbles deitam e rolam no garage punk, as 5,6,7,8's pendem mais para o surf garage. Mas, sem comparações, porque as Pebbles tem personalidade. Nada de florzinhas, e ursinhos cor de rosa, visual estravagente Hype ou algo do tipo... O melhor de bandas como The Pebbles é justamente a distância que elas mantém da modinha Japan Rock e Japan Pop. É como eu disse, Pebbles é pagação de pau à grandes coisas como Sonics, Link Wray, e pérolas do pop da British Invasion, como Beatles (A música 'We Love The Beatles' que o diga...). Em alguns momentos, elas lembram as Del Monas, mas somente lembram.





Não sei praticamente nada sobre a banda, só que elas são 3 japinhas muito lindas, que arrasam cantando e tocando. Os amantes do bom garage, e admiradores de Beatles (na sua fase mais rock) e coisas do tipo, caso não conheçam, baixem agora. The Pebbles é verygoodpracaralhoquesóaporra!!!!!!!!!! ;-) O cd disponível é o First Albúm, mas elas também tem duas faixas que fazem parte da coletânea de bandas femininas japonesas My Summer Love, que, pra quem se interessa, também seria legal baixar!



É isso aí, e a 'vida é dura', miguXos!!!

Hasta el proximo post!


Rock On, Baby!!!!!!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Cecilia Et Ses Ennuis


Estava eu por aqui, sentada na frente do pc, escolhendo as músicas que me seriam trilha sonora para a arrumação de minhas bags, por quoi vou viajar amanhã (Por isso, não estranhem alguns dias a mais sem post, ok?!). E eis q me deparo mais uma vez com essa maravilha francesa: Cecilia Et Ses Ennuis. Putzzz... Conheci ela através do meu camarada e grande amigo Maicon
, do blog Canço! I Hate Rock n' Roll . Daí que quem me conhece sabe que amo francês... o q dirá então de garage em francês?? O que dirá mais ainda de garage em francês cantado por uma girl?? Como não poderia ser diferente: paixão à primeira audição! =) [Camarada Maicon, tu és um cara muito TrOO \,,/] hahahahahah...

E pra me poupar de esforço, pq eu realmente sou muito preguiçosa hehhehe xupei o post todo do blog Canço! I Hate Rock n' Roll, inclusive o link para o download que tbm xupei de lá... aahahhaha então, chega de conversa mole, e... ao post!!!

"Banda liderada pela ícone punk francessa Cécilia Meneau (Front lider de bandas como No-Talents e Operation S), a Cécilia Et Ses Ennuis foi formada em 1999, porém durou pouco tempo encerrando suas atividades em 2001, nesse meio tempo (em 2000) registrou em uma única sessão na Toe-Rag studios em Londres 3 singles, e em 2001 um último registro sonoro contendo o melhor que uma banda sixtie como esta poderia proporcionar.Exalando sensualidade em faixas como "On M'appelle Pussycat" e selvageria descontrolada "C'est Une Question de Feeling", a Cécilia vai te enfeitiçando faixa a faixa."




É isso, miguxos... Vcs vão adorar Cecile Et Ses Ennuis! É um must!!!
Ahhhh, só pra firmar, nesse link aí estão os EPs da banda, no caso 4, ok??!!


Uma excelente semana para todos... e pra mim tbm!! =]
Façam muito sexo selvagem e escutem muito Rock n' Roll!!!!!!!!!




Rock On, Baby!!!!!!!!!

domingo, 26 de outubro de 2008

Cherry Overdrive



Direto de Copenhagen, cidade onde se localiza o conhecido bairro autônomo de Cristiania, eu apresento a vocês aqui, miguXos, Cherry Overdrive. Banda formada por 4 gatonas, que descolam dos instrumentos um garage rock muito "futchito", com guitarras distorcidas a lá 60's, mas com umas pitadas de psicodélico, que deixam o som muito simpático... Elas fazem uma coisa bem própria, bem madura. É o tipo de banda que você escuta e saca logo que as integrantes sabem muito bem o que estão fazendo.

Pois bem, a banda é composta por Lene Kjær Hvillum (Vocals, Guitar), Cecilia Cresso (Guitar, Backing Vocals) , Jirasol Pereira (Bass) e Jeanne Dahl Mikkelsen (Drums).

Miguxos, aí está o cd completo "Clear Light" de 2007. Perfect!! baixem e sintam o suingue das Cherries...


Site Oficial da Banda

É isso my darlings.. Até o próximo post, miguXos!
Comam muito chocolate!

E beijomiliga!!!!!


And...
Rock On, Baby!!!!! \m/

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Thee Ultra Bimboos


Oui, mes amis!!!! Alguns dias sem postar, mas tudo bem... Bom, vejamos o q tenho aqui... Como posso falar delas pra vcs?? Começando pelo começo, Thee Ultra Bimboos são 4 gatíssimas da Finlandia. Não tenho muita informação sobre a banda (êta bandinha difícil, ômi!!!), só sei q elas são filandesas, e fazem um rock muito bacana. Musicalmente falando, eu identifico nas poucas músicas que ouvi vários elementos, como por exemplo, muita coisa do garage, um pouco do punk, um pouco do pop, e inclusive daquela coisa 80's, saca??!! A música 'Liar, liar', me lembra aqueles filmes de comédia adolescente americanos exibidos na Sessão da Tarde quando a gente era criança (Quem viveu, como eu, a tenra infância na década de 80, sabe muito bem do que eu tô falando... hehe). Então, as vezes, elas me lembram tbm as Gore Gore Girls, mas nem tanto... eu até diria mais: elas são uma espécie de GGG só que mais pop, com um som mais misturado... mas muito, muito empolgante. O som das Thee Ultra Bimboos é um som bem pra cima, simples e extremamente audível. Gostei muito!!! Só de leve, só de revestréis, dêem uma sacada no clip da música No Return. Is very nice!! ;-)





Daí, como eu falei, a banda foi difícil, viu??! Mas eu finalmente consegui!!! O cd Bimboo Wizard, está aí pra vcs!!! ...ouçam!! Eu recomendo! A banda é very good demaaaaais da conta!!!! Mutcho mutcho fofs!!



MySpace da banda!
LastFm da banda!

Vou ficando nessa... Até o próximo post!
Sejam felizes, bebam muita cerveja, comam muita comida vegetariana, e façam muito sexo!! Yeaaaah!!

E não esqueçam, hein?!!

Rock On, Baby!!!!!!!!!!