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quarta-feira, 29 de maio de 2013

The Coathangers + Girl In A Coma

Este post vem diretamente da série "Pro bem ou pro mal, de onde menos se espera vem as maiores surpresas".

Gente... Eu estava assistindo esse fim de semana aquele canal lá bem alterno, o SuperMix... gosto dele pq tem umas coisas bacanas, tipo, todo dia rola uns curtas brasileiros (ainda que repetidos) mas rola, né... e tbm rola um programa apresentado por uma coisa muito gostosa, linda, charmosa e EXTREMAMENTE atraente chamada Matheus Solano ([aaahnnnhhh  ... um suspiro de paixão...] Desculpem, gente... desculpem, mas eu acho aquele homem uma delííííícia, minossenhora!!!...  Desculpem! Não consigo controlar... é minha carne!! É mais forte do q eu, gente...), e por acaso do acaso do acaso, começou a passar aquele programa do Supla com aquele irmão dele (até simpático) passeando pelos States, brincando de fazer tour num rolé punk... Bom, não sei se vcs sabem do q eu vos falo, caros drugies, mas em fim... começei a prestar atenção no programa... Daí em uma das cidades dos States q eles foram, tocaram com duas girl bands, q me chamaram a atenção de cum força... uma delas eu já tinha lido algo, ou escutado algo... em fim, não me era estranha, mas não tinha me aprofundado...  mas nesse dia bendito, eu vi uma cena rapidinha delas tocando e me encantei prontamente... Curiosa q só eu, e quem me conhece sabe, o quanto eu garimpo bandas femininas, corri pra procurar... e lá estavam elas... as loucas, as brincalhonas, as 'very very crazies' THE COATHANGERS.


Gente, um mix!!! Um mix que vai de Bikini Kill à Mika Miko correndo, indo e voltando, e tocando em tudo que está entre isso. O pós-punk come solto, sem medo e sem vergonha na cara! Eu confesso que nunca fui uma das maiores fãs de pós-punk, mas elas fazem uma música tão brincalhona, sorridente, mas nem por isso menos ofensiva, que acabou ganhando minha simpatia. Essa é a receita dessa banda 'fechosa' que começou em 2006, sem nenhum compromisso com alguma coisa séria. Veio então o apoio do selo Suicide Squeeze. Nessa historinha safadinha, as moças já lançaram 3 álbuns, o último de 2011. Ah! Elas são de Atlanta, e atendem pelas seguintes alcunhas: Minnie Coathanger, Crook Kid Coathanger, BeBe Coathanger, Rusty Coathanger. Por ae vcs já tem uma idéia, né... As influencias vão de Gang of Four, Sonic Youth à Bikini Kill. Muito lindo de ouvir!!!  








A outra banda, muito lindinha, diga-se de passagem é a viajante GIRL IN A COMA (que inclusive, o irmão do Supla pegou uma delas ¬¬ mas, em fim... ninguem é perfeito, né... e ele é bem bonitinho tbm, né... dá pra se divertir por uma noite... vamos pular essa parte... *X* ). Então, Girl In A Coma é do selo da Joan Jett, o Blackheart Records. Elas são do Texas, e arrasam num punkrockzinho mezzo indie, mezzo alternative... mas é bem interessante. Tenho certeza que o meus drugies, admiradores de mulheres que tocam vão gostar muito delas. Afinal, se não fosse bom, e de high quality, drugies... nem aqui estariam. Pois bem, Girl In A Coma (Vcs perceberam q o nome é um trocadilho com aquela musiquinha dos Smiths "Girlfriend In A Coma??? Hã? Hã? Hã?) são Jenn Alva (baixista), Nina Diaz (vocal/ guitarra) e Phanie Diaz (nas peles). Sim, a baterista é irmã da guitarrista... Eu sei, não se parecem, mas são... Em fim... duas bandas excelentes, de uma tacada só... Tão vendo, como vez em quando é bom assistir alguma coisa?? Nem q seja o Supla? Quando menos se espera, drugies... algo de bom aparece. Levem essa filosofia com vcs: nem tudo é totalmente apaixonável, mas nem tudo é totalmente desprezível!!!

Não liguem muito pra esse visualzinho meio "revolta no shopping"... Elas tiram um som bem interessanrte. E também imagem não é tudo, né??!!




Dois downloads tudo de bom pra vcs!! Mas por favor, baixem logo, pq o MediaFire tá bloqueando tudo q é meu!!!!

Bom feriado pra todo mundo!!!


Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Kim Gordon (Sonic Youth) & Some News


Bom, cá estou eu!!!!!!!! De volta! Depois de praticamente 6 meses de licença-maternidade. Licença de trabalho, de blog, de banda, de tudo... até de mim mesma, porque, caros drugies, sem exagero... eu vivi estes 6 passados meses quase que exclusivamente pra minha pimpolha... e acreditem: não estou reclamando! Nunca pensei que diria isso, mas pelo contrário, eu amei estes 6 primeiros meses com ela, e estou amando cada dia mais, porque a cada dia que se passa eu aprendo um pouquinho junto com ela... cada passinho que ela dá, cada silabazinha que ela fala, é uma aprendizado pra mim também... e eu posso ver que estou aproveitando bem melhor meu, digamos, instinto materno, com ela que é a minha segunda filha... não sei se pelas situações diferentes, mas com o meu Igor, há 12 anos atrás, não foi tão fácil. Hoje sou mais velha, e por incrível que pareça, mais tranquila e mais paciente. Agora estou voltando com tudo também: parei com tudo de uma vez, e agora volto com tudo de uma vez... trabalho, blog, e outras cositas más, como por exemplo, minha casa nova... Porque agora vou morar com filha e marido em um AP. O meu Igor por enquanto ainda não vai morar comigo, porque o ap é pequenino... But, em muito breve estarei com a família completa em algo maior. Essas são as minhas novidades... Now, vamos ao que realmente interessa: a volta do blog.

Eu fiquei pensando assim, que depois de tanto tempo, eu deveria voltar com um post bem bacana, falando de uma banda que eu considerasse especial, foda-pra-caraio, supimpa-demais, xuxu-beleza total... e lembrei que eles estarão agora no Brasil, em novembro, nesse tal sWU... mas não só por este motivo... Lembrei deles porque existem bandas influenciadas, bandas influenciadoras e o Sonic Youth. E daí me veio na cabeça ELA, porque...


Quando se trata de criatividade, conhecimento, dissernimento musical, energia e ousadia sonora: Kim Althea Gordon é A MULHER! Pense em tudo o que você sabe sobre shoegaze, noise rock, rock alternativo, indie rock, post punk, e tenha só uma coisa em mente: toda essa parafernália de estilos passou pelo saudoso Sonic Youth, que deve uma boa parte de sua carreira a esta dama extremamente talentosa. Ao lado de seu marido, Thurston Moore, (...digo, ex-marido, pq eu soube recentemente que o casal anunciou o divórcio depois de 27 anos de união estável.  Fonte: G1), ela foi um dos membros fundadores do Sonic youth, mas não é só isso. Kim também toca na banda Free Kitten com Julia Cafritz (do Pussy Galore). Alguns dizem que ela nasceu em 1953 em NY, outros dizem que ela nasceu em 1952, em Los angeles, mas na verdade, quem se importa? Kim é uma excelente e respaldada produtora, dando suporte a conhecidos nossos como Kurt Cobain, Courtney Love e Lydia Lunch. E só pra dar uma resumida básica (porque estou postando direto da sala de trabalho) Kim dirigiu videoclipes, criou modelos para a grife Calvin Klein, e foi incluída (logicamente) na lista das "100 Maiores Mulheres do Rock". Ela também gravou um álbum sólo em 99. Grande garota!!!!!

O álbum disponível é o The Eternal, de 2009, que é très chic, e muitíssimo bom. Porque Sonic Youth é Sonic Youth, e não precisa dizer mais nada.



Bom fim de semana para todos os meus drugies!!!
Rock On, Baby!!!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Mika Miko

Mika Miko MySpace

Tudo começou em 2003, em Los Angeles (Califórnia), e um ano depois a banda já era conhecida com grande popularidade na cena punk americana, e em 2005 já estava em tour nacional. Em 2006 foram capa da Maximum Rockroll e em 2008 excursionaram por Europa e Japão.

Fazendo um punk criativo, e com performances excentricas ao vivo, elas foram mais uma pérola do selo Kill Rock Stars. Mutcho loucas, as garotas não tiveram medo de ousar, e tentaram acrescentar a suas músicas uma mistura de elementos do pós-punk, com guitarras desenfreadas, e uma pegada meio "Bikini Kill", se é que voces me entendem... A música de Mika Miko é realmente algo difícil de descrever, mas a enfatização do baixo lembra muito as bandas pós-punk, alguma coisa lembra o punk riot grrrl dos anos 90, como Babies In Toyland e Heavens to Betsy, mas digamos que trata-se de algo bem próprio, que só escutando mesmo pra compreender.

A banda durou até 2009, mas apesar do pouco tempo deixou uma boa discografia. Aos apreciadores de coisas ousadas, eu digo: não deixem de conhecer Mika Miko. Uma excelente pedida! Pós-punk dos bons!






Rock On, Baby!!!

sábado, 11 de setembro de 2010

Kleenex / LiLiPUT

Kleenex / LiLiPUT MySpace


Uma das bandas punk femininas mais importantes do final da década de 70, e tida como uma das bandas femininas pioneiras dentro do punk, ao lado de nomes como Dishrags, e as inglesas The Slits e The Raincoats. Elas vinheram da Suíça, mais precisamente da cidade de Zurique (Sim!! Sempre surgem boas bandas punk nos lugares mais inusitados... Onde menos se espera... E o legal é que quebra um pouco com aquela coisa do eixo EUA e Inglaterra) e conquistaram admiradores em boa parte do globo.
O começo de tudo foi em 1978, e rendeu até 1983. Mas vamos começar explicando uma coisa: o nome. Elas começaram sim com o nome de Kleenex, mas a empresa de tecidos (ou seria de papel?? Ou seria de absorventes?? AAAAAhhh, sei lá...) que tinha o mesmo nome abriu um processo contra a banda, que acabou mudando para LiLiPUT. Este é o motivo da coletania Kleenex/LiLiPut, lançada em 2001 pelo conhecido selo americano Kill Rock Stars, e pelo suíço Off Course, ter levado os dois nomes. Alguns se referem a banda por Kleenex, outros por LiLiPut, mas na internet, se encontra geralmente os dois nomes juntos.


Ao longo dos cinco rápidos anos de vida da banda, a formação passou por mudanças constantes, sendo que a única integrante que permaneceu do começo ao fim foi Klaudia Schifferle, que ficava alternando entre a guitarra e o baixo. O primeiro álbum da banda, auto-intitulado, só foi lançado em 83, antes disso houve o lançamento de vários singles, por sinal muito bem aceitos pela cena punk da época. Dez anos depois, o selo Off Course lançou em CD 46 músicas da banda, que seriam todas as gravações de 78 a 83. Em 2001, isso foi relançado pelo Kill Rock Stars, que também já lançou este ano um cd/dvd chamado Live Recordings, TV-Clips, & Roadmovie com 24 faixas das meninas, incluindo coisas ao vivo, regravações e mais uma pá de coisinhas.

As músicas, cantadas em ingles e alemão, trazem consigo uma marca peculiar das bandas da época: elas antecipam vários elementos do new wave, e coisas que Siouxie And the Banshees veio fazer nos anos 80, a LiLiPut já fazia no final dos anos 70. Elas eram punk até o caroço, alinhadas as tendencias new wave, e claro, aquela áurea bem marcada do pós-punk, que lembram em certos momentos coisas como Gang Of Four e Mission Of Burma.
Um clássico do punk setentista, sem dúvida!!!




Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Masshysteri

Soando na mesma linha dessas novas bandas européias de punkrock que vem surgindo do começo dos anos 2000 pra cá, o Masshysteri é mais uma dessas coisas lindas de se ouvir. Formada por ex-integrantes de bandas maravilhosas como The Vicious, Lost Patrol Band e Regulations, essas três pessoas vinheram da Suécia, mais precisamente de um lugar chamado Umeå. E eles estão aqui no blog pq contam com a presença (e a voz linda) de uma gatchenha chamada Sara Almgren (baixo/vocal). Além dela vem mais dois caras, que são Robert Pettersson (guitarra/vocal, ex-vocalista do Vicious), e Erik Viklund nas peles (Sempre aparece outra menina tocando guitarra nos vídeos e nas fotos da banda tocando ao vivo, só que ela não é citada como membro da banda). Além do pouco que falei aqui, eu não sei nada sobre eles, só sei q a banda é linda, merece ser conferida, e apreciada com carinho. Desculpem o post breve, e feito nas coxas, drugies, mas é que realmente eu ando sem tempo pra muita coisa... uma delas é pra postar aqui. Muitos problemas na cabeça, muita coisa pra resolver e muita correria na vida.
Mas é isso. C'est la vie, c'est la vie...









Beijumiliguem!!!

Rock On, Baby!!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

As Mercenárias

Em meio a uma cena onde a música punk no Brasil era dominada por homens (vide Cólera, Inocentes, Olho Seco, Ratos do Porão), as universitárias da PUC e USP Sandra (baixo), Ana (guitarra) e Rosália (vocal) resolvem chamar a atenção como As Mercenárias.

Pois é, o Brasil também não nos deixou a desejar quanto a bandas femininas na década 80. Pois esta trata-se tão e somente de uma das melhores bandas de rock/punk que o Brasil já conheceu, principalmente em se tratando de criatividade, irreverência e autonomia. Tudo teve início em 1981, em São Paulo, quando as moças se conheceram num jogo de handball. As Mercenárias chegaram chutando tudo pra cima! Enquanto a galera do punk manchavam tudo com aquele visual preto sério e sisudo, elas preferiam tudo colorido. Enquanto os meninos (em sua maioria garotos de periferia) faziam as músicas da forma mais simples e "três acordes" que se possa imaginar, As Mercenárias "complicavam" suas músicas um pouco mais. Elas usavam vários arranjos, e apesar da predominância punk elas não despresavam a influência new wave, o que acabou deixando a música mais bem acabada. Elas possuíam a influência clara do punk "linha dura" dos Sex Pistols e Dead Boys, mas ao mesmo tempo havia uma carga pesada de influências como Siouxsie and the Banshees e Joy Division, fazendo com que elas brincassem livremente entre o pós-punk e o new wave. As letras, mesmo também com temáticas escrachadamente punk, eram escritas de forma muito mais lírica, o que já fazia um diferencial. Um detalhe importante: o primeiro baterista foi, o ainda desconhecido na época, Edgar Escandurra (pra quem não sabe, integrante do Ira! =P). Mas ele passou pouco tempo, e quem acabou assumindo o posto foi Lou, que tornou a banda então 100% feminina. Adeptas do "Do It Your Self" elas faziam as composições, tocavam os instrumentos e produziam os próprios shows sem a ajuda de ninguém.


O primeiro LP dessas moças, o conhecido "Cadê as Armas?", foi lançado por um selo independente chamado Baratos Afins, em 1986, que traz a famigerada faixa Polícia (que nem é a dos Titãs, apesar de alguns afirmarem (e outros negarem) que a "Polícia" dos Titãs era de fato influência delas), e outras como Me Perco Nesse Tempo e Pânico. O segundo LP, intitulado "Trashland", de 1988, já foi lançado pela grande gravadora EMI, que após o lançamento do disco e apesar do sucesso (o disco foi considerado o melhor do ano pela ShowBizz), a EMI deu "um pé na bunda" das meninas sem maiores explicações. E assim, mesmo com um certo sucesso e visibilidade, As Mercenárias, acabaram deixando para a posteridade apenas esses dois citados LPs. Elas deram um fim na banda logo após o lançamento de Trashland. Porém, todavia e no entanto, em 2005, foi lançada a coletânea "O Começo do Fim do Mundo - Beginning of the End of the World: Brasilian Post-Punk 1982-85", que reune exatamente as 10 faixas de "Cadê as Armas" e mais outras 6 faixas que fazem parte do "Trashland".





Um certo rapaz escreveu um texto interessante e bem escrito sobre elas, que eu , apesar de descordar de algumas coisas, achei bem legal. Caso se interessem, caros drugies, dêem uma olhada AQUI.



Beijumiliguem

&

Rock On, Baby!!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Fay Fife (The Rezillos)


Bom, como a intenção deste blog desde o começo é destacar a figura feminina dentro do rock, hoje eu vou falar de uma banda que não é totalmente feminina, quem conhece sabe, mas que deve muito de seus méritos ao talento de uma excelente vocalista chamada Fay Fife. Só que falar de Fay, no sentido musical da coisa, sem falar de Rezillos é meio impossível, já que foi aí que ela se destacou. Vou falar de Fay brevemente, até porque sei pouquíssimo sobre ela, daí vou aproveitando e dando umas pinceladas na história dessa puta banda que até hoje beneficia nossa audição. Então, lá vai...

Os Rezillos explodiram na cena em 1976, mas ela só veio a entrar pra banda algum tempo depois. Fay Fife, assim como os outros integrantes eram estudantes da Faculdade de Artes de Edinburgo, capital da Escócia. E a 'verdade musical' é que os Rezillos surgiram como algo que renascia do cruzamento das cinzas que ficaram do garage dos anos 60, juntamente com aquele pop dos girls groups da época como The Ronettes e Shangri-las, e aquele glam rock da década de 70, arrastando um pouco daquela new wave que surgia no final dos anos 70 e invadia o começo da década de 80. Eles foram absorvidos pela "galera" punk, e há quem diga que eles chegaram a revolucionar o new wave. Hoje, eles servem de grande influência pra bandas como o conhecido Franz Ferdinand. No entanto, The Rezillos, nome retirado de um HQ da Marvel, durou até 1978.

Bom, Fife não parou por aí não. Ela, juntamente com Eugene Reynolds, o então outro vocalista dos Rezillos, logo dois meses depois da banda acabar, resolveu retornar a ativa. Mas dessa vez com outro nome. Surgia então The Revillos (uma trocadinha de letras bem básica, mas não menos importante quando se trata de evitar problemas com direitos autorais).

"A banda era tão genial que a gravadora Virgin fez um selo com a temática da banda (o selo Snatzo), exclusivamente para lançar os discos dos Revillos." Fonte: Show Livre

O Revillos acabou em 1984, mas Fay, incansável, ainda montou outra banda. Esta era Destroy All Men, que durou bem pouco. Depois disso, Fay Fife tentou trabalhar com produção de cinema e ser roteirista, e ainda chegou a atuar numa série americana chamada "Commander Taggart".



Em 1993, a procura por material dos Rezillos era grande. Tão grande que resolveram lançar em cd todo o seu material anteriormente lançado da banda. E os Rezillos então resolvem se reunir, e tocar em Edinburgo para nada menos que 150 mil pessoas. Em 2003 já era tempo de sair em turnê pelos EUA, coisa que a banda nunca tinha feito até então, e nesse mesmo ano uma de suas músicas foi incluída na trilha sonora do filme de grande sucesso "Jackass". E claro, lógico e evidente que nossa bela vocalista fez parte de tudo isso. A formação atual dos Rezillos, que tocaram inclusive no Brasil em 2006, conta com 4 membros da formação de 76. Bem, a formação tá assim: Eugene Reynolds (vocal/guitarra), Fay Fife (vocal), Jo Callis (guitarra principal), Angel Paterson (bateria) e Johnny Terminator Brady (baixo).


Pra quem ainda não conhece Fay Fife como vocalista, não deixe de baixar esse trabalho dela com uma das bandas mais influentes dos cenários pop e punk europeu dos fins dos anos 70 e do inicio dos anos 80. Baixem aqui o cd de 1993. Nada menos que "The (almost) Complete Rezillos", e se deliciem. É algo adorável, empolgante, nostálgico e interessante. Très chic!

Beijomiliga!



A semana começando com saudade...

and...


Rock On, Baby!!!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

The Organ


Tá aí uma banda que na minha opinião merece total e profundo respeito por parte daqueles que curtem, digamos assim, um revival dos 80's. As meninas do The Organ pisam firme no chão, sabem muito bem o que fazem, e mostram uma maturidade rara que muitas bandas da atualidade não conseguem passar. O som da banda é algo intenso, e soa como uma mistura bem liquidificada de Joy Division, com a voz de Morrisey, e a levada do The Cure. É algo simplesmente perfeito, e pra quem é fã de Morrisey como eu, deve adorar essas meninas até o caroço!!!


The Organ é um quinteto feminino canadense de Vancouver, e a banda começou em 2001 com a frontwoman Katie Sketch. Depois, juntou-se a ela as outras quatro gatonas, Jenny Smyth (Organ), Debora Cohen (Guitar), Shmoo Ritchie (Bass guitar) and Shelby Stocks (drums). A banda infelismente acabou em dezembro de 2006, por conflitos pessoais, o q é realmente lamentável, pq uma puta banda como essa não deveria nunca deixar de existir.






Ao longo da carreira, a banda lançou 8 EPs e um único álbum intitulado "Grab The Gun", de 2004. É justamente esse que estou disponibilizando aqui pra vcs baixarem, caros drugies.
Baixem agoooooora, e não deixem de apreciar essa maravilha musical.



Um pedaço de bolo de banana pra vcs!!!
E beijomiliga!




Rock On, Baby!